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Mensagens - Mestre Cruz

#676
Muita gente afirma ter visto algum tipo de espírito ou conhece alguém que viu. O que a Igreja nos ensina sobre isso?

Os fantasmas


 
Muitas pessoas afirmam já ter visto algum tipo de assombração ou conhecem alguém que supostamente viu. Os mortos que aparecem para vivos fazem parte da nossa e de muitas outras culturas; eles alimentaram a literatura e agora alimentam o cinema, que soube explorar essa riqueza popular.
 
Infelizmente, tal concepção também levou a acrescentar notas extravagantes às crenças populares. Hollywood tem sua própria teologia, ditada pelo lucro dos seus filmes.
 
O fato é que muitos acreditam firmemente que os defuntos aparecem, e o tema faz parte das interessantes conversas de amigos, nas quais cada participante parece competir para ver quem conta a história mais assustadora, para tirar o sono dos timoratos anônimos, que jamais reconhecerão que o medo foi o que não os deixou dormir.
 
Mas as assombrações, os fantasmas ou os defuntos que aparecem para os vivos existem mesmo?
 
O que a Igreja nos ensina
 
Entendemos por "fantasma" a aparição de um defunto sem seu corpo físico, mas perceptível por todos os sentidos ou por alguns deles.
 
A Igreja, como doutrina segura, nos ensina que o ser humano pode realizar atos meritórios enquanto tem corpo; quando seu tempo acaba, com a morte, ele já não pode fazer mais nada pela própria salvação.
 
Também nos ensina que, quando morremos, imediatamente somos julgados por Deus e destinados de acordo com nossa vontade manifestada livremente enquanto vivíamos. Nós escolhemos viver eternamente com Deus ou viver sem Deus.
 
Além disso, a Igreja nos fala sobre a existência do purgatório, um estado de vida no qual nossa alma se purifica antes de contemplar Deus. De alguma maneira, o purgatório já é o céu, porque significa que já estamos salvos e esperamos a plenitude do céu, conquistada por Jesus.
 
As benditas almas do purgatório precisam dos nossos sufrágios para poder se purificar, e nós, os vivos, consideramos que é uma obra de misericórdia não só orar pelos nossos defuntos, mas fazer obras boas em nome deles, para "tirá-los" do purgatório.
 
Em nenhum momento, a Igreja nos fala de fantasmas ou defuntos que aparecem para pedir-nos que nos encarreguemos de algum assunto pendente deles durante a vida. Por outro lado, a Igreja aceita que, em alguns casos, um morto pode aparecer aos vivos.
 
Por exemplo, Moisés aparece para Jesus em sua transfiguração, junto com Elias, que, segundo a Bíblia, foi arrebatado ao céu em corpo e alma.
 
Mas, por outro lado, o próprio Jesus nos conta a parábola do pobre Lázaro e a petição do rico para que Lázaro avisasse seus irmãos sobre a existência do inferno, para que se convertessem; o pai Abraão não permite isso, recordando que eles tinham Moisés e os profetas e, que, se não lhes davam ouvidos, tampouco acreditariam em Lázaro.
 
É possível que um morto apareça? É possível que isso aconteça sim, com uma permissão de Deus, mas precisamos recordar que Deus leva as coisas muito a sério e que não vai permitir que os fantasmas dos mortos invadam nosso mundo real.
 
A necessidade de outras explicações
 
O fato é que muitas pessoas, dignas de todo crédito, afirmam ter visto algum tipo de "assombração" ou espírito, e este fenômeno se dá com muita frequência. Por justiça, não podemos afirmar que tais pessoas mentem. Mas o que acontece, então?
 
Desde o século XIX, surgiu o interesse por dar a estas aparições uma resposta lógica e, se possível, científica, e foi assim que surgiu uma disciplina (que ainda não é ciência) chamada Parapsicologia. Tal disciplina, quando levada a sério, é interessante, mas sabemos que há muitos charlatões que costumam se denominar "parapsicólogos", sem realmente serem.

Muita gente afirma ter visto algum tipo de espírito ou conhece alguém que viu. O que a Igreja nos ensina sobre isso?


Os mais sérios entre eles explicam que tais fenômenos são produto de "espíritos encarnados", ou seja, nós! Isso significa que os vivos é que causam este tipo de fenômenos, pelo poder da nossa mente e pela ação do inconsciente, que podem nos enganar. Podemos produzir fantasmas que não só nós vemos, mas que são vistos também pelos que estão conosco. Pois é.
 
Acreditar em fantasmas não vai contra a nossa fé, estritamente falando, mas vai contra o primeiro mandamento da Lei de Deus, que implica em não invocar os mortos nem pedir-lhes que respondam perguntas ditadas pela nossa curiosidade. Isso se chama necromancia e é uma prática comum entre os espíritas e espiritualistas trinitários marianos, dentre outros – por isso, eles já nem se consideram católicos.
 
Um nível mais simples disso consiste na ouija, que não é um jogo de mesa, e que algum jogam com a ilusão de estabelecer comunicação com um morto e com o próprio demônio. Por isso, um católico não pode "jogar" este jogo tão perigoso.
 
Continuaremos vendo fantasmas e encontrando pessoas que os vem; o único que podemos fazer é recomendar-lhes que façam oração pelos seus mortos, para que encontrem o descanso eterno.
#677
Milagre ou coincidência? Jornalista australiano busca explicações há mais de 20 anos.

O jornalista australiano Mike Willesee dedicou mais de 20 anos à investigação de milagres do catolicismo, em uma tentativa de entender cientificamente os fenômenos.

Willesee, que atualmente tem 74 anos, chegou ao cristianismo depois de se considerar cético por muitos anos. Embora ele afirme que utiliza métodos científicos para analisar os supostos milagres, o rigor de suas pesquisas ainda é bastante questionado.

Entre os casos de maior repercussão que o jornalista estudou, três deles se sobressaem: 


1. Em Buenos Aires, na Argentina, uma hóstia apareceu coberta de sangue depois de ser jogada no lixo, em 1996. Testes de DNA apontaram que o sangue era de fato humano, embora sua origem não tenha sido determinada.

2. Na Bolívia, Willesee analisou uma estatueta de plástico de Jesus que, de acordo com seus devotos, chora sangue. A investigação determinou que o fluido encontrado na imagem é de origem humana e que a estatueta não foi adulterada.

3. Outra hóstia banhada de sangue e encontrada no México foi testada por um instituto forense, que afirmou que o sangue pertencia a uma mulher.

Os detratores de Willesee afirmam que nenhum dos dados coletados constitui prova conclusiva de um milagre. No entanto, os fiéis veem nesses fenômenos uma evidente manifestação divina.

https://seuhistory.com/noticias/os-fenomenos-paranormais-mais-estranhos-da-igreja-catolica
#678
Uma família colocou um anúncio na internet, à procura de uma ama para cuidar dos dois filhos, onde afirma pagar um ordenado de 56 mil euros, no Reino Unido. Mesmo com um salário milionário a família parece não encontrar alguém que fique com eles. As últimas cinco amas despediram-se por actividades sobrenaturais. A casa da família britânica é conhecida por estar assombrada. A pessoa que aceitar viver com presenças indesejadas, além de ter um ordenado milionário para cuidar de duas crianças, uma de cinco anos e a outra de sete anos, terá a seu dispor uma cozinha privada, 28 dias de férias anuais e um quarto, onde passará obrigatoriamente quatro noites por semana. Na famosa casa assombrada, é normal ouvirem-se barulhos estranhos, vidros a partirem-se e móveis a moverem-se sozinhos, segundo antigas trabalhadoras que não se mostraram corajosas o suficiente para este trabalho.
#679
Paranormal (Geral) / Casa do diabo Felgueiras
Setembro 25, 2018, 04:05:30 PM
Na Lixa, em Felgueiras, existe uma casa, agora em ruínas, a quem o povo chama a Casa do Diabo. Reza a história que essa está assombrada e que um casal de agricultores que lá viveu três ou quatro anos passou por situações inexplicáveis. O casal, que não tinha filhos, trabalhava na terra e a mulher fazia ainda alguns bordados para ajudar no orçamentos familiar. Certo dia, quando acabou de bordar uns panos que lhe teriam sido encomendados deixou-os num dos quartos da habitação, dobrados e passados a ferro. No dia seguinte, quando se preparava para entregar a sua encomenda e se dirigiu à divisão onde tinha deixado os panos, estes estavam todos cobertos de urina e remexidos. Na casa só estavam ela e o marido, o que a deixou perplexa. Conta quem sabe que nesse quarto da Casa do Diabo se passavam fenômenos sobrenaturais: objetos que voavam e móveis que se arrastavam sozinhos. O casal acabou por abandonar a propriedade, amedrontados com a situação.
#680
Paranormal (Geral) / O Casal das Três Marias
Setembro 25, 2018, 04:04:52 PM
O Casal das Três Marias

Circulam rumores de que esta casa localizada em Azenhas do Mar (Sintra) estará assombrada, ouvindo-se o choro de meninas.

Conta-se que nela viviam nela três raparigas, todas com o nome de Maria (Ana Maria, Teresa Maria e Joana Maria). A mãe destas raparigas tinha ligações com o oculto chegando até a fazer rituais, mas nunca dentro de casa para que os espíritos não atormentassem as suas filhas. No entanto, as raparigas começaram a ouvir e a ver coisas estranhas e de um momento para o outro desapareceram, tal como a mãe.

#681
Paranormal (Geral) / Palácio da Fonte da Pipa- Loulé
Setembro 25, 2018, 04:04:20 PM
Olá a todas as almas lindas;
Ultimamente tenho andado ausente e não tive muito tempo para o fórum, mas recentemente senti que tinha que vir cá partilhar a triste notícia do incêndio no Palácio da Fonte da Pipa em Loulé.
Certamente já devem ter ouvido falar deste palácio.
Foi construído no século XIX, mais ou menos no ano de 1875 pelo Marçal De Azevedo Pacheco de forma a receber o rei D Carlos. No entanto, este terá decidido ficar no palácio de Estoi. Azevedo Pacheco não chegou a ver o seu Picasso ficar concluido, pois morreu algum tempo mais tarde. Este palácio foi chamado de Quinta da Esperança, nome que não colou porque havia ali perto uma fonte que saciava a sede dos mais sedentos louletanos. Em 1920 o palácio foi adquirido por Manuel Dias Sancho que tinha uma casa bancária em seu nome. O palácio foi então acabado e melhorado. No entanto, com a crise de 1919 muitas empresas foram à falência e o palácio foi levado pelo banco do Algarve. Francisco Guerreiro foi então quem adquiriu o palácio ao banco. Na morte deste foi herdado pelo seu filho Dr. António Guerreiro Pereira Júnior, médico em Faro, que o manteve até 1981. Por fim, o palácio foi vendido à Sociedade Quinta da Fonte da Pipa Urbanizações Lda.

Muitas são as histórias de Assombrações neste palácio. Uma delas diz respeito à filha de um dos proprietários que terá supostamente morrido na quinta e o seu espírito andar pela torre. Algumas pessoas testemunham já o ter visto à janela.
A outra história diz respeito à peste amarela e tuberculose que se viveu em Portugal. Muitas vítimas da doença eram depositadas nos famosos túneis deste palácio como forma da não propagação da doença. Assim sendo, consta que as suas almas vagueiam pelo palácio, fazendo-se ouvir passos e barulhos sem justificação aparente.

Haja que lenda houver, este local sempre foi um dos meus maiores fascínios. No dia 24 de Janeiro deste ano, pelas 6:10, um enorme incêndio com suspeitas de mão humana terá destruído grande parte deste monumento lindíssimo. O fogo só foi considerado extinto por volta das nove horas da manhã e foi combatido por bombeiros de quatro frentes, como Faro, São Brás de Alportel, Loulé e Albufeira.
O que resta atualmente encheu os meus olhos de lágrimas. No entanto, queria partilhar este local de raríssima beleza com todos vocês e saber se alguém já o visitou ou tem conhecimento da sua existência.
#682
Paranormal (Geral) / Casa do Dr Pike em Olhão
Setembro 25, 2018, 04:03:46 PM
Eis a história desta casa em Olhão

No início do século 20, o naturalista, poeta e romântico John Pike construiu uma linda casa em Olhão. No entanto, pouco depois de habitar a casa, um trágico acidente ocorreu. Sua mãe idosa, que sofria de senilidade, deixou cair seu jovem filho de uma janela para a sua morte. Dr. Pike decidiu, então, projetar, construir e mudar para uma nova casa mais perto do mar (Quinta de Marim, que agora é o Centro de Educação Ambiental da Ria Formosa). Muitas pessoas têm tentado habitar o Chalet, mas à noite eles ouvem um choro infantil e sons semelhantes aos objetos que estão sendo arrastados pelo chão.

https://www.google.pt/maps/@37.0344926,-7.8472973,3a,75y,206.7h,76.26t/data=!3m6!1e1!3m4!1s1y6CxplwXm5q9gm56Bef5g!2e0!7i13312!8i6656!6m1!1e1
#683
Os Rostos Fantasmagóricos de Bélmez de la Moraleda (Espanha)

Uma das casas assombradas mais bizarras de que se tem notícia foi localizada em Espanha, em 1971, quando estranhos rostos começaram a aparecer num casebre da pequena aldeia de Bélmez (Jaén, Andaluzia).

O caso tornou-se conhecido em Agosto de 1971, quando María Gómez Cámara descobriu que "se formara" um rosto feminino na pedra do fogão a lenha da sua cozinha. Tentou raspá-lo, mas ele parecia emergir directamente da pedra.

Maria chegou até a cobrir o rosto com uma camada de argamassa, porém, mesmo assim, a imagem persistiu. Então, começaram a surgir rostos no chão da cozinha, que, algumas vezes, desapareciam com o correr do dia ou mudavam de expressão.

Não demorou muito para que a casa se transformasse num ponto turístico local, e Maria começou a cobrar as visitas das pessoas que queriam ver os rostos.

Centenas de turistas começaram a afluir à  sua casa, até que as autoridades políticas e religiosas do local ordenaram o fim das visitas públicas.

Nessa altura, o Dr. Hans Bender, da Universidade de Freiburg, na Alemanha, tomou conhecimento do caso. Bender, um dos mais famosos parapsicólogos germânicos, decidiu investigar o estranho fenómeno, em colaboração com o investigador espanhol Dr. Germán de Argumosa, . Para testar os rostos, os dois investigadores prenderam uma chapa de plástico no chão da cozinha. Foi deixada ali durante várias semanas, sendo retirada apenas quando a água ficou condensada  debaixo dela. Os rostos continuaram a formar-se, mesmo nessas condições de controlo. Apareceram de forma consistente durante todo o ano de 1974, e, embora Maria construísse uma nova cozinha na casa, não demorou a que as faces começassem a aparecer também ali.

O professor Argumosa testemunhou pessoalmente a materialização de um rosto, no dia 9 de Abril de 1974. Conseguiu fotografá-lo, apesar de a imagem desaparecer logo em seguida. O emprego de documentação fotográfica elimina qualquer possibilidade de insinuar que os rostos tenham sido alucinações, ou mesmo configurações ocasionais formadas na pedra.

Com o objectivo de realizar novos testes para evitar fraudes, Argumosa e os colegas verificaram se os rostos podiam ser feitos com tintas artificiais. Os resultados dos seus estudos químicos foram publicados na edição de Novembro de 1976 da Schweizerisches Buletin für Parapsychologie, publicação suíça especializada em casos de parapsicologia, e não foi descoberto nada de suspeito.

O motivo do curioso fenómeno jamais veio a ser definitivamente esclarecido.

Alguns dos moradores da aldeia escavaram o chão da cozinha de Maria e encontraram alguns velhos ossos enterrados. Correu o boato de que a casa teria sido construída sobre um antigo cemitério, a última morada de mártires cristãos assassinados por Mouros no século XI.



~ edited ~


#684
Paranormal (Geral) / Os fantasmas de Waverly Hills
Setembro 25, 2018, 04:02:17 PM
Waverly Hills foi um sanatório construído em 1910, com a capacidade para 40 pacientes, mas como a tuberculose era quase que fatal naquela época, rapidamente foi necessário a construção de novos espaços para abrigar a enorme quantidade de doentes.

Mesmo com o aumento constante de leitos, o lugar vivia superlotado. Cada vez mais pessoas morriam por lá, criando um desfile fúnebre quase diário, que levou a vida de mais de 6 mil pessoas nos mais de 50 anos de operação.
O sanatório de Waverly, que hoje em dia está abandonado, virou uma atração turística, graças aos fantasmas que assombram o local.

Um dos mais famosos mortos é o menino Timmy. Os visitantes afirmam ver aparições de um menino andando pelo lugar e muitos levam bolas até lá, pois, aparentemente, o pequeno Timmy gosta de brincar com elas. Dizem que basta deixar uma bola no chão que ela começa a se mover sozinha, com o menino fantasma relembrando sua infância, quando ainda estava vivo.
Reza a lenda que uma das enfermeiras do sanatório engravidou de um médico, mas o homem não quis assumir a criança. Por isso ele tentou um aborto, mas algo deu errado e, para evitar o sofrimento, ou mesmo a vergonha pela qual teria que passar, a mulher se matou, enforcando-se em um dos canos do quarto 502.

Por isso, basta uma rápida passagem pelo local para ouvir-se o lamentos da mulher e ver seu espírito vagando pelos corredores, perto do quarto onde sua vida terminou.
#685
O Mosteiro Assombrado

A cerca de 40 km de Servilha, na localidade de Carmona, erige-se, no cimo de terras elevadas, dominando uma outrora extensa charneca, um velho e semidestruído edifício... De tétrico especto e amplas dimensões, leva consigo uma lenda demoníaca... Estamos falando do chamado "Mosteiro do Diabo" ou "Mosteiro Maldito", um lugar em que, segundo dizem, habita o próprio Diabo.

É necessário mergulhar na história deste lugar para comprovar que sua justificada fama se estende na profundidade do tempo... Uma história apaixonante e, de sua feita, tenebrosa.

Jordi Fernandes, investigador radicado em Servilha, é uma dos que mais e melhor têm investigado a história do lugar; são as suas pesquisas que nos levam a desentranhar os primeiros mistérios do velho e mítico edifício. O que hoje conhecemos como "Mosteiro Maldito" ou "Mosteiro do Diabo" realmente se chama "Horta dos Frades". Mas , no século XVII, foi batizado como "Horta de São José". Vários nomes para descrever um grande convento em que o mistério e a lenda se fundem aos olhos do pesquisador que intenta preencher o seu caderno de campo junto àqueles muros.


História de um lugar maldito

Foi no ano de 1620 que fundaram, nessa vasta extensão de terreno, um mosteiro de franciscanos-dominicanos dedicado ao internato e à iniciação do noviciado. Algo que realmente não pode ficar indiferente ao investigador é o fato de que, na biografia autêntica da nobre cidade de Carmona, não existe nenhum documento acerca da historiografia desse convento. É como se o tempo houvesse intentado manchar suas trilhas para ocultar algum momento pavoroso do passado.

Somente possuímos dois documentos que atestam a existência física e histórica do convento. Um nos fala de uma doação, em forma de alimentos, que a Junta de Governo fez para evitar que os monges morressem de fome; o segundo dos documentos podemos encontrá-lo no arquivo histórico da Junta da cidade de Carmona e, quiçá, em que pese ser o mais extenso dos dois, é o mais misterioso... No dito arquivo histórico (concretamente no Bloque 10, 20, IN Suparan, 203, 210 - extenso, legajo 120; câmara 8 ), deparamo-nos com um documento estremece-dor, que assim diz:

De uma parte, José Díaz de Alarcón, Escrivão e por outra, Juan Rodrigo Perea, frade dominicano, en união com alcaides e demais forças públicas e religiosas, nos narra assim os fatos ocorridos:

"Eu, senhores, me fiz frade dominicano no comento de São José, onde abracei o noivado há três anos, pouco mais. Na manhã de 20 de novembro deste ano de Nosso Senhor (1680) entrou por parte de Cantillana um aspirante ao noviciado que disse chamar-se, segundo me lembro, D. Jaime Malvidas e que foi aceito com plena satisfação por parte do Prior e dos demais. Este homem era alto, de grossas sobrancelhas, de mariz aquilino e a sua face era tão delgada como a de uma espada. Nunca o vi em companhia de outros na horta ou na capela, o que nos causou estranheza. Eu, senhores, não sei como ocorreu: na manhã do dia 2 de novembro do ano acima referido, quando despertei, não encontrei a porta de minha cela aberta como era o costume (pois como os senhores sabem, todas as noites nos põem chaves e ferrolhos) e, crendo que ainda era muito cedo, entreguei-me a profundas meditações.

Depois de esperar um pouquinho, senti por fim uns passos débeis que provinham do corredor e que morriam bem na porta de minha cela. A porta, de um suave golpe, pôs-se aberta; mas qual não foi a minha surpresa quando pude me certificar que atrás desta não havia nada... Então foi quando pensei que talvez a primeira missa já houvesse começado, e eu ficara, mortificado, a dormir; mas , ao ver que as portas das celas de meus companheiros estavam abertas de par a par, fiquei pensativo um momento, até sair correndo em direção à capela.

Quando lá cheguei, não vi ninguém; e entrou-me um calor desde a garganta até o peito quando ouvi uns lamentos a meia voz que, ao que parece, provinham da cozinha que estava ao lado da capela... .... Quando cheguei à cozinha, os queixumes eram ouvidos mais fortes dentro de mim, o que me fez pensar que era eu mesmo quem os produzia. Mas prontamente percebi que o lugar de sua procedência era a cave, e, sem poder evitar, vi-me, não sei como, descendo suas íngremes escadas.
E maldito seja, maldito seja, senhores, o momento em que entrei naquele cômodo, pois, ao fazê-lo, deparei-me com o Prior e os outros monges dependurados nos ganchos que usamos para pendurar porcos, carnes e chouriços. Eu, senhores, ao ver aquele quadro infernal e sangrento, comecei a vislumbrar uns seres pequenos que, apinhados ao redor dos cadáveres, comiam as suas carnes. Naquele momento senti um desmaio passageiro e pude ver, senhores, que os seres dos quais acabei de falar fundiram-se em um ente só, de repugnante especto. Olhando para mim, disse-me as seguintes palavras: ´Deixei-o viver para que anuncie a minha vinda ao mundo´. Então, um incêndio começou a se alastrar pela cave...

Não pude mover um músculo sequer para mover-me e fugir e, quando o fiz, a mesma voz, a que me referi anteriormente, voltou a dizer: ´Vá e diga que Satanás está aqui´".

Isto é só uma parte desse aterrorizante documento que fala de demônios, de seres estranhos e de terríveis assassinatos ocorridos no interior do edifício.

Outra parte interessante desse documento é o que relata o alcaide Alonso Sans de Heredia. Em seu relato fala acerca do momento do sepultamento dos monges assassinados e alude a um fato insólito e, ao menos, estremece-dor. Conta que no momento do sepultamento, realizado nos terrenos da cave, e, diante de muitos compatrícios de Carmona, foi testemunha de "um fenômeno sobrenatural". Tal consistiu no obscurecimento do céu e, em meio a colunas de fogo, a visão de um rosto horrível que tinha a forma de um animal nocivo. Mais tarde, num raio fulminante, desceu uma luz branca e, sob esta, um ser de forma mais humana. Comenta que todo mundo saiu apavorado.

Outro momento estranho desse mesmo relato é a de uma tentativa de exorcismo por parte do povo, da qual derivou muito mais vítimas pelas mãos do próprio demônio. Depois desses fatos, mandaram salgar o lugar para expulsar o demônio e desapossar de todo mal aquele local sagrado.

Uma bula papal ordenou que fossem rezadas missas e realizadas procissões na cidade de Carmona. Todo o documento a que nos referimos foi assinado pelo arcebispo de Jarez da época e que, em sendo vero, conferiria uma aura de inquestionável credibilidade ao que aconteceu lá no século XVII.


Falam as testemunhas

A história moderna do edifício encontra-se repleta de relatos estranho e de estranhas experiências em seu interior. A fama de para-normalidade do edifício não passa despercebida aos que vivem próximos a Carmona e região, e muito menos aos pesquisadores que vêm ao lugar para cumprir a missão de cronistas do desconhecido.

Um dos ousados pesquisadores que vêm ao lugar, em numerosas ocasiões, é Francisco del Toro. Com seus equipamentos de investigação, foi ele uma das primeiras pessoas a pesquisar seriamente o que lá acontece. Foi precisamente durante uma de suas incursões, acompanhado pelas câmaras de "O Buscador de Histórias", da Tele5, que testemunhou um fato inusitado: "Foi muito estranho. Estávamos no interior do prédio quando o volumétrico de repente começou a soar, como se detetasse algo. Foi então que vimos uma espécie de luz, uma esfera luminosa ou algo parecido que avançava para o final de umas galerias. Foi muito estranho." Note-se que Francisco del Toro, juntamente com José Antonio Gallego, passou muito tempo no local, registrando tudo de anormal que ali acontece.

Encontramos outro testemunho em José Félix Durán, e seu relato é um exemplo vivo do que pode suceder a quem vem perturbar a quietude do velho edifício. De fato, a sua experiência foi tão intensa que, após ela, Durán abandonou a investigação paranormal. "Aquela incursão me retirou do mundo da investigação paranormal. Pusemo-nos a investigar atraídos pela curiosidade, e incentivados pela fama do lugar e pelos programas de mistérios.

Estando ali, começamos a ouvir ruídos estranhos, como golpes; os detetores começaram a soar; não estávamos sós e, de repente, começamos a ouvir passos que se acercavam de nós com um murmúrio distante, que se foi convertendo em uma espécie de salmo cantado devagar. Quando aquilo quase nos envolvia, saímos, como podíamos, por um dos vãos das janelas. Deixamos ali todo o equipamento e toda a nossa vontade de prosseguir na investigação. Foi algo aterrorizante. Em que pese haver passado quatro anos do acontecido, não se pode sequer fazer menção daquela experiência a meu companheiro Justo. Foi um choque para todos".

No lugar praticam-se sessões de ouija e não é estranho encontrarmos vestígios de estrelas de cinco pontas ou pentagramas desenhados ou executa-dados no chão, junto a velas negras, em todo tipo de adoração satânica ou práticas ocultistas. Registram-se casos – e há testemunhos deles – de visões de estranhos seres luminosos, ou esferas de luz que deambulam pelo resto do edifício, dotados de uma certa inteligência. Detetores que saltam e animais cuja presença no velho mosteiro enchem-no de inquietude... Estes são apenas alguns do fatos que têm ocorrido no "Mosteiro Maldito". A tudo isso deve ser adicionada a gravação de algumas psicofonias impactantes, recolhidas por Miguel Ángel Rodríguez. E não sabemos se como uma mera advertência ou como uma recordação de um passado tão obscuro quanto desconhecido, as vozes dizem assim: "não mais santo", "morte" e "reze aqui". Estranhas mensagens para um lugar não menos estranho...


Crônica do mistério, crônica de uma investigação

Levávamos quase um ano de silenciosa investigação no mosteiro, recolhendo informações, testemunhos, dados e coligindo provas ou vestígios do paranormal. Junto ao investigador Luis Mariano Fernánez – trazido "ex professo" de Málaga para a investigação –, encontravam-se os pesquisadores locais Jordi Fernández e José Manuel García Bautista, que eram esperados no edifício por duas testemunhas dotadas de certa sensibilidade, que tratariam de lançar maiores luzes sobre o mistério do lugar. Anoitecia, e uma inquietante bruma começou a apoderar-se da velha charneca; e, das brumas, sobressaía a sombria silhueta do maldito edifício "O Mosteiro dos Frades". No seu interior, os pesquisadores haviam passado boa parte do dia realizando todo tipo de provas, medições, experiências; entretanto, os fatos de maior importância ocorreriam justamente ao cair do Sol, com a vinda dessa eterna aliada que parece ser a noite.

Jordi Fernández se encontrava junto a Luis Mariano Fernández explicando-lhe todas as argumentações lendárias acerca do lugar e as práticas satânicas realizadas em seu interior. Acompanhava-os Maria José F. e Carnem R. Foi o pesquisador sevilhano José Manuel Garcia Bautista quem decidiu aventurar-se no segundo pavimento, após galgar uma escada já não mais existente, para tentar captar as esfera luminosas que haviam sido vistas por testemunhas nos dias anteriores. Um andar onde também se desenham penosas sombras humanas que parecem por ali vagar, ou formas amorfas e semi-humanas que se perdem onde, outrora, localizava-se o altar. Um buraco no chão adverte para o perigo do terreno quebradiço em que se pisa.

As testemunhas nos relatavam o seguinte:

"Em Carmona, todo mundo sabe o que acontece aqui. Poucos são os que falam, mas muitos os que vêm, e, após viverem todo tipo de experiências, optam por jamais voltar. Não sabemos se a lenda ainda vige ou não neste lugar, mas o certo é que aqui não é raro encontrarmos grupos de pessoas que vêm fazer ritos satânicos e invocar o Diabo..." E prosseguem: "Aqui acontece de tudo. Uma equipe de televisão saiu correndo um dia porque algo aconteceu a ela.

Habitualmente, bolas de luz são vistas, assim como vultos nas alas secundárias. Além disso, o lugar está carregado de negatividade, de maldade; aqui habita algo maligno, aqui vive o próprio Mal e, se ele se manifesta, podemos passar muito mal... Há anos, séculos, contornou-se o lugar de sal para aprisionar ou afugentar o Mal que aqui habita, mas creio que ele ainda está aqui, nem mesmo os párocos quiseram saber deste lugar". Carmen R. fazia um cometário que, em última análise, deveria ser quase profética: "Hoje não deveríamos ter vindo, o que está qui hoje não nos quer... nós incomodamos... Nós temos que ir ou algo de ruim pode acontecer."

Enquanto percorríamos cada uma das estâncias do lugar, Luis Mariano Fernández e o resto do grupo tiveram uma especial e desagradável sensação ao entrar no último cômodo da última ala do edifício. O pesquisador malaguenho assim narrava: "Era como se algo me tivesse provocado um mal-estar, ao entrar ali. Eu tinha uma sensação de estar sendo vigiado, de não estar só. Come se diz agora: era uma fria estar ali dentro". E assim o grupo desceu à desconjuntada cave, à cripta do edifício, a uma cripta na qual, conduzidos por Jordi Ferández, descobrimos um fato quase macabro...

No chão, restos de animais mortos quase mumificados... Ovelhas, um cordeiro e galinhas. Ao seu redor, algumas garrafas de rum e um recipiente que, no sentir de Luis Mariano Fernández, recordava as páticas de rituais afro-caribenhos, o que se confirmou após consultas a peritos no assunto. Animais a princípio usados para fins rituais no interior de um edifício outrora consagrado e hoje rendido ao Diabo. Depois de deixarmos a cripta, uma série de fatos inquietantes começou a se manifestar. Jordi Fernandes, acompanhado por Maria José e Carmen R., pôde observar, no compartimento do final da ala, um resplendor, algo que lhes chamou a atenção.

Mas quando todo corpo da equipe ali si encontrou, o fenômeno já havia passado. De volta à nave principal do edifício, começa uma rodada de entrevistas para o programa dirigido em Málaga por Luis Mariano Fernandez, "Meus Enigmas Favoritos". Luis vai entrevistando um a um dos presentes, registrando todos estes testemunhos em seu "minidisc". Frente a ele, José Manuel García Bautista filma todas as entrevistas, assim como diferentes tomadas do edifício.

Chegados ao centro das tomadas, começaram-se a escutar uns sons estranhos, provenientes do final da galeria, um excêntrico arrastar de pés que se movem lentamente de um lado para o outro, e cujo inequívoco ressoar não passa despercebido aos presentes. O som é extremamente insistente, a temperatura naquele lugar e no altar é recolhida por aparelhos de medição: -15º C!!!, o que é impossível, a menos que o paranormal esteja se manifestando, e José Manuel García Bautista decide abandonar os trabalhos de gravação, deixando-os a cargo de Ana M. – outra participante nessa noite de investigação – para ir pesquisar a procedência do som que parecia haver descido do pavimento superior e estar movendo-se nas proximidades do grupo; algo cuja aparência era invisível para todos.

Ao chegar ao lugar, somente uma extrema queda de temperatura se insinua, fato que não inquieta o sevilhano; todavia, ao girar a sua cabeça, algo o deixa petrificado, o mistério diante de si, o inólito se manifesta frente a ele; a uns escassos vinte metros pôde ver uma sombria personagem, uma silhueta luminosa que começa a deambular por toda segunda ala em direção ao final da galeria... José Manuel Garcia dá a voz de alerta e enceta uma carreira tão frenética quanto pavorosa atrás daquela silhueta luminosa. Atrás dele, somente podem segui-lo, a dura penas, os investigadores Luis Mariano Fernández e Jordi Fernández... o acidentado e perigoso terreno faz com que sigam com maior precaução, embora o sevilhano pareça dotado de uma velocidade insólita...Ao chegar, algo acontece.

Quando entra na sala, algo repele o pesquisador, que tomba inerte vários metros atrás, mas em segundos se recupera e trata de ganhar a entrada do cômodo, ficando quase ajoelhado. Assim narrava o sucedido: "Foi algo muito estranho. Durante toda a entrevista, Ana e eu tínhamos a sensação de passos atrás de nós. Já alertado, decido ir ver o que acontecia. De início nada, mas, ao olhar para cá, vi uma espécie de silhueta luminosa andar até esta sala. Isso significava que ela estava alerta e começou a correr até aqui; ao chegar, ao dobrar a esquina para entrar, deparei-me com um ser alto, luminoso mas sem fulgor, que me olhava com umas aberturas ou olhos negros... ao me aproximar, mais como resultado da inércia da velocidade que da vontade, algo me repeliu, me empurrou para trás, os ramos me frearam, mas era como se alguma coisa me houvesse repelido à aproximação Ao recobrar-me e tentar ganhar aquele espaço, aquele ser já havia desaparecido.

Foi tremendo! Atrás dele, Luis Mariano Fernández afirmava: "Houve um momento em que eu o vi voar pelo ar vários metros para trás. Aquilo era sobre-humano desde logo... era como se algo lhe tivesse empurrado e elevado vários metros. Foi muito forte." Jordi Fernandes e as garotas não tinham como explicar a vertiginosa carreira numa zona onde é impossível avançar a tal velocidade, a par do perigo da escuridão: "Creio que, se alguém caísse, morreria", afirmava o investigador. De volta, continua a rodada de entrevistas; é justamente durante ele que José Manel García perde a consciência e cai sobre o terreno, ficando inerte no chão. O grupo teme o pior... Produto da frenética corrida ou uma nova vítima do mistério por trás do enigmático fenômeno de repulsão física vivida minutos antes? Seja como for, ele jazia ali, enquanto o grupo tratava de reanimá-lo. Recobrada a consciência, após momentos muito tensos, Carmen R. pregunta ao grupo se não é hora de debandarem.

Algo foi notado, algo foi pressentido. Alguma inquestionável sensação volta a alertar os integrantes daquela investigação: "Ou vamo-nos embora agora, ou algo muito ruim vai acontecer". Depois do acontecido, todos se dispõem a recolher os equipamentos, mas algo, talvez esse Maligno, não queria que sua advertência caísse no esquecimento e que servisse para ocasiões futuras. Luis Mariano Ferández sofre um sério contratempo: ao andar, algo aravessa seu grosso calçado, fincando-se na carne de seu pé; em seguida, sente algo quente, e todos temem pelo pior. Um vidro perfurante, malignamente situado – quase que ai colocado maliciosamente –, atravessou a bota do malaguenho... como uma profecia, a noite não deixa de antepor contínuos incidentes e o ambulatório municipal de Carmona registra o ingresso de Luis Mariano Fernádez.

Aquele vidro apenas rasgou a pele do malaguenho, mas ainda assim ele requer atenção médica, como demonstra o registro da emergência. E, curiosamente, a história do mosteiro maldito não passa despercebida aos presentes no serviço médico, e um dos Auxiliares Técnicos Sanitários que atendem o paciente, ao sairmos, nos fala: "O amigo de vocês teve muita sorte. Um pouco mais e não somente o pé seria destroçado: teria sido fatal. Quase milagroso. Não sei como vocês puderam meter-se naquele local. É um lugar maldito, onde ocorrem muitas coisas estranhas; aquele solo está amaldiçoado de verdade. Não voltem lá." Malgrado o conselho, o malaguenho ainda queria voltar para prosseguir na noite de pesquisas, mas a prudência recomendava repouso: connosco, ele havia sido partícipe e testemunha do impossível, da essência mesma do mistério em uma noite de investigação que perdurará durante muito tempo em sua retina.

Epílogo para uma investigação sem igual

O "Mosteiro Maldito" não deixa de surpreender o pesquisador que vai a ele para desentranhar os seus mistérios e enigmas. Ao concluir nossa pesquisa, uma nova cripta é descoberta no lugar por Jordi Fernández, semissepulta e coberta pelos escombros desprendidos do edifício.

Uma nova morada subterrânea onde investigar e quem sabe a chave do mistério deste velho e maldito edifício... mas, estamos preparados para desvelar os seus segredos? Atrás ficaram horas de investigação, testemunhos e depoimentos, experiências, visões, aparições, círculos ou esferas luminosa, detetores que atestam a presença de algo que não podemos ver e que todavia nos acompanha, detetores térmicos que revelam flutuações impossíveis em um lugar onde o impossível parece ser o habitual. É a história de um lugar maldito, é a história de uma investigação no denominado "Mosteiro ou convento dos Frades" para uns e "Mosteiro do Diabo" para outros, porque aqui, dizem, é onde se encontra a morada do próprio Diabo.


Informaram os investigadores*: Luis Mariano Fernández, Jordi Fernández y Jose Manuel García Bautista

Em Servilha, 9 de março de 2008.
(*) Pesquisadores espanhóis de fenômenos paranormais.
Traduzido do espanhol por Paulo Soriano do site Contos Grotescos
#686
Por mais cético que você se considere, é bem possível que, em algum tempo distante, você tenha sentido medo de alguns fenômenos ou criaturas sobrenaturais. Nesse sentido, uma palavra capaz de nos deixar de cabelos arrepiados é "paranormal". Conheça a seguir algumas histórias bizarras envolvendo esse tipo de fenómeno:

1 – O fantasma das viúvas

Alguns homens da Tailândia são vítimas de um fenômeno conhecido como Síndrome dos Pesadelos de Morte. Todos eles morreram enquanto dormiam, e parece que quem os matou foram espíritos de viúvas, especialmente daquelas que tiveram uma morte violenta. O objetivo desses espíritos femininos é matar homens e tornar as almas dos mortos, seus novos maridos.
Nos anos de 1990, a Tailândia viveu com medo das tais viúvas da morte e, já que esses espíritos malignos atacavam apenas homens, muitos cuecas começaram a dormir maquiados e com as unhas pintadas, na tentativa de enganar os fantasmas.
Outra estratégia, ainda mais comum do que a anterior, consistia em esculpir pênis em madeira e deixar o falso membro ao lado da cabeça da possível vítima. Isso também parecia assustar a viúva fantasmagórica. Os homens de Ban Thung Nang Oak eram orgulhosos de seus pênis de madeira, que chegavam a medir quase 1 metro.
Alguns medrosos até mesmo faziam espantalhos com o pênis gigante, com alguns escritos como "caçador de viúvas fantasmas". Em um vilarejo, alguns rumores diziam que as viúvas já tinham almas masculinas o suficiente e que iriam começar a matar mulheres, para dar uma variada.
A verdade sobre as mortes: autópsias realizadas nos homens que morriam dormindo revelaram que eles apresentavam sinais de desnutrição, afinal muitos deles comiam apenas arroz doce, o que causava uma grande produção de insulina e também acarretava na falta de muitos outros nutrientes.

2 – O monge de Pontefract

Em 1970, um dos maiores casos de assombração de toda a Europa aconteceu em Pontefract, na Inglaterra. O fantasma em questão ficou conhecido como O Poltergeist de Pontefract ou, para os íntimos, Monge de Pontefract. O fantasma era, teoricamente, a alma de um sacerdote morto no século XVI.
Um dos relatos a respeito do fantasma vem da família Pritchard, formada por Joe e Jean e seus filhos Philip e Diane. Os quatro afirmavam que eram atormentados por um fantasma que eles começaram a chamar de Fred. De acordo com os relatos da família, Fred costumava jogar objetos, esfriar ambientes e deixar poças no chão. Além de tudo, Fred roubava sanduíches de presunto e deixava as maçanetas das portas da casa grudentas.
Fred ainda tinha outro costume feio: ele transportava ovos entre os cômodos e, claro, atirava-os só para fazer sujeira. Até aí parece que Fred era um Gasparzinho um pouco mais rebelde, mas, na verdade, ele era muito mais do que isso.
Um dos acidentes mais sombrios envolvendo a presença de Fred foi quando o espírito simplesmente agarrou Diane, quando ela tinha 12 anos, e a arrastou para o andar de cima pelo pescoço. O pescoço da garota chegou a ficar marcado. Como se isso não bastasse, Fred tentou estrangular a menina com fios elétricos.
A casa foi vistoriada por policiais, psíquicos e até pelo prefeito da cidade. O local foi considerado paranormal por alguns pesquisadores. Carol Fieldhouse acredita que a história é verdadeira, afinal ela mora na casa ao lado e afirma ver o fantasma rondando a região de tempos em tempos. Ela explica que não só viu Fred, como conversou com ele, que, de acordo com ela, tem mais ou menos 1,65 metro de altura.
Carol afirmou que o fantasma quer a casa vazia, do jeito que está agora. De acordo com ela, o espírito disse que, se alguém se mudar para lá, essa pessoa vai acabar indo embora em até 12 meses.

3 – O cemitério do mal

Se você estiver em Edimburgo, na Escócia, e quiser passar um pouco de medo, visite o cemitério Greyfriars, que é famoso pelos fantasmas mal-educados que o frequentam.
No local está a tumba de George Mackenzie, um advogado do século XVII, responsável pela morte de pelo menos 18 mil pessoas, o que rendeu a ele o apelido de "Mackenzie sanguinário".
Em 1999, um mendigo quebrou o túmulo de Mackenzie na tentativa de encontrar um lugar para se esconder do frio. Depois, ele caiu dentro do caixão e tudo começou a dar errado: o caixão desmoronou e ele, assustado, começou a correr, todo coberto de terra. Quem viu a cena foi um cuidador de cachorros, que achou que tinha visto um fantasma e entrou em desespero. O que ele não sabia era que o homem não era um fantasma e que a verdadeira assombração logo chegaria.
Várias pessoas começaram a registrar a ocorrência de eventos estranhos nos arredores do túmulo. A prefeitura até mesmo fechou o cemitério para o público até que o guia local de turismo, Jan-Andrew Henderson, marcou um tour-fantasma oficial. Desde então, 350 pessoas afirmam ter sido atacadas por um fantasma nos arredores do túmulo de Mackenzie.
Existem muitas histórias de pessoas que tiveram ossos quebrados na visitação e 170 turistas já desmaiaram durante o tour. Há outra cova que também pode ser o motivo das forças malignas no cemitério Greyfriars: a sepultura de um homem chamado Thomas Riddell, nome parecido com o original de Lord Voldemort, que é Thomas Riddle. O fato atrai fãs de Harry Potter frequentemente. Será que o feiticeiro das trevas existiu na vida real?

4 – O fantasma de South Shields

No segundo caso, falamos a respeito do que aconteceu em Pontefract, na Inglaterra, certo? Pois pertinho dali, em South Shields, outra história macabra marcou a cidade. Tudo começou em 2005, quando um jovem casal e seu filho de 3 anos de idade foram assombrados por um espírito maligno. O nome verdadeiro do casal não foi revelado, mas eles são conhecidos como Marc e Marianne.
Em uma noite, Marianne sentiu um cachorro de brinquedo do seu filho atingindo sua nuca. Ela acendeu a luz e viu outro brinquedo do filho voando em direção a ela. O casal se escondeu embaixo de um cobertor, mas sentiu que algo estava tentando puxar a coberta. De repente, Marc começou a gritar de dor e 13 arranhões apareceram em suas costas – na manhã seguinte, eles haviam sumido.
O fantasma demonstrou grande interesse em atacar os moradores da casa com os brinquedos do filho do casal. Itens como um cavalo de madeira e um coelho de pelúcia foram alvos do espírito transtornado, que chegou a cortar as patinhas do coelho.
Além disso, o fantasma deixou mensagens no quadro de escrever do garoto, com ameaças como "você está morto". A família pediu ajuda aos pesquisadores paranormais Mike Hallowell e Darren Ritson. Os dois afirmaram que o fantasma era real e, inclusive, escreveram um livro sobre o assunto.

5 – O assassino de cachorros

Uma família da cidade inglesa de Coventry virou assunto de jornal quando postou o vídeo que você vai ver abaixo. As imagens mostram a porta de um armário abrindo sozinha e uma cadeira sendo movida, também aparentemente sozinha, em um quarto. Lógico: o chão não aparece no vídeo. Idem para o interior do armário, então fica a dúvida a respeito da veracidade do material.
Lisa Manning, moradora da residência, afirmou que o fantasma existe de verdade, e que o espírito foi o responsável pela morte do cachorro da família, que foi misteriosamente empurrado escada abaixo. Para provar que estava certa, Lisa solicitou a ajuda de Derek Acorah, um especialista em fenômenos paranormais.
O especialista afirmou que um espírito furioso chamado Jim estava por trás das coisas que aconteciam na casa. Acorah fez um ritual e mandou o espírito embora, o que Lisa afirma ter acontecido de verdade e rapidamente. Será?

https://www.youtube.com/watch?time_continue=1&v=SF_Rf-Jttk4
#687
Paranormal (Geral) / A Quinta da Penha Verde
Setembro 25, 2018, 03:59:46 PM
A Quinta da Penha Verde


A Quinta da Penha Verde situa-se na Estrada Nova da Rainha, em Sintra, e é unida à Quinta da Fonte dos Cedros por uma ponte.

A 17 de Outubro de 1982, durante mais de 6 horas terão caído pedras do céu sobre dezenas de pessoas, obrigando os caseiros a chamar a GNR e os Bombeiros, que também foram atingidos pelas pedras.   

Através do jornalista Vitor Mendanha e do fotógrafo Hermínio Clemente, o "Correio da Manhã" publicou uma extensa reportagem intitulada "Choveram pedras durante 6 horas sobre uma mulher", acompanhada de fotografias do local dos acontecimentos e de alguns dos protagonistas.

"Durante mais de seis horas caíram pedras do espaço sobre dezenas de pessoas idóneas na Quinta da Penha Verde em Sintra, obrigando os caseiros a chamarem a GNR e os bombeiros daquela vila, os quais também foram atingidos pelos calhaus, respondendo a tiros de rajada sobre inexistentes apedrejadores. Este caso, a que até os soldados da GNR não atribuem razão natural, deu-se no passado domingo e teve como principal intérprete Elvira da Conceição Teodoro, mulher do caseiro Avelino da Costa Gonçalves que cuida, desde há bastante tempo, daquela quinta ... pertencente à família Ernesto Rau...".

Declarou José Ribeiro, dos Bombeiros Voluntários de Sintra:

"Domingo à noite...a GNR veio cá ao quartel pedir o nosso gerador e projectores. Quando chegámos à Quinta da Penha Verde chovia pedrada por todo o lado e os guardas andavam ao tiro para o ar e para as moitas, julgando tratar-se de homens que os estavam a apedrejar...".

Acrescentou o jornalista:

"O bombeiro José Ribeiro era acompanhado por outros colegas, como os soldados da paz Joaquim António e Eduardo Silvestre, e começou a fazer pouco da cena, dizendo não acreditar em bruxarias, mas foi nessa altura que lhe aconteceu algo de insólito...."

"Mal disse que não acreditava que estivesse a chover pedras, veio um calhau na minha direcção e, se não me afasto, partia-me a cabeça. Ainda está a marca no portão, e o mais esquisito é que as pedras estavam quentes... Por mais que ela (a mulher do caseiro) fugisse, os projécteis iam lá ter. A certa altura a mulher veio para junto do jipe da GNR e as pedras começaram a cair nesse local. Achei então que vinham do outro mundo pois, mesmo as que acertavam nas outras pessoas, como aconteceu com guardas, não magoavam, mas as que caíam sobre o jipe deixavam marcas na chapa... ".

Prosseguiu o articulista:

"Era já noite cerrada e mais de vinte homens da GNR, vindos dos quartéis de Sintra, Algueirão e Colares, tentavam descobrir ainda a razão da chuva de pedregulhos, alguns deles com o volume duma mão fechada... Também veio um carro-canhão dos BVS para disparar milhares de litros de água... Como, apesar da madrugada ir alta, não cessava o apedrejamento, as forças da ordem e os bombeiros, impotentes para resolverem o problema, regressaram aos quartéis para voltarem no dia imediato, segunda-feira, pois o fenómeno continuou, só terminando quando Elvira da Conceição Teodoro e os filhos abandonaram a quinta para irem viver numa pequena casa perto de Queluz...

O fenómeno das pedras voadoras começou pelas sete horas, quando o caseiro Avelino Gonçalves ouviu bater algumas no portão.... Recorda-se de a primeira sessão de pedrada ter sucedido em Abril do ano passado quando cavava batatas ... No entanto desta vez foi demais e até os cães ganiram e fugiram....

O local é isolado, no sopé da serra, a meio caminho entre Sintra e Monserrate.... No posto da GNR conseguimos falar com alguns soldados que lutaram contra as pedras na noite e madrugada do passado domingo, disparando tiros e sendo alvejados por algumas. Um deles garantiu-nos: as pedradas vinham de todos os lados, sem barulho, e uma delas caiu-me no braço, sem me magoar, apesar de ser grande. Outra atingiu um camarada meu na cabeça ... e nem sequer o feriu... Desde que vigiassem a mulher do caseiro com a luz dos projectores, os calhaus deixavam de cair mas, mal tiravam a luz de onde ela se encontrava, também a chuva de pedradas regressava em força...

Havia que procurar a principal vítima do apedrejamento sem explicação natural e encontrámos Elvira da Conceição Teodoro num bairro pobre perto de Queluz, rodeada pelos seus filhos, todos menores ... Aparenta 35 anos mas sofre de epilepsia desde muito nova e a sua vida tem sido um inferno ... Elvira da Conceição Teodoro não entrou em contradição sobre o que aconteceu na Quinta da Penha Verde, sendo o seu depoimento precisamente idêntico ao do marido, ao dos bombeiros e ao dos guardas da GNR...".
#688
"Casa assombrada em Alcântara recebe visitas guiadas à noite"

Reza a história que uma casa abandonada, em Alcântara, está assombrada. O Teatro Reflexo viu nela o cenário perfeito para visitas guiadas à noite, uma iniciativa nunca feita em Portugal.

Expectantes, os 16 curiosos murmuram sobre o que os espera antes da visita à casa-fantasma. Sofia e Luís, um jovem casal de namorados, acharam a ideia original e tencionam ser surpreendidos. Não sabem o que os espera, mas «o facto de ser um programa diferente com uma história e mistério associados» desperta-lhes a curiosidade. «Não é romântico, mas é um programa diferente».

E o que leva as pessoas a fazerem visitas durante a noite a uma casa que se diz assombrada? Na sala de espera, que funciona como uma galeria de arte, um grupo de amigos especula sobre as suas motivações. «Vim pelo desconhecido e pela excitação de não saber bem o que é. A ideia é experimentar a sensação do medo entre amigos. sozinha não vinha! imaginei uma casa antiga vazia, uns barulhos, umas almas penadas. o meu marido acredita em fantasmas, eu não». Cépticos ou não, todos vêm pelo medo do desconhecido, o coração a bater abruptamente, os arrepios sempre que se ouve uma história que foge ao convencional.

O casarão antigo, fechado há anos porque ninguém consegue permanecer nele durante muito tempo, vai ser demolido. até que isso aconteça, o proprietário convidou o encenador e director artístico do Teatro Reflexo, Michel Simeão, para dinamizar culturalmente o espaço. «Quando conheci a casa fiquei completamente fascinado. só a casa dá-nos tudo mas, além disso, comecei a ouvir histórias sobre as duas famílias que aqui viveram e soube logo o que queria fazer», conta Michel. A ideia partiu de um conceito existente no Reino Unido e nos EUA, onde se fazem este tipo de programas. Michel teve contacto com esta experiência há seis anos, quando visitou casas assombradas na Escócia. Decidiu manter a casa como a encontrou, sem decorar ou mudar as coisas de sítio, uma vez que já é assustadora o suficiente, oferecendo todo um imaginário fantasmagórico.

Não é a casa do terror da Feira Popular

Um aviso é feito desde logo pelos organizadores, para não equivocar os visitantes. «Isto não é a passagem do terror da Feira Popular». Durante a visita de 70 minutos, não há qualquer tipo de representação, apenas relatos das histórias que lhes chegaram aos ouvidos.

Sem luz eléctrica, apenas com foco, os participantes são convidados a explorar as divisões da casa apalaçada do século XIX, que pertenceu ao Conde da Ponte. No escuro, são relatadas as histórias e acontecimentos paranormais das famílias que habitaram a casa outrora. «Vamos sugestionando as pessoas a pensar noutras coisas para além do universo dos fantasmas. Há todo um universo de energia e fenómenos que não sabemos explicar, mas a nossa mente vai logo para o fantasmagórico», explica Michel.

O grupo quer desmistificar o medo e proporcionar uma experiência diferente, «aliciando as pessoas a fazerem determinadas coisas ao longo do percurso». Os participantes são expostos a situações de maior fragilidade com o intuito de se perceber como reagem à sugestão do medo. «Toda a experiência tem a ver com o tipo de pessoas que cá está, porque o medo é de fácil contágio. Se uma pessoa está ao nosso lado e se assusta, isso também nos vai assustar».

O encenador conta-nos que já houve pessoas que desistiram a meio por estarem altamente sugestionadas. «Há algumas que saem de lá disparadas porque ao mínimo de barulho que possam ouvir, como o estalar da madeira ou um carro a passar, é o suficiente para se assustarem».

Apesar de não acreditar neste tipo de coisas, Michel tem medo de permanecer sozinho na casa. «Não acredito em bruxas, mas que as há, há». Afirma que nunca viu nada mas que há uma coisa que lhe causa impressão. «O cão que anda sempre connosco não sobe para o segundo andar da casa, que é o sítio que dizem que tem uma carga mais pesada. Acredito que os animais têm um poder de sentir essas coisas».

Finda a visita, o grupo que coabitou o palacete cochicha a experiência (des)assombrada que sentiu na pele. Ou não. Cristina confessa que houve um momento em que sentiu medo «porque estava à espera de algo, que não chegou a acontecer». Paulo, que andou a vaguear pela escuridão sozinho, ficou decepcionado consigo mesmo. «Estava convencido que ia ter emoção e não senti nada. Estive a tentar ouvir barulhos e não ouvi nada, que chatice!».

As visitas, que começaram no dia 13 de julho, e acontecem às quartas e quintas-feiras, às 22h00 e às 00h00, já estão esgotadas até ao final do mês, mas poderão ser prolongadas até setembro. Homens e mulheres maiores de 16 anos testam os seus limites, temores e receios nesta iniciativa pioneira em Portugal. «Já fizemos uma sessão para uma despedida de solteira. Foi muito engraçado, houve gritos pela casa toda». Já os homens aparecem sempre com uma «postura de durões». «Quando se assustam há uma defesa muito grande que eles têm de impor e nota-se que se controlam mais para não mostrarem medo às namoradas».


https://www.sol.pt/noticia/26806
#689
Paranormal (Geral) / Casa Amarela De Ovar
Setembro 25, 2018, 03:58:21 PM
O edifício está abandonado há várias décadas e nem mesmo os residentes mais antigos da zona se lembram de conhecer os donos ou inquilinos.
      A sua história atormenta grande parte da população de ovar, e a história é a seguinte:
Era uma vez uma faustosa casa amarela, onde vivia uma família muito rica que tinha uma única filha, herdeira de todas as posses da família. E era uma vez um rapaz muito pobre que, contra tudo e todos, começou a namorar a jovem herdeira.

O pai da rapariga, chateado, resolveu terminar a história de amor com o mais irrevogável dos actos, atirando-os ao poço da casa que se situa no centro da sala principal sem uma pinga de compaixão, e lá os deixou morrer.
Mas os remorsos são o pior dos venenos, e assim sendo, dias depois, o próprio pai foi encontrado enforcado sobre o mesmo poço.
      Desde então, o casal assombra a casa, com o objectivo de proteger o seu amor incompreendido de qualquer outra intromissão, por isso se diz que já várias pessoas habitaram a casa, mas nunca conseguiram lá aguentar muito tempo.
A casa encontra-se na estrada de São João, junto ao Pingo Doce. A casa possui a porta arrombada e pode ser facilmente acedida, só que se encontra numa zona bastante movimentada, o que dificulta a infiltração despercebida. Eis algumas fotografias do interior da casa
      Há anos atrás tentaram deitar a casa a baixo, mas assim que as máquinas começaram a demolir os muros, desligaram-se misteriosamente, e começaram-se a ouvir gritos seguidos de sangue que escorria pelas velhas paredes.
Os trabalhadores aterrorizados não voltaram lá mais.
      Também já tentaram colocar vidros nas janelas, mas mal viravam costas, estalavam todos.
      Os últimos habitantes conhecidos foram uma família de ciganos que ao ver a mansão abandonada e longe de vigilância, acharam por bem ali ficar, mas foram-se embora na mesma noite deixando todos os seus pertences para trás.  esta casa situasse em São João de Ovar Junto ao Pingo Doce. Se quiserem procurar no google maps deixo-vos aqui as coordenas: Estrada são joão de ovar 470 ovar cord:40.865476, -8.610951
#690
Paranormal (Geral) / Termas de Água Radium, Sortelha
Setembro 25, 2018, 03:57:48 PM
Termas de Água Radium, Sortelha

A lenda diz que esta bela estrutura, no Distrito da Guarda, foi construída pelo Conde espanhol Don Rodrigo depois de saber que as "águas curativas" naturais poderiam curar a doença de pele de sua filha. Notícias das águas se espalharam rapidamente. Na década de 1920, o local tornou-se um spa restaurador conhecido como o Hotel Serra da Pena. Na realidade, as águas eram radioactivas, escorrendo de uma mina de urânio não muito longe. A radioactividade era toda a raiva nos anos 20 e 30, de modo que o local engarrafou a água de nascente e vendeu-a sob o nome de "Radium Water". É claro que, após a radioactividade foi estudada nos anos 40, tornou-se aparente que as qualidades de cura do rádio A água realmente levou o efeito oposto. O hotel saiu do negócio nos anos 50 e foi abandonado desde então. Diz-se que o local é assombrado por muitas pessoas que beberam da mola contaminada.

Localização: https://tinyurl.com/z4wgtv5