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Chat Geral & Off Topic / Pessoas Tóxicas
« Última mensagem por Mestre Cruz em Outubro 10, 2018, 04:49:37  »


Andam por aí, são tóxicas, e podem retirar-lhe a energia e o prazer de viver! Mas, só se permitir!

Todos os dias, pessoas e mais pessoas, passam por si, relacionam-se consigo, vivem consigo.

Pessoas sorridentes, com rostos felizes, expressões brilhantes e olhos cintilantes. Pessoas tristes, com rostos carregados, expressões sem esperança e olhos baços. Pessoas que sorriem, mas apenas por alguns segundos, que conseguem descontrair os músculos da face, mas logo os contraem, que olham para todo o lado, sempre a tentar descobrir quem podem “picar”, magoar e irritar.

Os primeiros seguem com as suas vidas. Os segundos tentam seguir. Os terceiros tentam “estragar” a vida dos outros. São os tóxicos! E, destes, há que manter a distância.

Existem pessoas que nos deixam irritados, cansados, ansiosos, contrariados, pressionados, culpados, e com vontade de fugir para bem longe.

Apesar de estarmos apenas alguns minutos com elas, a sensação é de que nos colocam uma tomada no cérebro e nos retiram toda a energia.

E perguntamo-nos: O que está acontecer comigo? Porque me faz sentir assim?

Encontrou as respostas?

E, quantas vezes foi mais simpático, mais compreensivo, mais perfeito? Quantas vezes não deu importância e fez de conta que nada se passava? Quantas vezes desculpou e passou à frente?

Aconteceu sentir-se melhor? Ou continuou a sentir-se “intoxicado”?

Pessoas tóxicas são pessoas que não lhe querem e não lhe fazem qualquer bem e que lhe podem fazer mal, isto é, se permitir que tal aconteça.

São pessoas prepotentes, autoritárias, negativas, pessimistas, insatisfeitas, conflituosas, neuróticas e sempre de mau humor, que o usam, não o respeitam, lhe complicam a vida, lhe mentem, o enganam, o humilham, o culpam, o manipulam, o agridem verbal, fisica e psicologicamente, o invejam, o tentam mudar a todo o custo, entre muitas outras coisas. Fazem-no repetidamente e, algumas, cronicamente.

Sonhos, ilusões, expectativas, fantasias, atração, encantamento, necessidades, interesses, esperança de mudança e, especialmente, porque pensamos gostarem de nós e fazerem-nos bem, permitimos que entrem na nossa vida.

Culpa, medo, crenças irracionais, dificuldade em dizer “Não”, auto-estima fragilizada, falta de confiança e insegurança, levam-nos a consentir que continuem na nossa vida.

No entanto, a “razão maior” porque continuamos com elas é porque escolhemos deixá-las permanecer na nossa vida.

Escolha ter na sua vida, quem Gosta de si, lhe quer e lhe faz muito bem!

A vida é um presente maravilhoso, com tempo definido.

O seu principal desafio é cultivar relações com pessoas positivas, optimistas, inspiradoras, bem resolvidas, resilientes, de bom humor, que o admirem, respeitem, incentivem, valorizem e reconheçam, potenciem as suas capacidades, apoiem e ajudem, aceitem como é, que o respeitem e lhe transmitam Paz e tranquilidade e, especialmente, que o estimulem a ser a melhor versão de si próprio.

Este é o grande desafio da sua vida!

Nunca aceite menos…

Características:

1. Pessoas arrogantes
Há uma grande diferença entre confiança e arrogância. Confiança inspira; arrogância intimida. Pessoas arrogantes sempre sabem mais e se sentem superiores aos outros. Elas nunca vão celebrar sua confiança, porque isso interfere na arrogância delas.

2. Pessoas vítimas
Uma das piores pessoas que você pode encontrar na sua vida são as que sempre se fazem de vítimas. Elas olham para seus próprios erros e sempre encontram alguém para culpar. Elas nunca se responsabilizam pelas vidas delas.

3. Pessoas controladoras
Elas sabem tudo e a melhor forma de fazer qualquer coisa, mas no fundo são pessoas extremamente inseguras. O problema é que enquanto você estiver rodeada por elas, você nunca terá chance de dar sua opinião ou ser escutado.

4. Pessoas invejosas
Elas nunca estão felizes com o que têm e são incapazes de ficarem felizes pelas boas coisas que acontecem com você. Elas acreditam que se alguma coisa benéfica tem que acontecer, deve ser com elas.

5. Pessoas mentirosas
Mentirosos crônicos são perigosos porque você nunca saberá no que acreditar. Você não poderá contar com as promessas deles ou suas palavras. Eles mentirão para você sobre outras pessoas e sobre outras pessoas para você.

6. Pessoas negativas
Você provavelmente deve conhecer alguém que vive irritado, ressentido, desconfiado de tudo. Negatividade destrói relacionamentos e passar tempo com pessoas assim dá a sensação de que estão sugando sua vida.

7. Pessoas gananciosas
Muito de nossa cultura nos guia para querer mais, alcançar mais, faturar mais. Até certo ponto isso é bom, mas se torna tóxico quando alguém quer tudo – o que é seu ou dos outros –, e o processo de conquistar essas coisas se torna mais importante do que até mesmo viver.

8. Pessoas que julgam
Há uma grande diferença entre julgar com base em dados objetivos e julgar apenas para criticar. Pessoas que julgam demais são rápidas para tirar conclusões que nem sempre se provam corretas. Elas são péssimas ouvintes e comunicadoras.

9.  Pessoas fofoqueiras
Elas conversam sobre os outros sem distinguir o que é especulação e realidade. Isso é uma forma de elevá-las acima de suas inseguranças. Poucas coisas são mais destrutivas do que fofocas.

10. Pessoas sem caráter
Se uma pessoa não tem integridade ou honestidade –  trair, manipular, fofocar fazem parte de suas atitudes diárias –, haverá poucas coisas que ela não faça para conseguir o que quer.

https://visao.sapo.pt/opiniao/bolsa-de-especialistas/2015-10-25-Pessoas-toxicas-mantenha-a-distancia-1
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Chat Geral & Off Topic / Tailândia - O magnífico Triângulo do Ouro
« Última mensagem por Mestre Cruz em Outubro 10, 2018, 04:48:40  »
O fantástico reino do Sião sobrevive nas antigas capitais de Ayutthaya e Sukhothai e nos plácidos montes que as abraçam. Com os seus canais e templos, Banguecoque é um emocionante ponto de partida para uma viagem que alcança as aldeias tribais do Triângulo de Ouro.

CHIANG MAI - É a cidade de referência para explorar as montanhas e povoados do Norte, com templos magníficos como os pagodes do Parque Nacional Doi Inthanon, na imagem.

É difícil escapar à magia de Banguecoque, uma das cidades mais dinâmicas do mundo. De entrada, o viajante fica fascinado pela beleza dos seus palácios e mosteiros, pela simpatia da sua população, pela riqueza do seu artesanato, pelo colorido dos seus mercados, pela delicadeza das suas danças e pelas delícias da sua gastronomia. Tudo isto temperado por um tráfego caótico, um comboio elevado e metro sempre apinhados, barcos e balsas agitados, táxis ruidosos, e claro, os tuk-tuks, os populares riquexós motorizados que serpenteiam pelas ruas no meio da Ásia. A Tailândia, porém, não é só Banguecoque, e quem procurar neste país algo mais do que as paradisíacas praias encontrará nas antigas capitais o nirvana da arte tailandesa.

A saída da capital também significa recriar a paisagem dos extensos arrozais da planície central do país, dos quais depende boa parte do sustento, felicidade e riqueza dos seus habitantes.
O coração da Tailândia bate nestas férteis planícies, nas quais ao longo da história se estabeleceram os seus grandes núcleos da civilização. Para se deslocar pelo interior do antigo reino do Sião, o veículo mais apropriado é o autocarro, embora Ayutthaya, o primeiro destino desta viagem ao passado tailandês, se encontre tão perto de Banguecoque (85 quilómetros) que é mais rápido entrar numa das carrinhas que se encontram perto da estação Victory Monument.

Ayutthaya, tal como Lopburi e Sukhothai, é uma cidade velha, que espelha o desenho arquitectónico da antiga capital, conjugado com uma cidade nova dotada de múltiplos serviços.

AYUTTHAYA - Com os seus 15 quilómetros quadrados, a antiga capital reúne palácios, canais e templos como o Wat Mahathat, na imagem.

Os tailandeses eram uma tribo proveniente da província chinesa de Yunnan que se instalou em território khmer. Mais tarde, a rebelião de algumas comunidades levou-as a avançar para sul em busca de um território onde pudessem estabelecer o seu próprio reino. Encontraram-no em Sukhothai. Abandonada no século XV, a cidade encontra-se 313 quilómetros a norte de Lopburi. O centro histórico tem menos de quatro quilómetros quadrados e é, tal como o de Ayutthaya, Património Mundial. Muitos pagodes dos seus 40 wat continuam de pé ou foram restaurados na altura em que o rei Vajiravudb (1910-1925) decidiu resgatá-la da selva que a invadira.

Sukhothai significa “amanhecer da alegria”, mas, actualmente, a capital do que fora um reino muito maior do que a Tailândia dorme o sono da história, enquanto a nova Sukhothai é uma insignificante cidade de
província com o mesmo nome. É preciso avançar mais 250 quilómetros para norte até voltar a encontrar em Chiang Mai, a principal cidade do Noroeste, o rebuliço e o colorido dos mercados de artesanato tailandeses.
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Chat Geral & Off Topic / A cobaia
« Última mensagem por Mestre Cruz em Outubro 10, 2018, 04:47:39  »


Tempos atrás três cientistas se reuniram para testar como um ser humano reage em situações de isolamento, escassez de água e comida.

Eles então desenvolveram um projeto bastante ousado que consistia em isolar um homem numa casa minuscula com apenas uma sala e um banheiro.

O homem teria que ficar lá até o seu corpo não aguentar mais, eles queriam testar como o corpo humano se adapta em total escassez de água e comida.

Algumas coisas foram entregues ao homem: Um cobertor, uma garrafa de água mineral, uma lata de atum e um abridor de latas.

Durante uma semana o homem não mostrava sinais de fraqueza e ainda lhe restava alguns goles de água.

Na segunda semana ele parecia meio abatido, pálido e sentia um pouco de frio.

A casa foi totalmente trancada e reforçada em caso dele perder o controle e abandonar o projeto.

Na terceira semana ele permaneceu deitado o dia todo, não se moveu em momento algum.

Os cientistas cogitaram a possibilidade de um coma ou um simples desmaio, mas não interviram.

Na quarta semana era possível notar o estado super avançado da desidratação, os cientistas observavam tudo através das câmeras e aplaudiam euforicamente.

Na quinta semana o homem se posicionou em frente a câmera, pegou o abridor de latas e começou a cortar pedaços de sua própria carne, ele comeu sua própria carne enquanto encarava a câmera.

O mais impressionante é que ele não demonstrava sentir dor nenhuma, os cientistas ficaram chocados.

Ele estava perdendo muito sangue, os cientistas resolveram intervir e fazer o procedimento de primeiros socorros.

Um dardo tranquilizante foi disparado nele para que os cientistas pudessem entrar em segurança.

Ele caiu no chão e os cientistas entraram, o lugar não estava sujo, não haviam fezes e nem urina.

Foi concluído que ele se alimentou de suas próprias necessidades fisiológicas.

Seus batimentos cardíacos foram medidos e para a surpresa de todos o coração dele batia cinco vezes mais forte do que o coração de um ser humano salvável.

Aquilo era impossível, não havia a menor possibilidade daquele homem estar tão bem.

O homem acordou durante os exames e arrancou com os dentes o nariz de um dos cientistas.

Os outros dois começaram a atirar, mas ele desviava rapidamente de todas as balas.

O homem saltou em cima deles pressionando suas cabeças contra o chão, ele pressionou com tanta força que as cabeças dos cientistas foram esmagadas.

Antes de matar o terceiro cientista ele pegou o nariz que estava no chão e começou a esfregá-lo na parede escrevendo uma frase.

A frase dizia: A morte me trouxe a vida, em troca eu lhes dou a dor.



Alguém conhece ou acha que seja verdade ?
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Chat Geral & Off Topic / Energia do pensamento e os problemas que pode causar
« Última mensagem por Mestre Cruz em Outubro 10, 2018, 04:46:57  »
Lembro de uma frase do filme do Superman, o dono do jornal dizia:
Existem 3 coisas que vendem jornal: tragédia, sexo e Superman.
De certo modo ele não está errado, mas na nossa dimensão existem 3 coisas que vendem jornal, revistas e geram ibope: tragédia , sexo e vida dos famosos.

O que mais aparece na TV é tragédia podem ter certeza, a tragédia gera milhões de lucro por mês, a rede Globo mesmo faturou muito dinheiro com o Caso de Isabella Nardoni, brasileiros infelizmente adoram desgraças e adoram no sentido de dar toda sua atenção e energia e principalmente quando há manipulação pela mídia, que faz as pessoas darem toda sua atenção.
Sou a favor sim de que as pessoas estejam informadas, porém não podemos ser urubus que se alimentam de sangue e morte.

Esse tipo de atenção faz nossa mente gerar pensamento baixos que se unem com o das mesmas pessoas formando uma onda de pensamento poderosa e negativa que só joga para baixo a vibração positiva.
Geralmente isso acorre quando, as pessoas chegam do trabalho, lá para as 18:30 (Que é o pior horário energeticamente falando), horário que estão esgotadas, ligam a tv colocam no jornal e dão toda sua atenção a tudo aquilo, uma seleção das piores coisas que ocorreram no país naquele dia e uma pequena revisão de coisas ruins que ocorreram na semana, não vemos quase nada de bom.

Esse mascaramento de coisas boas e a exposição excessiva de coisas ruins, faz as pessoas pensarem que o mundo está bem pior do que é e está.
Escutamos as pessoas falaram "Meu Deus este mundo está perdido" ou  "É o fim dos tempos".
São milhares de pessoas no mesmo horário vibrando isso, essa energia se junta e se materializa trazendo mais coisas ruins.
Essa maré de energia ruim contribui muito para o "semelhante atrai semelhante".

Madre Tereza dizia, "Jamais comparecerei a um comício sobre anti guerra. Se você tiver um comício sobre a paz, pode me convidar."

É um bom conselho, e cabe a nós assimilar!

(Retirado do google)
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Chat Geral & Off Topic / Quando a guerra parou para se comemorar o Natal
« Última mensagem por Mestre Cruz em Outubro 10, 2018, 04:46:17  »
Em Dezembro de 1914, suspendeu-se a guerra por umas horas e os soldados de ambos os lados das trincheiras voltaram a ser apenas civis.


Militares alemães e britânicos posam para a fotografia, em Ploegsteert, Bélgica, durante a trégua natalícia.


Em Dezembro de 1914, havia trincheiras nas frentes de batalha da Bélgica e da França. Os soldados disparavam através de uma terra-de-ninguém semeada de camaradas feridos e mortos. No dia 24 de Dezembro, porém, em certos pontos da frente ocidental, os alemães colocaram nos parapeitos das trincheiras árvores iluminadas e os Aliados juntaram-se a eles numa paz improvisada: foi a trégua de Natal da Primeira Grande Grande, cujo centésimo aniversário se celebrou em Dezembro de 2014.

A trégua “borbulhava a partir das fileiras” apesar dos éditos contra a confraternização, defende o historiador Stanley Weintraub. Depois de promessas gritadas entre trincheiras, alguns soldados dedicaram cânticos de Natal aos adversários. Outros emergiram para dar apertos de mão e partilhar cigarros. Muitos concordaram em estender a paz até ao dia de Natal para se poderem encontrar de novo e enterrar os mortos. Cada lado ajudou o outro a cavar sepulturas e a realizar homenagens fúnebres. Os soldados partilharam comida e presentes, trocaram botões de uniformes como lembranças e defrontaram-se em partidas de futebol.

“Ali ninguém queria continuar a guerra”, assegura Weintraub. Mas as altas patentes ameaçaram os soldados que fugiam ao cumprimento do dever. Com o início do novo ano, ambos os lados “continuaram o seu trabalho sombrio”, diz o historiador. Muitos recordaram carinhosamente a trégua nas cartas enviadas para casa e em notas dos seus diários: “Maravilhosamente espantoso, ainda que muito estranho”, escreveu um soldado alemão.

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Chat Geral & Off Topic / Qual é a verdadeira origem dos Idiomas ?
« Última mensagem por Mestre Cruz em Outubro 10, 2018, 04:45:37  »
A bíblia deixa bem claro que, no início da humanidade, todos falavam uma língua em comum, mas devido à história da Torre de Babel,  as pessoas começaram a falar línguas distintas. Será essa a verdade sobre a origem dos idiomas?


Cientificamente falando, há a hipótese de que realmente houve uma língua-mãe, e inclusive existe uma área da Linguística que pretende desvendar esse mistério. Mas, se confirmado que houve uma língua comum em um passado distante, como ela surgiu e porque houve essa separação linguística?
Saber como a língua surgiu é  uma tarefa bastante difícil para os que procuram pesquisar a fundo esse assunto, pois apesar de parecer evidente que em algum momento “alguém decidiu dar nome às coisas”, isso não justifica porque possuímos exclusivamente a capacidade de pensar e, consecutivamente falar. A princípio, sabemos que somos os únicos com essa capacidade.
A separação da suposta língua-mãe poderia ser justificada nesse “processo inicial de dar nome às coisas”, que com a separação da humanidade em várias regiões do planeta, isolados um dos outros, cada grupo “arrumou seu modo de dar nome às coisas”. Mas, porque a língua inicial foi esquecida, caso isso ocorreu?

Alguém tem alguma teoria ?
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Chat Geral & Off Topic / O Homem que Vendeu a Torre Eiffel
« Última mensagem por Mestre Cruz em Outubro 10, 2018, 04:44:43  »


Victor Lustig nasceu em 4 de janeiro de 1890 na antiga Boêmia (Áustria-Hungria), atual República Tcheca. Criado na alta burguesia, estudante brilhante, educado nas melhores escolas, fluente em várias línguas, tinha tudo para se tornar um grande advogado. De repente mudou para Paris com uma ideia fixa em mente: fazer fortuna por qualquer meio. E tornou-se um dos maiores impostores da história, ladrão, trapaceiro e um mentiroso excepcional.

Depois da 1° guerra mundial foi para os EUA aplicar seus golpes aprimorados de sedução e elegância. Com vários nomes falsos e usando seu charme europeu, famosos como Al Capone e outros mais foram trapaceados e roubados com muita classe e perfeição; jogos de cartas, máquinas de fabricar dinheiro, negócios imobiliários, apostas em cavalos, tudo era motivo para dar um bom golpe.

Com os bolsos cheios, voltou para Paris em 1925. ”Monsieur Comte Lustig”, como gostava de ser chamado, depois de esbanjar sua fortuna em bares, restaurantes e lojas luxuosas, procurou uma ideia nova para seu próximo golpe. A luz que precisava ele encontrou em um artigo sobre a dificuldade que a cidade de Paris estava tendo com os custos de manutenção e conservação da Torre Eiffel. O jornalista terminava seu texto dizendo que neste caso seria melhor vendê-la.

Lustig e um cúmplice americano, Dan Collins, planejaram um dos mais sensacionais golpes da historia da criminologia, a venda da Torre Eiffel. Com identidades e documentos falsos, o 1° Ministro da França e o Presidente da República Gaston Doumergue autorizaram os dois comparsas a vender as 7 mil toneladas de ferro, por lance secreto, aos cinco maiores sucateiros da França.

Para dar mais credibilidade às negociações, alugaram uma suíte no majestoso hotel de Crillon e, após um discurso envolvente com os interessados, finalizaram a encenação levando todos em luxuosas limusines a uma visita técnica à torre pois um deles seria, em breve, o novo proprietário. Foram tão convincentes que, na hora da visita, até os empregados da torre acreditaram serem eles verdadeiros representantes do governo. Uns dias depois Lustig recebeu uma proposta de André Poisson. Vendo a ingenuidade deste homem, ainda teve audácia de pedir uma comissão extra para ajudá-lo a ganhar a concorrência (comum entre políticos já naquela época). E foi a garantia que confirmou que estava tratando com uma pessoa séria. O pobre homem descobriu que tinha sido enganado ao buscar, na prefeitura, as planilhas de trabalhos para começar a operação de desmonte e recuperação do ferro da torre.

Após o golpe, Lustig e Collins se esconderam em Viena. Quando eles perceberam  que a “venda” não tinha sido noticiada nos jornais, voltaram a Paris para tentar aplicar o mesmo golpe para o segundo interessado da lista. Este, menos ingênuo, os denunciou à policia. Lustig e Collins escaparam pegando o primeiro navio para os Estados Unidos.

Em 1935, após uma série de trapaças, Lustig foi preso em Nova York. Um dia antes do julgamento ele conseguiu fugir com uma corda de vários lençóis. Capturado alguns dias depois, foi condenado a 15 anos de reclusão na ilha de Alcatraz.

Ele morreu em 11 de março de 1947, de pneumonia.

https://www.conexaoparis.com.br/2012/08/12/o-homem-que-vendeu-a-torre-eiffel/
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Chat Geral & Off Topic / Entrevista surreal com o Sr. Jose
« Última mensagem por Mestre Cruz em Outubro 10, 2018, 04:43:59  »

 ??? ??? ???

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Chat Geral & Off Topic / Foi descoberto uma bruxaria e acabam por marcar golo ---
« Última mensagem por Mestre Cruz em Outubro 10, 2018, 04:43:13  »



 :D :D :D :D :D :D :D :D :D :D :D :D :D :D   

O qua acham ?  ??? ??? ??? ??? ???
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Chat Geral & Off Topic / Concorda com a pena de morte ?
« Última mensagem por Mestre Cruz em Outubro 10, 2018, 04:41:24  »
Pena de morte ou pena capital é um processo legal pelo qual uma pessoa é morta pelo Estado como punição por um crime cometido. A decisão judicial que condena alguém à morte é denominada sentença de morte, enquanto que o processo que leva à morte é denominado execução. Crimes que podem resultar na pena de morte são chamados crimes capitais. A palavra capital tem origem no termo latino capitalis, que significa "referente à cabeça" (em alusão à execução por decapitação).[1]

Historicamente, a pena é utilizada em casos de assassinato, espionagem, estupro, adultério, homossexualidade, corrupção política (apostasia), e/ou de - não seguir a religião oficial em países teocráticos. Encontra-se abolida em quase todos os países da Europa e da Oceania. Na América do Norte, foi abolida no Canadá e no México e em alguns estados dos Estados Unidos. Na América do Sul, Brasil, Chile e Peru mantém a pena de morte legal em casos excepcionais, como crimes de guerra[2] Os Estados Unidos, a Guatemala e a maior parte do Caribe, da Ásia e da África ainda têm a pena de morte legalizada e a utilizam em diversos casos. Outros países, porém, como a Rússia tem a pena de morte legal, mas na prática, ela não é utilizada. A Organização das Nações Unidas, durante sua Assembleia Geral em 2007, também repugnou a legalidade e uso da pena de morte, advertindo os países a tornarem ilegal seu uso e que esse não seja reintroduzido. A União Europeia concordou com a decisão e atualmente nenhum país do bloco adota a pena capital.[3


https://pt.wikipedia.org/wiki/Pena_de_morte
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