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Chat Geral & Off Topic / O Paradigma Naturalista e a Proposta Criacionista
« Última mensagem por Mestre Cruz em Outubro 10, 2018, 05:13:47  »
Por Dr. Jónatas E. M. Machado, Universidade de Coimbra, Portugal

As propostas científicas baseiam-se em pressupostos estabelecidos por cientistas, os quais, sendo seres humanos, estão sujeitos tanto as tendências quanto as preferências pessoais. Um certo número de cientistas com as mesmas inclinações pode estabelecer não somente um paradigma científico como também toda uma metodologia para avaliá-lo.

Homens como Lyell, Darwin, Huxley, Haeckel, Oparin, Miller, Gould, Dawkins e muitos outros têm apoiado a posição que a ciência deve ser necessariamente naturalista.

Esta visão, que atualmente é em termos práticos global dentro da ciência, desconsidera qualquer formulação que apresente uma causa sobrenatural como explicação de fenômenos explícitos ou implícitos como a origem e o desenvolvimento da vida e do universo (entendese aqui por sobrenatural, uma causa que vá além da matéria, energia, espaço e tempo). Segundo esta posição, a “verdadeira ciência” só pode ser naturalista. Portanto, qualquer proposta que não seja naturalista, não poderá ser considerada científica. Do ponto de vista ideológico, é importante  observar que tal naturalismo não é neutro. Ele toma uma posição bem definida quanto a natureza da natureza”, a saber, uma compreensão estritamente física e materialista da natureza, excluindo a possibilidade de que a mesma tenha uma dimensão não material (como informação,  planejamento, design, etc).

Decorrente deste raciocínio, a possibilidade de uma criação sobrenatural é totalmente rejeitada logo de início, não por questões científicas mas sim ideológicas, deixando assim a única possibilidade admissível a de uma evolução cósmica e biológica aleatória.

Assim sendo, não é a pesquisa científica que demonstra a veracidade da evolução, mas sim a pressuposta “veracidade” da evolução, decorrente do paradigma naturalista, que determina quais fatos devem ser considerados verdadeiros e científicos e quais não.

Pode-se observar que, partindo-se do modelo naturalista, que exclui a priori causas sobrenaturais (como um design inteligente), a evolução cósmica e biológica passa a ser “verdadeira” mesmo antes dela ter sido avaliada empiricamente.

Sendo a evolução aleatória considerada como “verdade”, automaticamente concluise que a Terra deve ser muito antiga. Isto porque a proposta de uma Terra jovem não seria compatível com a idéia de uma evolução aleatória. Novamente percebe-se que esta é uma conclusão a priori. Pode-se notar aqui, que se as pesquisas e observações feitas por um cientista apontassem para uma Terra jovem, inevitavelmente isto comprometeria a evolução aleatória, e pelo paradigma naturalista, o tal deveria ser considerado falso ou não científico.

Assim, qualquer observação empírica, que aponte para uma Terra jovem (seja por meio de um desing inteligente ou uma criação inteligente e intencional), forçosamente teria que ser considerada como errada ou fora do domínio da ciência, por colocar em questionamento a antiguidade da Terra.

Isto significa que todas as evidências precisam ser selecionadas, interpretadas e organizadas de tal forma que sejam compatíveis com a premissa naturalista, e que forçosamente levem à posição de uma evolução aleatória, tanto da vida quando do universo, e da antiguidade da Terra. Essa tendência é facilmente detectada através da utilização contínua de premissas uniformitaristas, como taxas de erosão e de deposição de sedimentos, velocidade de deslocamento das placas continentais, e outras tais, para estabelecer a idade da Terra.

Invitavelmente, aceitando-se a priori como “verdadeira” a evolução aleatória tanto da vida como do cosmos, e por conseqüência uma Terra muito antiga, o próximo passo é aceitar como “verdadeiro” um Universo extremamente antigo.

Outra vez, teorias e pesquisas que possam ser chamadas “científicas” devem produzir uma data antiga para o universo, a fim de corroborarem com as premissas naturalistas.

Se pesquisas precisam produzir resultados admissíveis que corroboram com as premissas naturalistas, o “verdadeiro” cientista, que por definição deve ser um naturalista, não tem nenhuma outra alternativa a não ser a de confirmar as premissas naturalista e os “fatos” que elas estabelecem.

Assim sendo, não existe nenhuma alternativa científica que possa ser aceita pelos adeptos da posição científica atual, àquilo que foi previamente estabelecido pelas premissas naturalistas. Só os mais ingênuos do ponto de vista epistemológico, é que ficam impressionados pelo fato da “ciência” confirmar sistematicamente essas premissas em todas as disciplinas.

Caso um experimento, observação, ou ainda uma teoria não corrobore com as premissas naturalistas, por introduzir elementos não aleatórios, demonstrando uma inteligência sobrenatural, inevitavelmente deixará de ser considerado científico.

Na ciência de hoje, o paradigma naturalista determina a priori as evidências, os métodos e até mesmo os resultados “cientificamente corretos”, antes mesmo do trabalho científico iniciar-se.

Três conclusões práticas podem ser derivadas desde posicionamento atual chamado “científico”:

    1. Todo o conhecimento científico está fortemente condicionado à cosmovisão naturalista, o que impossibilita e reprime possíveis teorias que ofereçam explicações de caráter científico para situações não observadas como a da origem da vida, da Terra e do Universo (como por exemplo a teoria do Design Inteligente).

    2. A menos que premissas não naturalistas sejam igualmente aceitas, não será possível demonstrar ou até mesmo refutar a teoria da evolução cósmica e biológica, juntamente com o seu corolário obrigatório da antiguidade da Terra e do Universo.

    3. Dizer que o Criacionismo e o Design Inteligente não são posicionamentos científicos pelo fato deles não utilizarem-se das premissas naturalistas, não é uma avaliação correta e justa, dentro de qualquer contexto intelctual.

Tal posicionamento é uma expressão da preferência pelas premissas naturalistas e não pela pesquisa científica.

Referências

Para maiores informações sobre este assunto ler o artigo “Garbage ‘In”, Garbage ‘Out’”, do Dr. Jónatas E. M. Machado, Universidade de Coimbra, Portugal. O artigo pode ser encontrado na revista Universo Em Debate, (Associação Brasileira da Pesquisa Criacionista) Ano 1, Edição 1, p.5-7,15. (https://abpc.impacto.org e https://www.impacto.org.br)

Fonte: https://www.universocriacionista.com.br/content/blogcategory/2/28/
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Chat Geral & Off Topic / A Visão das Abelhas
« Última mensagem por Mestre Cruz em Outubro 10, 2018, 05:12:54  »


Você se lembra da última vez que viu uma abelha voando por ai? . Elas são muito interessantes de serem estudadas.

As abelhas são conhecidas como insetos. Na ciência elas são chamadas de artrópodes. Esta palavra é a junção de duas palavras da língua dos gregos antigos: arthros, que significa “articulado” e podos que signifca “patas”. Portanto, um dos significados de artrópodo é “pés com articulações”.

Embora as abelhas sejam muito conhecidas pelo mel que elas produzem, pouco se fala sobre o que a ciência tem aprendido delas.

Por exemplo, você sabia que o olho da abelha é muito diferente do nosso?

Os cientistas descobriram que a visão das abelhas é muito mais complexa do que se pensava.

Veja só este exemplo.

A televisão mostra aproximadamente 30 imagens diferentes por segundo. Porque o olho humano não consegue distinguir mais do que isso, a impressão que você tem ao assistir televisão é que as coisas estão se movimentando. Mas cada imagem é como uma fotografia. Cada imagem da televisão pode ser considerada como um flash de luz.

O olho da abelha é um olho composto. Isto significa que ele é formado por aproximadamente 6.300 pequenos receptores de luz hexagonais, chamado de omatídeos.

Através desses pequenos receptores, as abelhas conseguem distinguir até 300 flashes de luz por segundo! Lembre-se que nós, seres humanos distinguimos aproximadamente 30 por segundo. Isto faz com que elas, mesmo voando rapidamente, consigam distinguir cores e formas, como flores, árvores e pessoas.

Toda a informação recebida pelos olhos de uma abelha, é enviada para um pequeno cérebro com cerca de 1 milhão de neurônios, aproximadamente 0,01% do número de neurônios do nosso cérebro (0,01% é igual a um décimo de um milésimo da quantidade de neurônios do cérebro humano).

Isto tudo é algo fascinante e também muito intrigante. Coisas complexas como olhos e cérebros não são produzidos por processos aleatóreos e espontâneos como a teoria da evolução propõe. Seria como dizer que computadores e câmeras digitais aparecem sem que hajam engenheiros para projetá-los e construí-los. Isto não faria nenhum sentido!

O que dizer dos olhos e do cérebro de uma abelha?

Da próxima vez que uma abelha passar voando perto de você, lembre-se de que ela foi inteirinha projetada para fazer coisas e achar coisas que as nossas máquinas e computadores mais sofisticados não conseguem fazer, usando uma visão e um cérebro que a verdadeira Ciência sabe que não teriam aparecido pelos processos da evolução, mas sim pelo design inteligente de um Criador.

Fonte: https://www.universocriacionista.com.br/content/blogcategory/29/54/
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Chat Geral & Off Topic / Abraçar faz bem
« Última mensagem por Mestre Cruz em Outubro 10, 2018, 05:11:39  »


CIÊNCIA PROVA QUE ABRAÇOS CRIAM A MESMA RESPOSTA QUE MEDICAMENTOS

Um simples abraço pode ter efeitos psicológicos profundos como:
1. REDUZIR O MEDO DA MORTALIDADE
O que é muito interessante! Pesquisa publicada na revista Psychological Science mostra que abraços e simplesmente tocar em alguém reduz seu medo de mortalidade, acalmando os temores existenciais. “Toque interpessoal é um mecanismo tão poderoso que até mesmo objetos que simulam toque pode ajudar a incutir nas pessoas um sentido de significado existencial”, escreveu o pesquisador-chefe Sander Koole no estudo.
2. ABRAÇAR DIMINUI O SEU RITMO CARDÍACO
Em um experimento realizado na Universidade da Carolina do Norte, Chapel Hill descobriu que os participantes que não tiveram qualquer contato com os seus parceiros, desenvolveram uma taxa de 10 batimentos mais rápida por minuto. Comparativamente, as batidas do coração daqueles que fizeram contato com os seus parceiros não foram tão rápidas.
3. OS BEBÊS QUE SÃO ABRAÇADOS, EXPERIMENTAM MENOS ESTRESSE QUANDO ADULTOS
Se você quer ajudar o futuro, abrace um bebê! Um estudo da Universidade de Emory descobriu que, em ratos, toque e alívio de estresse estão conectados, especialmente no início da vida. O estudo descobriu que o mesmo vale para os seres humanos, notando que os bebês lidaram melhor com o estresse quando adultos quando mais abraçados.
4. MELHORIA DA FUNÇÃO IMUNOLÓGICA
Nova pesquisa mostra que os hormônios do abraço são o que chamam de imunorreguladora. Basicamente, esses hormônios têm um impacto profundo na forma como nosso sistema imunológico funciona. Isto está de acordo com a natureza relaxante de abraços. Se você quiser um sistema imunológico mais forte, abrace!
Muito interessante, não é? Talvez seja o momento de abrir um os abraços e abraçar alguém !
___
Traduzido pela equipe de O Segredo
Fonte: Higher Perspectives

https://aumagic.blogspot.pt/search?updated-min=2017-01-01T00:00:00-08:00&updated-max=2018-01-01T00:00:00-08:00&max-results=37
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Chat Geral & Off Topic / Negócios religiosos é… com o “escolhido de Deus”
« Última mensagem por Mestre Cruz em Outubro 10, 2018, 05:10:13  »
Angola tem 81 confissões religiosas reconhecidas pelo Estado/regime, sendo que as restantes funcionam congregadas em plataformas religiosas, numa altura em decorre o processo de organização e mapeamento das mesmas.




A informação foi avançada hoje, em Luanda, pela directora do Instituto Nacional para os Assuntos Religiosos (INAR) de Angola, Ruth Mixinge, à margem da palestra promovida pela instituição sobre a parceria entre o Estado e organizações religiosas na promoção da solidariedade social.

De acordo com a responsável, além das 81 confissões reconhecidas e legais, foram entretanto criadas, ao abrigo de novas orientações do Governo, diversas plataformas religiosas que congregam várias pequenas igrejas.

“Não vamos falar neste momento em números de igrejas não reconhecidas, mas vamos sim enfatizar mais efectivamente este trabalho que está sendo feito com vista a dar um cunho mais organizativo, mais congregador. Porque tendo as plataformas, vai ser mais fácil encontrar a ligação para permitir que as orientações e preocupações cheguem até o Estado”, acrescentou a directora do INAR.

Algumas destas plataformas foram criadas após o caso da seita “A Luz do Mundo” – liderada por Julino Kalupeteka e conhecida por advogar o fim do mundo -, em que fiéis e polícias se envolveram em confrontos, no Huambo, em Abril de 2015, causando diversos mortos e que levou à condenação do líder da organização a 28 anos de cadeia.

Segundo a versão oficial, contestada pela oposição angolana, estes confrontos terminaram com a morte de nove polícias e 13 fiéis.

Já em 2016, dez elementos desta seita, incluindo o seu líder, foram condenadas pelo Tribunal do Huambo a penas que totalizam quase 250 anos de cadeia.

De acordo com Ruth Mixinge, todas igrejas reconhecidas pelo Estado angolano devem pautar a sua acção na busca da garantia do bem-estar espiritual da pessoa humana.

“Todas as reconhecidas devem alistar-se em função da sua doutrina, em função da sua filosofia, em função das suas práticas, que devem ser práticas que garantam a segurança, a harmonia e o respeito pelos direitos humanos”, afirmou.

Questionada sobre a problemática das formas de actuação de algumas igrejas, Ruth Mixinge considerou “que a questão dos assuntos religiosos é transversal e não deve ser apenas responsabilizado o Estado” nesta matéria, “mas também as lideranças”.

Angola tem mesmo em preparação uma nova lei sobre a liberdade de religião e culto, que está em “processo de avaliação e de análise”, ainda sem data para entrar em vigor.

Um triste e dramático exemplo

Recordemos que as autoridades da província do Huambo encerraram coercivamente, em Abril de 2015, oito seitas religiosas ilegais entre 17 identificadas, processo que surge depois de confrontos entre a polícia e os seguidores de Kalupeteka.

“Vários mortos”, escreveu na altura a Lusa o que – no contexto da comunicação social portuguesa – significa todos os restantes órgãos que se limitam a reproduzir o que a agência escreve, mesmo quando, por exemplo, escreve que o Namibe é um país.

Em causa estavam e estão igrejas que funcionavam naquela província de forma ilegal, sem autorização ou reconhecimento do Estado, mas praticando o culto, cujos espaços de concentração foram selados pelas autoridades.

A responsável para os Assuntos Religiosos da Direcção Regional de Cultura do Huambo, Elisa Ginga, divulgou na altura que 58 igrejas estão reconhecidas na província, havendo registo de 41 não reconhecidas, 17 das quais sem qualquer tipo de documentação e foram encerradas.

“O processo vai continuar, muitas faltam ainda por encerrar”, disse a responsável, em declarações emitidas pela rádio pública angolana.

Segundo dados do INAR, que variam consoante as “ordens superiores”, cerca de 1.200 seitas funcionam de forma ilegal em Angola, tema que tem sido intensamente discutido devido ao desfecho do caso com a seita de Kalupeteka.
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Chat Geral & Off Topic / As fotos que Hitler tentou esconder
« Última mensagem por Mestre Cruz em Outubro 10, 2018, 05:09:30  »
Hitler foi um dos maiores ditadores que já viveu ao longo das épocas , gostava de se afirmar como um homem  forte em todos os lugares  e apenas mostrava o seu lado mais frio e negro , conhecido como um ditador louco quem diria  que ele também tinha um lado sensível e gostava de se sentir sexy ?

Deixo vos algumas fotos que ele tentou esconder para não perder a sua  famosa reputação









Ao que parece ele não gostou lá muito de elas e tentou esconde las por muito tempo por ter medo do que as pessoas iam pensar  , não quero imaginar quem as tirou e qual foi o seu castigo  :-X
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Chat Geral & Off Topic / Carta aberta a Donald Trump
« Última mensagem por Mestre Cruz em Outubro 10, 2018, 05:08:25  »


A carta aberta a Donald Trump de uma jovem portuguesa que está a incendiar as redes sociais

Querido Donald,

Não é assim que gostas de nos tratar? Só quero que saibas que não é assim que queremos ser tratadas. Cada uma de nós tem nome, sabes? Então, da próxima vez que te dirigires a nós, fá-lo com respeito!

Escrevo-te esta carta ainda neste doloroso dia 21 de Janeiro de 2017, um dia após te teres tornado presidente dos Estados Unidos da América. O motivo desta carta? Ainda não o revelo, mas quando chegar ao fim, vais entendê-lo na perfeição!

Hoje foi o dia das mulheres saírem à rua, mas não saíram sozinhas. Saíram com todas as pessoas que, de uma forma ou de outra, não estão de acordo com as tuas ideias e ideais. Homens, mulheres, crianças, idosos, imigrantes, pessoas com diferentes orientações sexuais, não vou conseguir enumerar todas, e peço desculpa por isso, mas felizmente houve muita adesão. Muito mais do que tu poderias imaginar!

A marcha foi “criada” com o intuito de mostrar a todos, mas em especial a ti, que os direitos das mulheres são direitos humanos! Não, nós mulheres não somos nojentas por amamentar os nossos filhos. Não, nós mulheres não devemos ter medo de perder os nossos filhos simplesmente porque somos mães solteiras ou porque temos uma mulher como companheira.

Nós, mulheres, somos muito mais do que tu pensas!

NÃO! NÓS, MULHERES, NÃO VAMOS FICAR SUJEITAS A ESTE TIPO DE VIOLAÇÃO DOS NOSSOS DIREITOS.

Só porque nasci com uma vagina em vez de um pénis, sou um ser inferior? Pensa ao contrário, querido Trump. Se fosses tu a nascer mulher, gostavas de ser constantemente humilhado e mal tratado? Gostavas de saber, logo à partida, que vais ganhar menos que um homem, sendo mais qualificado do que ele? Gostavas de andar na rua, à noite, com receio do que te poderia acontecer? Gostavas? Penso que não.

Faz-nos o favor de mudar. O machismo era para ter ficado lá trás, no século anterior, e não estar presente em 2017, muito menos personificado no presidente dos Estados Unidos da América. A forma como falas de nós não é digna, nem para uma boneca de porcelana…Então porque falas assim para mais de 50% da população mundial?

Eu não sou um objeto sexual. Eu não passo a ser “válida” profissionalmente por causa da minha aparência física, ou descontrolada, quando estou com o período. Eu não sirvo para ficar em casa a tomar conta dos teus filhos. Se os filhos também são teus, porque é que não ajudas em casa?

Trump, acho que a mensagem desta carta é simples e fácil de entender!

“Mulheres: temos de tratá-las como se fossem m****” não é o melhor lema. Não te esqueças que a nossa luta não começou hoje e já demos provas de que somos Capazes!

Mais uma coisa Trump: “Não sejas Trump”

Ana Beatriz Basílio, 17 anos

https://www.vamoslaportugal.com/noticias/a-carta-aberta-a-donald-trump-de-uma-jovem-portuguesa-que-esta-a-incendiar-as-redes-sociais?ref=AMIGO
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Chat Geral & Off Topic / Cientistas descobrem bolha roxa no fundo do Oceano
« Última mensagem por Mestre Cruz em Outubro 10, 2018, 05:07:02  »
Uma equipe de cientistas encontrou uma esfera roxa brilhante no fundo do mar que é realmente muito estranha e assustadora.

Um navio de investigação científica operado pela Ocean Exploration Trust, E/V Nautilus, está atualmente parado na costa da Califórnia, nos EUA, explorando uma das margens tectônicas mais ativas do nosso planeta. No começo da semana, o Nautilus usou um robô de mergulho chamado ROV para observar o fundo do mar e, quando estava espionando o que tem por lá, encontrou essa coisa roxa brilhante com alguns poucos centímetros de diâmetro.

Depois de algumas especulações sobre a natureza dessa bolha, os cientistas que comandavam o robô da Nautilus decidiram pegar a coisa e trazê-la para superfície, para que seja analisada cientificamente. Se for uma nova forma de vida, pode ser que eles demorem anos para identificar.

Uma coisa ainda mais estranha que aconteceu foi que, logo após a coleta da coisa, "a bolha começou a se desdobrar e revelou dois lóbulos distintos." É realmente algo bastante bizarro.

https://www.msn.com/pt-pt/noticias/tecnologia/cientistas-descobriram-uma-bolha-roxa-brilhante-misteriosa-no-fundo-do-oceano/ar-BBuY2Pb
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Chat Geral & Off Topic / Encontrou a sua Alma Gémea se:
« Última mensagem por Mestre Cruz em Outubro 10, 2018, 05:06:16  »
Fale em “almas gêmeas” quando estiver num grupo de pessoas, e com certeza algumas delas vão reagir com ceticismo. A ideia de que existe uma pessoa mágica para você, alguém por quem você se apaixonará instantaneamente e com quem nunca terá um desentendimento, simplesmente não é realista.

O que existe, sim — pelo menos para muitas pessoas — é uma pessoa que você conhece instintivamente, com quem você se conecta ao nível mais profundo e que lhe permite crescer como indivíduo dentro do relacionamento de vocês dois. Quando essa pessoa é sua parceira romântica, significa que você encontrou algo verdadeiramente especial.

Então como saber quando você encontrou “aquela” pessoa? Um grupo de especialistas em amor e relacionamento identificou os sinais mais reveladores.

1. Vocês se comunicam sem palavras

As pessoas que são almas gêmeas conseguem ler uma à outra como se fossem livros abertos. “Elas se conectam intensamente em todos os níveis”, disse ao Huffington Post a psicóloga clínica e especialista em relacionamentos Dra. Carmen Harra. “Uma delas pode concluir a sentença que a outra está formulando. Uma pode pegar o telefone para ligar para a outra no momento em que a outra está fazendo a mesma coisa. Ou elas podem sentir que não conseguem ficar longe uma da outra.”

A psicóloga clínica Dra. Sue Johnson, autora de Love Sense, disse que uma alma gêmea sabe reagir aos sinais emocionais que você transmite. “Sua alma gêmea fica ao seu lado quando você lhe faz confidências, lhe dá sua atenção plena e se aproxima para responder às suas necessidades, tocando sua mão quando você se sente um pouco insegura, sorrindo e abraçando-a quando você está feliz e reconfortando-a carinhosamente quando está triste.”

2. Você sente nas entranhas que encontrou sua “metade da laranja”

A frase segunda a qual “quando você sabe, sabe” se aplica no caso da ligação entre almas gêmeas. “Quando a pessoa que é realmente sua alma gêmea aparece à sua frente, você não tem dúvida alguma”, disse ao Huffington Post a pastora Laurie Sue Brockway, que celebra casamentos e é autora. “Geralmente há um sinal que lhe indica que o amor verdadeiro chegou: uma voz em sua cabeça, o sentimento de que reconhece essa pessoa ou a sensação profunda de que essa pessoa é alguém especial para você.”

3. A química física entre vocês é palpável...

...e a ligação elétrica que vocês sentem não se limita ao nível sexual. “Segurar a mão de sua alma gêmea faz seu espírito mergulhar num turbilhão, mesmo depois de o relacionamento durar anos”, disse Harra.

4. Vocês dois se sentem totalmente à vontade um com o outro desde o dia em que se conheceram

As almas gêmeas se relacionam facilmente desde o primeiro momento e deixam transparecer quem realmente são, sem medo de serem julgadas. “As almas gêmeas muitas vezes se sentem confortáveis na presença uma da outra, como se já se conhecessem”, disse Brockway. “Muitas pessoas dizem que com essa pessoa é mais fácil relaxar e se deixar ficar vulnerável.”

“A alma gêmea é a pessoa que se abre para você, que deixa você entrar, para que você possa enxergá-la”, Johnson acrescentou. “É o tipo de pessoa que se arrisca e divide com você seu mundo interior, suas emoções e necessidades.”

LEIA MAIS
- Por que eu odiava o termo alma gêmea (até ontem)

5. Mas o relacionamento não é tudo flores. Ele ou ela desafia você mais que qualquer outra pessoa

Não obstante o que as pessoas possam imaginar, a relação entre almas gêmeas nem sempre é tranquila. “A alma gêmea nem sempre aparece sob a 'embalagem’ perfeita, fisicamente ou termos de circunstâncias de vida, e o fato de ela ser sua alma gêmea tampouco quer dizer que a relação de vocês seja livre de dificuldades”, observou a autora Kailen Rosenberg, da agência de busca de parceiros The Love Architects. “Mas as diferenças nas circunstâncias de vida e os desafios reforçam os vínculos, tornando-se a cola que os mantém unidos ao longo dos tempos difíceis e ajuda cada um de vocês a ser mais autêntico.”

E há mais: nossa alma gêmea nos ajuda a evoluir como pessoas. “Às vezes o relacionamento com sua alma gêmea tem altos e baixos, e seu parceiro é uma pessoa que num primeiro momento o irrita e pisa no seu calo, pelo fato de lhe impor algumas das lições mais difíceis para a alma”, disse Brockway.

6. Vocês podem não concordar sobre cada detalhe, mas coincidem nas coisas que são realmente importantes.


“Um relacionamento entre almas gêmeas não quer dizer necessariamente que os dois parceiros sempre pensem igual, mas suas metas e ambições maiores coincidem”, disse Harra. “As opiniões sobre coisas menores podem diferir, mas as almas gêmeas geralmente possuem os mesmos valores e virtudes e enxergam o mundo sob a mesma ótica.”

7. O relacionamento proporciona um senso de calma interior aos dois parceiros

Quando você está com a pessoa errada, é evidente: você sente insegurança na relação e tem medo de desagradar a seu parceiro com qualquer passo em falso. Não é o que acontece com as pessoas que são almas gêmeas.

Quando você está com sua alma gêmea, “sente confiança que seu parceiro está com você para o longo prazo”, observou a especialista em namoro Tracey Steinberg, autora de Flirt For Fun & Meet The One. “Não importa o que aconteça na vida de vocês, ambos concordam que vocês formam uma equipe e estão juntos nessa. Sua voz interior lhe diz que vocês estão numa relação saudável. Vocês confiam um no outro, sentem-se autoconfiantes e à vontade um com o outro, seguros para discutir assuntos delicados de maneira madura.”

8. Você e seu parceiro têm identidades separadas, mas encaram o mundo juntos

“As almas gêmeas reconhecem que são duas partes do mesmo todo, e nenhuma influência ou questão externa é capaz de romper esse vínculo”, Harra comentou.

9. Talvez vocês já se conheçam há anos, mas de repente cada um se descobre apaixonado pelo outro ao mesmo tempo

O timing é tudo quando se trata do amor verdadeiro. “Já celebrei tantos casamentos de pessoas que se conheceram no colégio ou quando tinham 20 e poucos anos, talvez tenham saído juntos, terminaram, namoraram outras pessoas ou ficaram frequentando o mesmo círculo de amigos sem nunca ficarem juntas”, Brockway disse ao Huffington Post. “Então um dia elas se encontram novamente por acaso, às vezes de maneira mágica, e o amor floresce.” Fique com a cabeça e o coração abertos; assim, quando sua alma gêmea vier bater à porta, você estará preparado para atender.

https://www.huffpostbrasil.com/2014/07/07/alma-gemea-amor_n_5564933.html
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Chat Geral & Off Topic / Um Serial killer será obra do Demônio ?
« Última mensagem por Mestre Cruz em Outubro 10, 2018, 05:05:22  »
Existem várias definições para serial killer. No entanto, está mais ou menos predefinido que um assassino em série é um indivíduo que, em diferentes eventos criminais, assassina três ou mais pessoas, seguindo um mesmo padrão ou o mesmo ‘modus operandi’. A forma como mata é a sua ‘assinatura’.

Por norma, os serial killers dividem-se em dois grupos: o primeiro, os de tipo organizado, composto por indivíduos que aparentam ter um comportamento adequado à sociedade, fingindo no seu dia a dia serem cordiais e generosos. Planeiam bem os crimes, encobrindo todas as pistas. Estes indivíduos são, por norma, dotados de grande inteligência, enorme frieza e grande capacidade de gestão das suas emoções. O segundo grupo são os indivíduos do tipo desorganizado. Por norma, regem-se pela impulsividade. Os seus crimes são pouco planeados, surgem por impulso e deixam pistas.

A possibilidade de êxito da investigação é neste último caso maior.

Todos conhecemos histórias de serial killers, a mais famosa será porventura a de ‘Jack, o estripador’, que matou em Londres na segunda metade do século XIX e nunca foi apanhado. O cinema e a literatura  têm recorrido a estas figuras.  Mas será que em Portugal também existiram serial killers? A doutrina divide-se. Há quem diga que sim e há quem diga que não. Eu acredito que sim. São poucos os casos, mas efetivamente existiram indivíduos que se enquadram na definição de serial killer.

Assassina de bebés

Vejamos então quem foram estes criminosos:  o primeiro serial killer português terá sido uma mulher – Luísa de Jesus. Nasceu em Coimbra no ano de 1750, tendo sido morta por enforcamento no dia 1 de julho de 1772. Terá sido a última mulher a ser executada em Portugal, tinha então 22 anos e depois de ter sido acusada e condenada por ter assassinado 33 bebés, que haviam sido abandonados pelos pais e que ela ia buscar a instituições de caridade, que à data se chamavam a ‘Roda dos Enjeitados’. O móbil do crime era a vontade de se apoderar do enxoval dessas crianças e receber os 600 réis que eram dados pelo Estado a qualquer pessoa que fosse buscar uma criança para cuidar dela.


Já naquele tempo, século XVIII, a esperteza humana levava a que Luísa de Jesus utilizasse na maioria das vezes em que ia buscar os bebés nomes falsos, por forma a não ser identificada. Reza a história que confessou às autoridades 28 homicídios, apesar de lhe serem imputados 33 desses crimes. Numa busca à sua casa foram encontrados os restos mortais de 33 cadáveres, uns decepados, outros esquartejados. Antes de ser garrotada e queimada em execução pública foram-lhe cortadas as mãos, um facto inédito para as execuções de mulheres.

O segundo serial killer que podemos identificar em Portugal não era português de nascimento, mas sim galego – apesar de sempre cá ter vivido. Chamava-se Diogo Alves e é um caso abordado por vários autores em diversos livros publicados. Diogo Alves, nasceu no ano de 1810, em Santa Gertrudes, na Galiza, Espanha, tendo morrido por enforcamento público, no Cais do Tejo, em Lisboa, no dia 19 de fevereiro de 1841. Ficou conhecido como o ‘assassino do Aqueduto das Águas Livres’. Reza a história que formou uma quadrilha que se dedicava ao roubo e ao assassínio de pessoas. Ter-se-á perdido de amores pela dona de uma casa de fados de Lisboa de seu nome Gertrudes Maria, mas mais conhecida pela ‘Parreirinha de Alfama’. Terá sido também esta mulher que, na sua ânsia de ser cada vez mais rica, instigava o crime.

Um dos locais utilizados por Diogo Alves para roubar e matar as suas vítimas era o Aqueduto das Águas Livres de Lisboa, onde de madrugada esperava as vítimas para as roubar, atirando-as depois de uma altura de 65 metros, do Aqueduto abaixo.

Durante muito tempo pensou-se que aquelas pessoas, desesperadas com a crise económica que o país atravessava, subiam ao Aqueduto e ali punham fim à vida, saltando para a morte. Veio a ser identificado e detido pelas autoridades em 1840, na sequência do assalto à casa de um conhecido médico lisboeta. O assalto correu mal e  Diogo Alves assassinou toda a família do médico, inclusive os criados. Foram comprovados 17 homicídios, mas suspeita-se que tenha cometido mais de 70.

A história de Diogo Alves intrigou os cientistas da então chamada Escola Médico-Cirúrgica de Lisboa. Estes, numa ciência forense que dava os primeiros passos, logo após o enforcamento e na tentativa de compreender a origem da sua maldade, deceparam a cabeça de Diogo Alves, com o único fim de a estudarem. Esta encontra-se, ainda hoje, conservada num recipiente de vidro no teatro anatómico da Faculdade de Medicina da Universidade de Lisboa, onde uma solução de formol lhe perpetua a imagem de um homem com ar tranquilo – bem contrária ao homem que Diogo Alves foi.

Impulsos sexuais

Portugal conheceu um outro serial killer – Zé Borrego que afirmou em juízo que foi impelido por Nossa Senhora a vir para Lisboa com o objetivo de acabar com o pecado, que, para si, eram os homossexuais. Estávamos em 1960. Zé Borrego fez ao todo cinco vítimas, todos homens, todos homossexuais. O seu ‘modus operandi’ foi sempre o mesmo: seduzia um homem, levava-o para uma pensão de Lisboa para com ele manter relações sexuais, aí estrangulava-o, esquartejava-o e lançava os restos mortais ao rio Tejo. Zé Borrego acabou por se suicidar na sua cela.

O outro serial killer, que  nunca foi identificado pela polícia, ficou conhecido por ‘Estripador de Lisboa’. Este foi o nome dado pela imprensa portuguesa ao assassino de três mulheres, prostitutas, entre 1992 e 1993, uma em Lisboa e duas no concelho de Loures. A primeira vítima foi Maria Valentina, de 22 anos, conhecida no meio por ‘Tina’, e que foi encontrada sem vida, na manhã do dia 31 de julho de 1992, num barracão na freguesia de Póvoa de Santo Adrião. Terá sido morta com golpes de um objeto perfurante, que a atingiram no tórax e na barriga, tendo sido depois estrangulada, esventrada e cortada. O assassino remexeu e removeu alguns órgãos internos da vítima, tendo levado partes do intestino e do fígado.

A segunda vítima foi Maria Fernanda, de 24 anos, também prostituta e encontrada num barracão junto ao terminal de Entrecampos, na manhã de 2 de janeiro de 1993. Foi encontrada por trabalhadores da CP, que estavam ali a trabalhar na construção da ponte ferroviária. Foi também estrangulada, esventrada e cortada, tendo o assassino remexido e removido os mesmos órgãos da vítima. Levou também pedaços desses órgãos.

A terceira e última vítima foi Maria João, de 27 anos, também ela prostituta, encontrada a 15 de março de 1993, a cerca de cem metros do local onde a primeira vítima havia sido encontrada, na Póvoa de Santo Adrião. Tal como as duas vítimas anteriores, foi estrangulada, esventrada e cortada, tendo o assassino remexido nos órgãos, de que levou também alguns pedaços.

A PJ efetuou diligências, foram várias as linhas de investigação, nomeadamente a ligação entre as vítimas, todas prostitutas, a ligação de um eventual criminoso com este meio, a possibilidade do assassino ser alguém que tivesse contraído uma doença no contacto com prostitutas e daí os seus atos poderem ser uma vingança, a possibilidade de o assassino ser alguém estrangeiro, que periodicamente passasse por Lisboa... Depois de 15 de março de 1993 nunca mais houve outra morte. Em 2011 apareceu um autor confesso. José Pedro Guedes, de 46 anos, chegou a ser detido pela suspeita de ter assassinado as três prostitutas referidas, bem como uma outra mulher em Aveiro. No entanto, veio a ser libertado – tudo não passaria de um golpe publicitário ou uma brincadeira de mau gosto.

Um outro serial killer foi o denominado cabo Costa. António Luís Costa, cabo da GNR, nascido em 1952 em Santa Comba Dão, foi preso em 2006 e condenado em 2007 pela morte de três jovens raparigas, entre maio de 2005 e maio de 2006. A primeira jovem a ser assassinada foi Isabel Cristina Isidoro, que desapareceu a 24 de maio de 2005. O cadáver veio a ser localizado no dia 31, na Figueira da Foz, junto à foz do rio Mondego. Mariana Lourenço desapareceu a 14 de outubro. O seu cadáver só viria a ser recuperado em junho do ano seguinte e já depois da detenção do cabo Costa pela PJ. Foi o próprio quem indicou o local onde havia abandonado o cadáver. A terceira e última vítima foi Joana Oliveira, desaparecida a 8 de maio de 2006, tendo o cadáver sido recuperado também graças às instruções de António Costa, já depois da sua prisão, a 24 de junho de 2006. Inicialmente confessou todos os crimes – cujo móbil foi sempre questões relativas a impulsos sexuais –, mas mais tarde negaria. Foi condenado a 25 anos.

O último serial killer português, Francisco Leitão, mais conhecido por ‘Rei Ghob’, foi condenado pela autoria material de três homicídios – um rapaz e duas raparigas. Os corpos ainda não foram encontrados.

Leitão foi condenado pela morte de Tânia Ramos, que desapareceu a 5 de junho de 2008, de Ivo Delgado, desaparecido a 26 de junho desse mesmo ano, e de Joana Correia, desaparecida a 3 de março de 2010. Foram estes desaparecimentos que levaram a PJ a suspeitar de Francisco Leitão. As provas reunidas possibilitaram a condenação pela prática de três crimes de homicídio. Segundo o tribunal, estes três jovens foram assassinados por questões passionais: as duas raparigas mortas porque eram namoradas de jovens com quem o réu queria ter um caso amoroso, e Ivo Delgado por não ter querido voltar a ter qualquer envolvimento amoroso com Francisco Leitão, após o desaparecimento da sua namorada, Tânia Ramos.
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Chat Geral & Off Topic / 2045: Imortalidade?
« Última mensagem por Mestre Cruz em Outubro 10, 2018, 05:04:04  »
Um dos superpoderes que eu já quis ter foi a imortalidade, eu acredito que não fui o único e há muita gente que ainda sonha em ter, afinal ninguém quer morrer de verdade. No entanto, isso é história de filme de ficção científica, certo? Parece que não, pois o milionário russo Dmitry Itskov vai além da ficção e busca a imortalidade através da união da consciência humana com as máquinas.



O projeto é financiado desde 2011, junto com a 2045 Initiative. E a meta final seria conseguir transferir a mente de uma pessoa de um cérebro vivo para uma máquina, conservando a personalidade e a memória intacta.

A ideia é que se a mente se livrar de sua forma física, a pessoa poderia existir em uma rede similar à Internet e ser capaz de viajar à velocidade da luz por todo o planeta, inclusive para o espaço exterior. Mas não se trata somente da excentricidade de um velho milionário com medo da morte: Itskov tem um plano muito concreto e uma linha de tempo a seguir para os próximos anos.



Etapas:

1.Avatar A: Poder controlar uma réplica humana robô através de uma interface orgânica (brain-machine interface ou BMI, por suas siglas em inglês).

2. Avatar B: Em 2025, com a primeira etapa já concluída entrarão na fase do transplante, ou seja,irão transplantar um cérebro humano em um corpo artificial "ao final da vida da pessoa".

3. Avatar C: Em 2035, na terceira etapa, a memória e personalidade da pessoa deverá ficar intacta no mecanismo robótico, produzindo o almejado cyborg.(Dizem que para chegar a este ponto será necessário criar um modelo computadorizado da consciência humana).

4. Avatar D: Ultima etapa, no ano de 2045, estima-se que nessa fase a interface física é irrelevante, ou seja, as personalidades humanas salvas da morte e da carne poderão se manifestar em forma de hologramas e "viver" em forma de informação em um espaço similar à Internet de hoje.


Eu confesso que não acreditei muito na ideia, porém, Itskov, em seu Congresso Global, conseguiu atrair alguns dos cérebros mais importantes das pesquisas sobre imortalidade, robótica e cibernética, incluindo o diretor de engenharia do Google, Ray Kurzweil, e o diretor do Laboratório de Inteligência Robótica, Dr. Hiroshi Ishiguro. Tipos mais espiritualistas, como o Arcebispo de Ottawa e Lazar Puhalo, também participarão nas palestras.

 

E você, o que acha da ideia? Também quer ser imortal ?
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