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limpar as bruxarias 120 euros - ja pagou

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Espiritual / Processo reencarnatório
« Última mensagem por Mestre Cruz em Dezembro 27, 2019, 12:01:26  »
Processo reencarnatório

Cada um leva para a outra vida e traz, ao nascer, a semente do passado.

Essa semente há de espalhar os seus frutos, conforme a natureza, ou para nossa felicidade ou para nossa infelicidade, na nova vida que começa e até sobre as seguintes; uma só existência não basta para desfazer as conseqüências más de nossas vidas passadas.

 Ao mesmo tempo, os nossos atos cotidianos, ponte de nossos efeitos, vem juntar-se às causas antigas, atenuando-as ou agravando-as, e formam com elas um encadeamento de bens ou males que, no seu conjunto, urdirão a teia do nosso destino.

O homem constrói o seu próprio futuro.
Reencarnação nem sempre é sucesso expiatório, como nem toda luta no campo físico expressa punição.

Suor na oficina é excesso à competência. Esforços na escola é aquisição de cultura.

Fase Preparativa

Ocorre, nesta fase, na dimensão extrafísica: Escolha dos futuros familiares e pais biológicos, em função de compromissos, comprometimentos e vinculações cármicas:

• Estabelecimento do programa geral de futuras realizações e autorealizações no plano físico, tendo em vista os objetivos educativos a serem atendidos;

• Prévia escolha ou determinação de sexo genético, que se verifica de acordo com a respectiva sexualidade e características genético-espirituais do reencarnante e segundo determinantes cármicos conscienciais preexistentes, tendo em vista futuras realizações;

• Definição do tipo de reencarnação: compulsório ou de livre escolha; provacional; expiatória; sacrificial ou missionária.

• Execução do plano de associação e vinculação psicodinâmica, bioenergética, mental e afetiva - essa fase inclui os futuros pais gestantes e demais familiares, segundo as necessidades de harmonização, entendimento, apoio mútuo, afinidade, sintonia e ressonância.

Em conseqüência das necessidades e exigências específicas de bem cumprir os imperativos naturais das leis da vida, já citadas, nessa etapa da fase preparatória, o Espírito candidato à nova reencarnação passa a conviver no clima psicofísico e emocional dos futuros pais em especial, interagindo dinamicamente com os mesmos, procurando estabelecer as melhores relações de sintonia, afinidade e ressonância indispensáveis ao êxito da concretização do complexo e laborioso planejamento reencarnatório. Múltiplas operações bioenergéticas e magnético-espirituais podem ser realizadas pelos espíritos construtores nas intervenções que se fizerem necessárias na organização perispirítica do reencarnante. Para poder efetivar a ligação com a célula-ovo ou zigoto, a partir da fecundação propriamente dita, ocorre previamente no plano extrafísico, a miniaturização, que se caracteriza pela redução da forma perispirítica.

Com base na análise dos mapas cromossômicos e organogênicos, tais intervenções se fazem no sentido de orientar a modelagem bioenergética e genético-estrutural referente à embriogênese e morfogênese do futuro corpo físico, em consonância com a herança cármica e o programa de realização na nova experiência reencarnatória.

Efetuadas as operações de imantação e ligação do perispírito da consciência do reencarnante à célula-ovo, no terço médio da trompa de Falópio, segue-se a nidação no útero materno, com a participação mento-afetiva dos pais gestantes e do filho ou filhos reencarnantes.
Sintonia com o Perispírito Materno: À medida que o espírito se conscientiza da necessidade de renascer no cenário físico, inicia-se todo um processo de acompanhamento e orientação especializada no evento. Como temos, no planeta Terra, as Maternidades com ampla estrutura para acolher o recém chegado, no Plano Espiritual existe a correspondente equipe especializada que acompanha aquele que parte. As obras de André Luiz se referem à existência, na Colônia "Nosso Lar", do Ministério da Reencarnação, que coordena estas equipes.

Nos espíritos relutantes, que temem renascer e se recusam a receber o preparo necessário, há intensificação do desgaste de suas unidades energéticas e o torpor conseqüente os impele, compulsoriamente, ao retorno. Algo como se definhassem, morressem para a vida espiritual...

O organismo feminino é o privilegiado ninho que receberá o espírito reencarnante. As ligações afetivas ou os desafetos do passado, presos emocionalmente pelos vínculos energéticos, atraem a entidade ao campo vibratório que se lhe afiniza.

Além da ligação espontânea que se verifica, as equipes especializadas passam a dar assistênia e promover a progresiva ligação fluídica do espírito com os fluidos perispirituais da futura mãe. Desta aproximação vibratória do espírito à "candidata" a recebê-lo origina-se uma crescente interpenetração fluídica entre ambos. Estabelece-se um intercâmbio energético nas duas direções, com efeitos bilaterais. O espírito vê-se envolvido na malha energética que o prende suavemente como que expressando um convite ao regaço materno.

As ligações energéticas do espírito em vias de encarnar, que estavam ligadas superficial e globalmente ao perispírito materno, passam, num estágio, a se afunilar progressivamente, dirigindose para a região do aparelho reprodutor feminino, estabelecendo ligação mais forte com chacra genésico especializado para esta função. A esta altura, o envolvimento ainda não se efetuou ao nível de corpo biológico materno, mas os fluidos do espírito já buscam adentrar à matéria, irradiando sobre as células físicas pela sua simples presença.

No momento seguinte, a ligação da entidade reencarnante se fará através de suas expansões energéticas ao fluido vital do óvulo materno.

Como sabemos, todas as células vivas irradam um campo energético, decorrente da presença desta energia vital nelas existente. Esta energia vital é que confere o princípio vital ou princípio de vida a todos os seres biologicamente estruturados.

A semelhança semimaterial, ou energética, entre o fluido vital do óvulo e os fluidos perispirituais da entidade reencarnante é que permite a ponte necessária para se estabelecer a conexão indispensável à imantação do óvulo. ... o óvulo ainda não fecundado, magnetizado pelo envolvimento dos fluidos perispirituais do nosso personagem principal: o espírito reencarnante.

O óvulo assim magnetizado permanece irradiando, refletindo as energias do espírito. Passará a espelhar o padrão energético que traduz a real situação evolutiva do espírito. Conforme seu adiantamento moral e intelectual, expressará uma determinada freqüência de ondas em suas vibrações, que se refletirão nas energias que o óvulo irradiará envolvido por esta influência.

(Do livro "Gestação: Sublime Intercâmbio”, de Ricardo Di Bernardi).

Influências no Processo Reencarnatório:
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Espíritos Perturbadores: Desafetos, inimigos espirituais do espírito reencarnante ou dos pais.

Mãe Encarnada: Relação anímica, mediúnica, psico-afetiva e biológica (herança genética e gestação).

Pai Encarnado: Relação anímica, madiúnica, psico-afetiva e biológica (herança genética).

Espíritos Geneticistas: Espíritos de elevada hierarquia espiritual que atuam na relação afetiva-espiritual e no desenvolvimento do genótipo do reencarnante.

• O planejamento reencarnatório envolve complexas medidas dinâmicas e teledinâmicas de natureza bioenergética no plano extrafísico, de acordo com a "Genética Espiritual" e lei de Ação e Reação que estabelecem as condições orientadoras na execução do plano reencarnatório individual, de modo a permitir que cada Espírito herde de si mesmo, com a contribuição de seus pais no plano físico;

• Tal planejamento é orientado e administrado nos planos extrafísicos por entidades de elevada sabedoria e hierarquia espiritual. A maior parte da humanidade terrestre, encarnada e desencarnada, ainda se encontra nos primeiros estágios de evolução. Goza de autonomia muito restrita e não tem condições de usar o livre-arbítrio com discernimento;

• Quanto maior for o grau de evolução consciencial ao longo de seu continuum histórico palingenésico maior será a participação direta do espírito reencarnante em todas as fases do planejamento e execução de sua própria reencarnação, sob a assistência técnica dos "geneticistas" e "embriologistas", podendo participar da modelagem do futuro corpo físico, em obediência às leis da "herança espiritual" condicionantes da herança psicofísica biológica.

O Espírito encarnado ou desencarnado é assistido nas suas necessidades de auto-realização e progresso, de acordo com a lei de merecimento;

O Espírito candidato à nova experiência reencarnatória no plano físico passa por uma fase preparatória de análise e auto-análise através de um processo de profunda introspecção, mediante uma visão retrospectiva de sua história pessoal, valendo-se dos registros de sua memória absoluta, vê com clareza e em detalhes esclarecedores as ações pretéritas, podendo ser assessorado pelos mentores no planejamento de um novo projeto reencarnatório. Após esse exame analítico consciencial, cada espírito entra em uma nova etapa de programação da futura existência, em função de sua herança espiritual;

Providências gerais e específicas são tomadas no sentido de conjugar harmonicamente o livre-arbítrio e o determinismo da lei de causa e efeito, objetivando sempre o progresso e o aperfeiçoamento individual e coletivo;

Em obediência à lei de sintonia, afinidade e ressonância, cada espírito encontra-se ligado ao respectivo grupo familiar e racial, ao seu povo ou nação;

Desse modo, a escolha do grupo familiar e dos futuros pais obedece aos princípios gerais das leis citadas, em consonância com a respectiva herança consciencial, psicológica e espiritual. Essa herança fica registrada na memória genética perispirítica através das matrizes Psi dos respectivos genes. Estes irão se expressar por meio do genótipo ou fenótipo no plano biológico, através da organogênese do futuro corpo físico, com a contribuição biogenética dos respectivos pais.
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Espiritual / Tipos de Espíritos (segundo Allan Kardec)
« Última mensagem por Mestre Cruz em Dezembro 27, 2019, 11:59:53  »
Escala de Espíritos
Terceira Ordem – Espíritos Imperfeitos: Predominância da matéria sobre o espírito. Propensão para o mal. Ignorância, orgulho e egoísmo e todas as paixões que lhe são consequentes. Têm a intuição de Deus mas não o compreendem.Estes podem ainda dividir-se em cinco classes:
Décima Classe- Espíritos Impuros:  São inclinados ao mal, que fazem o objecto das suas preocupações. Como Espíritos, dão conselhos pérfidos, sopram a desordem e a desconfiança e camuflam-se de todas as formas para melhor poder enganar. Ligam-se a indivíduos de carácter fraco, conduzindo-os a maus caminhos, ao da perdição, a fim de de os fazer sucumbir à dura provação.
Nona Classe- Espíritos Levianos: Metem-se com tudo e com todos. Gostam de causar pequenos desgostos e ligeiras alegrias. Gostam de intriguir, de induzir maldosamente ao erro, por meio de intrigas e espertezas. Comunicando os seres humanos, mostram uma linguagem sem profundeza de ideias.
Oitava Classe- Espíritos Pseudo-Sábios: Possuem conhecimentos bastante amplos, no entanto sabem menos do que aquilo que aparentam. Demonstram uma linguagem cuidada e notoriedade, a fim de iludir a sua natureza , capacidades e luzes. É uma mistura de verdade e erro, sabedoria e orgulho.
Sétima Classe- Espíritos Neutros: Nem bons nem maus, apegam-se ás coisas deste mundo, das suas luxúrias que não abdicam de largar.
Sexta Classe- Espíritos Batedores e Perturbadores: Manifestam geralmente a sua presença por efeitos sensíveis e físicos, como barulhos e o deslocamento de objectos no ar. Afiguram-se, mais de que os outros, presos há matéria.
Segunda Ordem- Bons Espíritos: Predominância do Espírito sobre a matéria; desejo do bem. As suas qualidades e poderes para o bem estão proporcionados em relação ao grau de qualidades que haverão alcançado. Uns têm a sabedoria, outros a ciência e outros ainda a bondade. Outros reúnem ainda estas três qualidades. Compreendem Deus e o infinito. São felizes pelo bem que fazem e pelo mal que impedem. Como espíritos suscitam bons pensamentos, afastam os homens dos caminhos errantes e ainda os protegem dos espíritos imperfeitos. Têm, no entanto, de passar ainda por durar provas para alcançar a perfeição. Dividem-se ainda em quatro classes:
Quinta Classe- Espíritos Benévolos: Têm como objectivo o seriço aos homens e protegê-los. Evouíram mais nos sentido moral que intelectual
Quarta Classe- Espíritos Sábios: preocupam-se essencialmente com a amplitude dos conhecimentos.
Terceira Classe- Espíritos de Sabedoria: As qualidades da ordem mais elevada são as que os caracteriza.
Segunda Classe: Espíritos Superiores: Reúnem a Ciência, a Sabedoria e a Moral em si. Comunicam-se complacentemente com os que procuram de boa-fé a verdade e cuja alma já está desprendida das ligações terrenas para compreendê-la.
Primeira Ordem: Espíritos Puros
Nenhuma influência da matéria. Superioridade Moral e intelectual absoluta. Os espíritos que a compõem percorreram todos os graus da escala e despojaram-se de todas as impurezas da matéria. Não estão sujeitos á reencarnação de corpos perecíveis.
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Espiritual / Manifestações Espíritas De Allan Kardec Obras Póstumas
« Última mensagem por Mestre Cruz em Dezembro 27, 2019, 11:59:01  »
As manifestações visuais ocorrem ordinariamente durante o sono, por meio dos sonhos: são as visões. As aparições propriamente ditas dão-se no estado de vigília, estando aqueles que as percebem no gozo pleno de suas faculdades e da liberdade de usar delas. Apresentam-se, em geral, sob forma vaporosa e diáfana, algumas vezes vaga e imprecisa. Frequentemente, não passam, à primeira vista, de um clarão esbranquiçado, cujos contornos pouco a pouco se acentuam. Doutras vezes, as formas se apresentam nitidamente desenhadas, distinguindo-se os menores traços do rosto, ao ponto de poder-se descrevê-lo com precisão. Os ademanes e o aspecto assemelham-se aos que o Espírito tinha quando vivo.

Podendo assumir todas as aparências, o Espírito se apresenta debaixo daquela que mais reconhecível o possa tornar, se o quiser. É assim que, embora como Espírito nenhuma enfermidade corpórea lhe reste, ele se mostrará estropiado, coxo, ferido com cicatrizes, se isso for necessário a lhe comprovar a identidade. O mesmo se observa com relação ao traje. O dos Espíritos que nada conservam das fraquezas terrenas, aquele de ordinário consta de amplos panos flutuantes e de uma cabeleira ondulante e graciosa. Amiúde os Espíritos se apresentam com os atributos característicos de sua elevação, como: uma auréola, asas os que podem ser considerados anjos, resplandecente aspecto luminoso, enquanto outros trajam as que recordam suas ocupações terrestres. Assim, um guerreiro aparecerá com a sua armadura, um sábio com livros, um assassino com um punhal, etc. A figura dos Espíritos superiores é bela, nobre e serena; os mais inferiores têm qualquer coisa de feroz e bestial e, por vezes, ainda mostram vestígios dos crimes que cometeram ou dos suplícios por que passaram, sendo-lhes essas aparências uma realidade, isto é, julgam-se quais aparecem, o que é para eles um castigo.

 O Espírito que quer ou pode realizar uma aparição toma por vezes uma forma ainda mais precisa, de semelhança perfeita com um sólido corpo humano, de sorte a causar ilusão completa e dar a crer que está ali um ser corpóreo. Nalguns casos e dadas certas circunstâncias, a tangibilidade pode tornar-se real, isto é, pode-se tocar, apalpar a aparição, senti-la resistente como um corpo vivo e com o calor que se observa neste, o que não impede que ela se desvaneça com a rapidez do relâmpago. Pode, pois, uma pessoa estar em presença de um Espírito, trocar com ele palavras e gestos ordinários e supor que se trata de um simples mortal, sem suspeitar sequer que tem diante de si um Espírito.

Qualquer que seja o aspecto sob que se apresente um Espírito, ainda que sob forma tangível, pode ele, no instante em que isso se dê, somente ser visível para algumas pessoas. Pode, pois, numa reunião, mostrar-se, apenas, a um ou a diversos dos que nela estejam. De dois indivíduos que se achem lado a lado, pode acontecer que um o veja e toque e o outro nem o veja, nem o sinta. O fenómeno da aparição a uma só pessoa, entre muitas que se encontrem reunidas, explica-se por ser necessária, para que ele se produza, uma combinação do fluido perispiritual do Espírito com o da pessoa. E, para que isso se dê, é preciso que haja entre esses fluidos uma espécie de afinidade que permita a combinação. Se o Espírito não encontra a necessária aptidão orgânica, o fenómeno da aparição não pode reproduzir-se; se existe a aptidão, o Espírito tem a liberdade de aproveitá-la ou não. Daí resulta que, se duas pessoas igualmente dotadas quanto a essa aptidão se encontram juntas, pode o Espírito operar a combinação fluídica apenas com aquela das duas a quem ele queira mostrar-se. Se não a operar com a outra, esta não o verá. É como se se tratasse de dois indivíduos cujos olhos estivessem vendados: se um terceiro quiser mostrar-se a um dos dois apenas, somente dos olhos desse retirará a venda. A um, porém, que fosse cego, nada adiantaria a retirada da venda: ele, por isso, não adquiriria a faculdade de ver.

São muito raras as aparições tangíveis, sendo, no entanto, frequentes as vaporosas. São-no, sobretudo, no momento da morte. O Espírito que se libertou como que tem pressa de ir rever seus parentes e amigos, quiçá para avisá-los de que acaba de deixar a Terra e dizer-lhes que continua a viver. Recorra cada um às suas lembranças e verificará que muitos fatos autênticos desse género, aos quais não foi dada a devida atenção, ocorreram, não somente à noite, mas em pleno dia e em completo estado de vigília.
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