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Chat Geral & Off Topic / Carta aberta a Donald Trump
« em: Outubro 10, 2018, 05:08:25  »


A carta aberta a Donald Trump de uma jovem portuguesa que está a incendiar as redes sociais

Querido Donald,

Não é assim que gostas de nos tratar? Só quero que saibas que não é assim que queremos ser tratadas. Cada uma de nós tem nome, sabes? Então, da próxima vez que te dirigires a nós, fá-lo com respeito!

Escrevo-te esta carta ainda neste doloroso dia 21 de Janeiro de 2017, um dia após te teres tornado presidente dos Estados Unidos da América. O motivo desta carta? Ainda não o revelo, mas quando chegar ao fim, vais entendê-lo na perfeição!

Hoje foi o dia das mulheres saírem à rua, mas não saíram sozinhas. Saíram com todas as pessoas que, de uma forma ou de outra, não estão de acordo com as tuas ideias e ideais. Homens, mulheres, crianças, idosos, imigrantes, pessoas com diferentes orientações sexuais, não vou conseguir enumerar todas, e peço desculpa por isso, mas felizmente houve muita adesão. Muito mais do que tu poderias imaginar!

A marcha foi “criada” com o intuito de mostrar a todos, mas em especial a ti, que os direitos das mulheres são direitos humanos! Não, nós mulheres não somos nojentas por amamentar os nossos filhos. Não, nós mulheres não devemos ter medo de perder os nossos filhos simplesmente porque somos mães solteiras ou porque temos uma mulher como companheira.

Nós, mulheres, somos muito mais do que tu pensas!

NÃO! NÓS, MULHERES, NÃO VAMOS FICAR SUJEITAS A ESTE TIPO DE VIOLAÇÃO DOS NOSSOS DIREITOS.

Só porque nasci com uma vagina em vez de um pénis, sou um ser inferior? Pensa ao contrário, querido Trump. Se fosses tu a nascer mulher, gostavas de ser constantemente humilhado e mal tratado? Gostavas de saber, logo à partida, que vais ganhar menos que um homem, sendo mais qualificado do que ele? Gostavas de andar na rua, à noite, com receio do que te poderia acontecer? Gostavas? Penso que não.

Faz-nos o favor de mudar. O machismo era para ter ficado lá trás, no século anterior, e não estar presente em 2017, muito menos personificado no presidente dos Estados Unidos da América. A forma como falas de nós não é digna, nem para uma boneca de porcelana…Então porque falas assim para mais de 50% da população mundial?

Eu não sou um objeto sexual. Eu não passo a ser “válida” profissionalmente por causa da minha aparência física, ou descontrolada, quando estou com o período. Eu não sirvo para ficar em casa a tomar conta dos teus filhos. Se os filhos também são teus, porque é que não ajudas em casa?

Trump, acho que a mensagem desta carta é simples e fácil de entender!

“Mulheres: temos de tratá-las como se fossem m****” não é o melhor lema. Não te esqueças que a nossa luta não começou hoje e já demos provas de que somos Capazes!

Mais uma coisa Trump: “Não sejas Trump”

Ana Beatriz Basílio, 17 anos

https://www.vamoslaportugal.com/noticias/a-carta-aberta-a-donald-trump-de-uma-jovem-portuguesa-que-esta-a-incendiar-as-redes-sociais?ref=AMIGO

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Uma equipe de cientistas encontrou uma esfera roxa brilhante no fundo do mar que é realmente muito estranha e assustadora.

Um navio de investigação científica operado pela Ocean Exploration Trust, E/V Nautilus, está atualmente parado na costa da Califórnia, nos EUA, explorando uma das margens tectônicas mais ativas do nosso planeta. No começo da semana, o Nautilus usou um robô de mergulho chamado ROV para observar o fundo do mar e, quando estava espionando o que tem por lá, encontrou essa coisa roxa brilhante com alguns poucos centímetros de diâmetro.

Depois de algumas especulações sobre a natureza dessa bolha, os cientistas que comandavam o robô da Nautilus decidiram pegar a coisa e trazê-la para superfície, para que seja analisada cientificamente. Se for uma nova forma de vida, pode ser que eles demorem anos para identificar.

Uma coisa ainda mais estranha que aconteceu foi que, logo após a coleta da coisa, "a bolha começou a se desdobrar e revelou dois lóbulos distintos." É realmente algo bastante bizarro.

https://www.msn.com/pt-pt/noticias/tecnologia/cientistas-descobriram-uma-bolha-roxa-brilhante-misteriosa-no-fundo-do-oceano/ar-BBuY2Pb

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Chat Geral & Off Topic / Encontrou a sua Alma Gémea se:
« em: Outubro 10, 2018, 05:06:16  »
Fale em “almas gêmeas” quando estiver num grupo de pessoas, e com certeza algumas delas vão reagir com ceticismo. A ideia de que existe uma pessoa mágica para você, alguém por quem você se apaixonará instantaneamente e com quem nunca terá um desentendimento, simplesmente não é realista.

O que existe, sim — pelo menos para muitas pessoas — é uma pessoa que você conhece instintivamente, com quem você se conecta ao nível mais profundo e que lhe permite crescer como indivíduo dentro do relacionamento de vocês dois. Quando essa pessoa é sua parceira romântica, significa que você encontrou algo verdadeiramente especial.

Então como saber quando você encontrou “aquela” pessoa? Um grupo de especialistas em amor e relacionamento identificou os sinais mais reveladores.

1. Vocês se comunicam sem palavras

As pessoas que são almas gêmeas conseguem ler uma à outra como se fossem livros abertos. “Elas se conectam intensamente em todos os níveis”, disse ao Huffington Post a psicóloga clínica e especialista em relacionamentos Dra. Carmen Harra. “Uma delas pode concluir a sentença que a outra está formulando. Uma pode pegar o telefone para ligar para a outra no momento em que a outra está fazendo a mesma coisa. Ou elas podem sentir que não conseguem ficar longe uma da outra.”

A psicóloga clínica Dra. Sue Johnson, autora de Love Sense, disse que uma alma gêmea sabe reagir aos sinais emocionais que você transmite. “Sua alma gêmea fica ao seu lado quando você lhe faz confidências, lhe dá sua atenção plena e se aproxima para responder às suas necessidades, tocando sua mão quando você se sente um pouco insegura, sorrindo e abraçando-a quando você está feliz e reconfortando-a carinhosamente quando está triste.”

2. Você sente nas entranhas que encontrou sua “metade da laranja”

A frase segunda a qual “quando você sabe, sabe” se aplica no caso da ligação entre almas gêmeas. “Quando a pessoa que é realmente sua alma gêmea aparece à sua frente, você não tem dúvida alguma”, disse ao Huffington Post a pastora Laurie Sue Brockway, que celebra casamentos e é autora. “Geralmente há um sinal que lhe indica que o amor verdadeiro chegou: uma voz em sua cabeça, o sentimento de que reconhece essa pessoa ou a sensação profunda de que essa pessoa é alguém especial para você.”

3. A química física entre vocês é palpável...

...e a ligação elétrica que vocês sentem não se limita ao nível sexual. “Segurar a mão de sua alma gêmea faz seu espírito mergulhar num turbilhão, mesmo depois de o relacionamento durar anos”, disse Harra.

4. Vocês dois se sentem totalmente à vontade um com o outro desde o dia em que se conheceram

As almas gêmeas se relacionam facilmente desde o primeiro momento e deixam transparecer quem realmente são, sem medo de serem julgadas. “As almas gêmeas muitas vezes se sentem confortáveis na presença uma da outra, como se já se conhecessem”, disse Brockway. “Muitas pessoas dizem que com essa pessoa é mais fácil relaxar e se deixar ficar vulnerável.”

“A alma gêmea é a pessoa que se abre para você, que deixa você entrar, para que você possa enxergá-la”, Johnson acrescentou. “É o tipo de pessoa que se arrisca e divide com você seu mundo interior, suas emoções e necessidades.”

LEIA MAIS
- Por que eu odiava o termo alma gêmea (até ontem)

5. Mas o relacionamento não é tudo flores. Ele ou ela desafia você mais que qualquer outra pessoa

Não obstante o que as pessoas possam imaginar, a relação entre almas gêmeas nem sempre é tranquila. “A alma gêmea nem sempre aparece sob a 'embalagem’ perfeita, fisicamente ou termos de circunstâncias de vida, e o fato de ela ser sua alma gêmea tampouco quer dizer que a relação de vocês seja livre de dificuldades”, observou a autora Kailen Rosenberg, da agência de busca de parceiros The Love Architects. “Mas as diferenças nas circunstâncias de vida e os desafios reforçam os vínculos, tornando-se a cola que os mantém unidos ao longo dos tempos difíceis e ajuda cada um de vocês a ser mais autêntico.”

E há mais: nossa alma gêmea nos ajuda a evoluir como pessoas. “Às vezes o relacionamento com sua alma gêmea tem altos e baixos, e seu parceiro é uma pessoa que num primeiro momento o irrita e pisa no seu calo, pelo fato de lhe impor algumas das lições mais difíceis para a alma”, disse Brockway.

6. Vocês podem não concordar sobre cada detalhe, mas coincidem nas coisas que são realmente importantes.


“Um relacionamento entre almas gêmeas não quer dizer necessariamente que os dois parceiros sempre pensem igual, mas suas metas e ambições maiores coincidem”, disse Harra. “As opiniões sobre coisas menores podem diferir, mas as almas gêmeas geralmente possuem os mesmos valores e virtudes e enxergam o mundo sob a mesma ótica.”

7. O relacionamento proporciona um senso de calma interior aos dois parceiros

Quando você está com a pessoa errada, é evidente: você sente insegurança na relação e tem medo de desagradar a seu parceiro com qualquer passo em falso. Não é o que acontece com as pessoas que são almas gêmeas.

Quando você está com sua alma gêmea, “sente confiança que seu parceiro está com você para o longo prazo”, observou a especialista em namoro Tracey Steinberg, autora de Flirt For Fun & Meet The One. “Não importa o que aconteça na vida de vocês, ambos concordam que vocês formam uma equipe e estão juntos nessa. Sua voz interior lhe diz que vocês estão numa relação saudável. Vocês confiam um no outro, sentem-se autoconfiantes e à vontade um com o outro, seguros para discutir assuntos delicados de maneira madura.”

8. Você e seu parceiro têm identidades separadas, mas encaram o mundo juntos

“As almas gêmeas reconhecem que são duas partes do mesmo todo, e nenhuma influência ou questão externa é capaz de romper esse vínculo”, Harra comentou.

9. Talvez vocês já se conheçam há anos, mas de repente cada um se descobre apaixonado pelo outro ao mesmo tempo

O timing é tudo quando se trata do amor verdadeiro. “Já celebrei tantos casamentos de pessoas que se conheceram no colégio ou quando tinham 20 e poucos anos, talvez tenham saído juntos, terminaram, namoraram outras pessoas ou ficaram frequentando o mesmo círculo de amigos sem nunca ficarem juntas”, Brockway disse ao Huffington Post. “Então um dia elas se encontram novamente por acaso, às vezes de maneira mágica, e o amor floresce.” Fique com a cabeça e o coração abertos; assim, quando sua alma gêmea vier bater à porta, você estará preparado para atender.

https://www.huffpostbrasil.com/2014/07/07/alma-gemea-amor_n_5564933.html

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Chat Geral & Off Topic / Um Serial killer será obra do Demônio ?
« em: Outubro 10, 2018, 05:05:22  »
Existem várias definições para serial killer. No entanto, está mais ou menos predefinido que um assassino em série é um indivíduo que, em diferentes eventos criminais, assassina três ou mais pessoas, seguindo um mesmo padrão ou o mesmo ‘modus operandi’. A forma como mata é a sua ‘assinatura’.

Por norma, os serial killers dividem-se em dois grupos: o primeiro, os de tipo organizado, composto por indivíduos que aparentam ter um comportamento adequado à sociedade, fingindo no seu dia a dia serem cordiais e generosos. Planeiam bem os crimes, encobrindo todas as pistas. Estes indivíduos são, por norma, dotados de grande inteligência, enorme frieza e grande capacidade de gestão das suas emoções. O segundo grupo são os indivíduos do tipo desorganizado. Por norma, regem-se pela impulsividade. Os seus crimes são pouco planeados, surgem por impulso e deixam pistas.

A possibilidade de êxito da investigação é neste último caso maior.

Todos conhecemos histórias de serial killers, a mais famosa será porventura a de ‘Jack, o estripador’, que matou em Londres na segunda metade do século XIX e nunca foi apanhado. O cinema e a literatura  têm recorrido a estas figuras.  Mas será que em Portugal também existiram serial killers? A doutrina divide-se. Há quem diga que sim e há quem diga que não. Eu acredito que sim. São poucos os casos, mas efetivamente existiram indivíduos que se enquadram na definição de serial killer.

Assassina de bebés

Vejamos então quem foram estes criminosos:  o primeiro serial killer português terá sido uma mulher – Luísa de Jesus. Nasceu em Coimbra no ano de 1750, tendo sido morta por enforcamento no dia 1 de julho de 1772. Terá sido a última mulher a ser executada em Portugal, tinha então 22 anos e depois de ter sido acusada e condenada por ter assassinado 33 bebés, que haviam sido abandonados pelos pais e que ela ia buscar a instituições de caridade, que à data se chamavam a ‘Roda dos Enjeitados’. O móbil do crime era a vontade de se apoderar do enxoval dessas crianças e receber os 600 réis que eram dados pelo Estado a qualquer pessoa que fosse buscar uma criança para cuidar dela.


Já naquele tempo, século XVIII, a esperteza humana levava a que Luísa de Jesus utilizasse na maioria das vezes em que ia buscar os bebés nomes falsos, por forma a não ser identificada. Reza a história que confessou às autoridades 28 homicídios, apesar de lhe serem imputados 33 desses crimes. Numa busca à sua casa foram encontrados os restos mortais de 33 cadáveres, uns decepados, outros esquartejados. Antes de ser garrotada e queimada em execução pública foram-lhe cortadas as mãos, um facto inédito para as execuções de mulheres.

O segundo serial killer que podemos identificar em Portugal não era português de nascimento, mas sim galego – apesar de sempre cá ter vivido. Chamava-se Diogo Alves e é um caso abordado por vários autores em diversos livros publicados. Diogo Alves, nasceu no ano de 1810, em Santa Gertrudes, na Galiza, Espanha, tendo morrido por enforcamento público, no Cais do Tejo, em Lisboa, no dia 19 de fevereiro de 1841. Ficou conhecido como o ‘assassino do Aqueduto das Águas Livres’. Reza a história que formou uma quadrilha que se dedicava ao roubo e ao assassínio de pessoas. Ter-se-á perdido de amores pela dona de uma casa de fados de Lisboa de seu nome Gertrudes Maria, mas mais conhecida pela ‘Parreirinha de Alfama’. Terá sido também esta mulher que, na sua ânsia de ser cada vez mais rica, instigava o crime.

Um dos locais utilizados por Diogo Alves para roubar e matar as suas vítimas era o Aqueduto das Águas Livres de Lisboa, onde de madrugada esperava as vítimas para as roubar, atirando-as depois de uma altura de 65 metros, do Aqueduto abaixo.

Durante muito tempo pensou-se que aquelas pessoas, desesperadas com a crise económica que o país atravessava, subiam ao Aqueduto e ali punham fim à vida, saltando para a morte. Veio a ser identificado e detido pelas autoridades em 1840, na sequência do assalto à casa de um conhecido médico lisboeta. O assalto correu mal e  Diogo Alves assassinou toda a família do médico, inclusive os criados. Foram comprovados 17 homicídios, mas suspeita-se que tenha cometido mais de 70.

A história de Diogo Alves intrigou os cientistas da então chamada Escola Médico-Cirúrgica de Lisboa. Estes, numa ciência forense que dava os primeiros passos, logo após o enforcamento e na tentativa de compreender a origem da sua maldade, deceparam a cabeça de Diogo Alves, com o único fim de a estudarem. Esta encontra-se, ainda hoje, conservada num recipiente de vidro no teatro anatómico da Faculdade de Medicina da Universidade de Lisboa, onde uma solução de formol lhe perpetua a imagem de um homem com ar tranquilo – bem contrária ao homem que Diogo Alves foi.

Impulsos sexuais

Portugal conheceu um outro serial killer – Zé Borrego que afirmou em juízo que foi impelido por Nossa Senhora a vir para Lisboa com o objetivo de acabar com o pecado, que, para si, eram os homossexuais. Estávamos em 1960. Zé Borrego fez ao todo cinco vítimas, todos homens, todos homossexuais. O seu ‘modus operandi’ foi sempre o mesmo: seduzia um homem, levava-o para uma pensão de Lisboa para com ele manter relações sexuais, aí estrangulava-o, esquartejava-o e lançava os restos mortais ao rio Tejo. Zé Borrego acabou por se suicidar na sua cela.

O outro serial killer, que  nunca foi identificado pela polícia, ficou conhecido por ‘Estripador de Lisboa’. Este foi o nome dado pela imprensa portuguesa ao assassino de três mulheres, prostitutas, entre 1992 e 1993, uma em Lisboa e duas no concelho de Loures. A primeira vítima foi Maria Valentina, de 22 anos, conhecida no meio por ‘Tina’, e que foi encontrada sem vida, na manhã do dia 31 de julho de 1992, num barracão na freguesia de Póvoa de Santo Adrião. Terá sido morta com golpes de um objeto perfurante, que a atingiram no tórax e na barriga, tendo sido depois estrangulada, esventrada e cortada. O assassino remexeu e removeu alguns órgãos internos da vítima, tendo levado partes do intestino e do fígado.

A segunda vítima foi Maria Fernanda, de 24 anos, também prostituta e encontrada num barracão junto ao terminal de Entrecampos, na manhã de 2 de janeiro de 1993. Foi encontrada por trabalhadores da CP, que estavam ali a trabalhar na construção da ponte ferroviária. Foi também estrangulada, esventrada e cortada, tendo o assassino remexido e removido os mesmos órgãos da vítima. Levou também pedaços desses órgãos.

A terceira e última vítima foi Maria João, de 27 anos, também ela prostituta, encontrada a 15 de março de 1993, a cerca de cem metros do local onde a primeira vítima havia sido encontrada, na Póvoa de Santo Adrião. Tal como as duas vítimas anteriores, foi estrangulada, esventrada e cortada, tendo o assassino remexido nos órgãos, de que levou também alguns pedaços.

A PJ efetuou diligências, foram várias as linhas de investigação, nomeadamente a ligação entre as vítimas, todas prostitutas, a ligação de um eventual criminoso com este meio, a possibilidade do assassino ser alguém que tivesse contraído uma doença no contacto com prostitutas e daí os seus atos poderem ser uma vingança, a possibilidade de o assassino ser alguém estrangeiro, que periodicamente passasse por Lisboa... Depois de 15 de março de 1993 nunca mais houve outra morte. Em 2011 apareceu um autor confesso. José Pedro Guedes, de 46 anos, chegou a ser detido pela suspeita de ter assassinado as três prostitutas referidas, bem como uma outra mulher em Aveiro. No entanto, veio a ser libertado – tudo não passaria de um golpe publicitário ou uma brincadeira de mau gosto.

Um outro serial killer foi o denominado cabo Costa. António Luís Costa, cabo da GNR, nascido em 1952 em Santa Comba Dão, foi preso em 2006 e condenado em 2007 pela morte de três jovens raparigas, entre maio de 2005 e maio de 2006. A primeira jovem a ser assassinada foi Isabel Cristina Isidoro, que desapareceu a 24 de maio de 2005. O cadáver veio a ser localizado no dia 31, na Figueira da Foz, junto à foz do rio Mondego. Mariana Lourenço desapareceu a 14 de outubro. O seu cadáver só viria a ser recuperado em junho do ano seguinte e já depois da detenção do cabo Costa pela PJ. Foi o próprio quem indicou o local onde havia abandonado o cadáver. A terceira e última vítima foi Joana Oliveira, desaparecida a 8 de maio de 2006, tendo o cadáver sido recuperado também graças às instruções de António Costa, já depois da sua prisão, a 24 de junho de 2006. Inicialmente confessou todos os crimes – cujo móbil foi sempre questões relativas a impulsos sexuais –, mas mais tarde negaria. Foi condenado a 25 anos.

O último serial killer português, Francisco Leitão, mais conhecido por ‘Rei Ghob’, foi condenado pela autoria material de três homicídios – um rapaz e duas raparigas. Os corpos ainda não foram encontrados.

Leitão foi condenado pela morte de Tânia Ramos, que desapareceu a 5 de junho de 2008, de Ivo Delgado, desaparecido a 26 de junho desse mesmo ano, e de Joana Correia, desaparecida a 3 de março de 2010. Foram estes desaparecimentos que levaram a PJ a suspeitar de Francisco Leitão. As provas reunidas possibilitaram a condenação pela prática de três crimes de homicídio. Segundo o tribunal, estes três jovens foram assassinados por questões passionais: as duas raparigas mortas porque eram namoradas de jovens com quem o réu queria ter um caso amoroso, e Ivo Delgado por não ter querido voltar a ter qualquer envolvimento amoroso com Francisco Leitão, após o desaparecimento da sua namorada, Tânia Ramos.

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Chat Geral & Off Topic / 2045: Imortalidade?
« em: Outubro 10, 2018, 05:04:04  »
Um dos superpoderes que eu já quis ter foi a imortalidade, eu acredito que não fui o único e há muita gente que ainda sonha em ter, afinal ninguém quer morrer de verdade. No entanto, isso é história de filme de ficção científica, certo? Parece que não, pois o milionário russo Dmitry Itskov vai além da ficção e busca a imortalidade através da união da consciência humana com as máquinas.



O projeto é financiado desde 2011, junto com a 2045 Initiative. E a meta final seria conseguir transferir a mente de uma pessoa de um cérebro vivo para uma máquina, conservando a personalidade e a memória intacta.

A ideia é que se a mente se livrar de sua forma física, a pessoa poderia existir em uma rede similar à Internet e ser capaz de viajar à velocidade da luz por todo o planeta, inclusive para o espaço exterior. Mas não se trata somente da excentricidade de um velho milionário com medo da morte: Itskov tem um plano muito concreto e uma linha de tempo a seguir para os próximos anos.



Etapas:

1.Avatar A: Poder controlar uma réplica humana robô através de uma interface orgânica (brain-machine interface ou BMI, por suas siglas em inglês).

2. Avatar B: Em 2025, com a primeira etapa já concluída entrarão na fase do transplante, ou seja,irão transplantar um cérebro humano em um corpo artificial "ao final da vida da pessoa".

3. Avatar C: Em 2035, na terceira etapa, a memória e personalidade da pessoa deverá ficar intacta no mecanismo robótico, produzindo o almejado cyborg.(Dizem que para chegar a este ponto será necessário criar um modelo computadorizado da consciência humana).

4. Avatar D: Ultima etapa, no ano de 2045, estima-se que nessa fase a interface física é irrelevante, ou seja, as personalidades humanas salvas da morte e da carne poderão se manifestar em forma de hologramas e "viver" em forma de informação em um espaço similar à Internet de hoje.


Eu confesso que não acreditei muito na ideia, porém, Itskov, em seu Congresso Global, conseguiu atrair alguns dos cérebros mais importantes das pesquisas sobre imortalidade, robótica e cibernética, incluindo o diretor de engenharia do Google, Ray Kurzweil, e o diretor do Laboratório de Inteligência Robótica, Dr. Hiroshi Ishiguro. Tipos mais espiritualistas, como o Arcebispo de Ottawa e Lazar Puhalo, também participarão nas palestras.

 

E você, o que acha da ideia? Também quer ser imortal ?

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2015 - No meio do nada. Pior ainda: no meio de um "nada" gelado. Uma cidade inteirinha foi construída à beira de um buraco. E não é qualquer buraco, não. É uma cratera de proporções inacreditáveis. Capaz de derrubar helicópteros. E ela esconde uma das maiores riquezas do planeta. O Fantástico foi até o "umbigo do mundo". "Ir para a Sibéria" é uma expressão bem conhecida. Significa mais ou menos "ir para o fim do mundo". E alguns lugares de lá são piores que outros. Mirny, por exemplo, fica longe de tudo e de todos. Mesmo assim, 35 mil pessoas moram em Mirny, debruçadas em um buraco.

É um baita de um buraco! A cratera tem um diâmetro de 1,2 mil metros. São 525 metros de profundidade. Talvez mais simples seja pensar que o Pão de Açúcar, com seus 395 metros, caberia confortavelmente lá dentro. Cavar, cavar para fazer um buraco assim, só por algo muito valioso. A pedra mais rara, a mais cara. A mina de Mirny é a maior de todas as minas da região mais rica em diamantes no mundo. Para chegar a Mirny são seis horas de voo a partir de Moscou, a capital da Rússia. E deve-se evitar passar por cima do buraco. Por um fenômeno ligado à pressão das massas de ar, quatro helicópteros já foram sugados e caíram ao sobrevoar a imensa cratera. Ninguém vai para lá a passeio.

A má fama da Sibéria começou no tempo dos czares, os imperadores russos. Ser mandado para a Sibéria. Essa é uma expressão que ficou conhecida pelo mundo todo. Isso porque era uma punição aplicada na Rússia desde o século XIX, ainda na época dos czares. Depois muito mais utilizada pelo regime comunista no século XX. Milhões de pessoas foram mandadas pra lá. A Sibéria era conhecida como prisão sem muros, sem grades. Isso porque a região era tão distante de tudo que era impossível escapar.


“Essa ideia de que 'ah, vamos mandar para a Sibéria' como se fosse um lugar de exilio ou de inferno e somente isso, essa é uma ideia ocidental. Para os russos existe esse lado também, mas a Sibéria é muito mais do que isso, muitos veem um mundo, como a Amazônia nossa, um mundo de muita natureza”, explica o historiador da USP Ângelo Segrillo. Um filme dos anos 50 mostra os pioneiros da mineração na Sibéria, uma região maior que o Brasil e que então era praticamente desconhecida. A chegada era de paraquedas. E os diamantes encontrados nos riachos apontaram o lugar onde a mina de Mirny deveria ser cavada.

Hoje, 25% dos diamantes espalhados pelo mundo saem dessa região. Nas ruas de Mirny, se misturam os russos ocidentais, brancos e louros, e os descendentes das etnias que sempre habitaram a Sibéria, mais morenos e com olhos puxados. Eles dividem uma vida dura feito um diamante, só que sem o brilho. De colorido na cidade, só as flores do curto verão e os brinquedos das crianças. E no inverno é um inferno. Quando amanheceu, no auge do verão, faziam 10°. Na Sibéria, o frio é até difícil de compreender. Até 30 anos atrás, o pior: -65°. Agora, com o aquecimento global, as coisas melhoraram um pouco: menos 45°, uma média de -30°. Trabalhar na Sibéria não e para qualquer um.

Durante oito, nove meses, essa parte da Sibéria é um oceano branco. O russo Nickolai Grogorievich Bondarev foi um dos raros que chegaram para trabalhar na mina, ainda nos anos 70, e ficaram. Ele ri, com seus dentes de ouro, ao falar da vida em uma mina de diamante a céu aberto. Diz que se acostumou, aponta a cratera e conta como foram sendo construídos os quase oito quilômetros de estrada que iam serpenteando o buraco para trazer as toneladas de terra de onde se retiravam os diamantes. Isso durou 44 anos, de 1957 a 2001.

Os diamantes são formados em lugares onde não chegaremos nem perto. Algo em torno de 150 quilômetros de profundidade. Podemos ir para o espaço: só a Lua, aqui pertinho, fica a 384.400 quilômetros. Mas na direção contrária é impossível. E a dificuldade tem a ver com a temperatura: quanto mais profundo mais quente.


Os diamantes são cristais de carbono puro formados em temperaturas em torno de mil graus centígrados. Eles chegam à superfície através de um tipo de atividade vulcânica. É como se fosse um elevador que sobe rapidamente das profundezas do nosso subterrâneo para o térreo. Quando sobe o magma, aquela massa mineral incandescente e pastosa, os diamantes vêm junto. Os diamantes chegam ao fim dessa viagem envoltos numa massa de terra que tem a forma de uma esguia taça de champanhe. O buraco da mina de Mirny seria a parte mais larga, mas resta o pé da taça ainda para ser explorado.

A única atividade que ainda existe é a retirada da água do buraco. Água que brota das paredes e, em outros meses, da neve derretida. Mas por que não deixar tudo encher de água e transformar esse buracão em um belo lago? Isso porque a mina continua, na verdade, a existir. Mas muito mais profunda: a 1,2 mil metros existem homens trabalhando. Os russos fizeram uma entrada paralela para essa nova mina, agora subterrânea. Lá ainda existe diamante para mais 30, 40 anos. É uma estrutura enorme, porque a retirada de diamantes nessa escala é um processo industrial muito mais complexo.

Frotas de caminhões levam toneladas de terras que são lavadas para que se possa separar os diamantes. Isso necessita muita água, e gera muita poluição. Os rios em torno da cidade sofrem com isso. Mas Mirny só existe por causa dos diamantes. O geólogo Ilya Korokov é um dos mais importantes da Rússia. Num dos livros escritos por ele, se podem ver os diversos tipos de diamante. E é curioso porque, de certa forma, os diamantes em estado bruto são uma decepção. Cortadas e lapidadas, as pedras ficam muito mais brilhantes, mais vivas. Um mundo iluminado. Quantos quilates, cor, corte, clareza? Mas o gosto por eles é relativamente recente, tem menos de cem anos. No começo do século passado, uma agência de propaganda americana criou o slogan que todo mundo hoje conhece. Dizia: um diamante é para sempre! Comprar e dar um anel de diamante no casamento simbolizaria uma união eterna, brilhante e sólida. A ideia pegou.


Fonte: https://g1.globo.com/

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Todos podemos ter não só a capacidade de ver a aura, mas também de conseguir interpretá-la. Porém, para chegar a esse nível é necessária alguma prática e exercício. A experiência pode fazer toda a diferença para desenvolver essa faculdade. Saiba como atingir e aperfeiçoar esta técnica maravilhosa.
Considerada como um elemento étereo e imaterial inerente ao ser vivo, a aura é um campo energético que envolve o nosso corpo, revelando através da sua cor todo o nosso estado emocional e revelando sentimentos como medo, angústia ou raiva. Existe a teoria que defende que a nossa aura está intrinsecamente ligada com outras dimensões.
Ao longo dos tempos, o sistema áurico pode alterar-se. A sua flexibilidade é grande e portanto a sua cor pode mudar consoante as nossas experiências e o ambiente que nos rodeia. Tanto a sua intensidade, amplitude ou frequência são mutáveis e o seu fenómeno energético pode estender-se até ao infinito.
 

 
 
Não existem provas científicas sobre a existência deste sistema dinâmico e evolutivo a que muitos especialistas da área chamam aura, mas há quem garanta que são capazes de detetá-las.
Sensível à totalidade do nosso ambiente interno e externo, a aura é condicionada pelos nossos estados físicos e espirituais. Ou seja, tudo aquilo que afeta a nossa mente e o nosso corpo pode provocar alterações drásticas na nossa aura. Relações sociais negativas, baixa autoestima, interesses pessoais, questões sociais, frustrações ou até situações distantes, como efeitos cósmicos e globais, podem interferir nesta situação. Até mesmo alguns efeitos de droga podem “sugar” momentaneamente toda a cor da sua aura e também debilitá-la, reduzindo dessa forma todo o círculo energético que a envolve.
Se por outro lado, está rodeada de sentimentos positivos, como o amor, a caridade e as boas ações, a sua aura mais facilmente se iluminará. Aquilo que mais influencia a iluminação de aura é realmente o facto de ter uma imagem de si mesma positiva.
Mesmo aumentado e diminuindo a intensidade, a aura humana jamais perde a sua iluminação, variando a sua cor conforme as suas vivências. Uma aura totalmente branca, aquele que se considera perfeita, não existe num ser humano.
 
Descubra como “ver” a aura
Para começar a descobrir a aura dos outros apenas é necessário começar  a usar a sua intuição. Coloque-se em frente a uma pessoa e fixe os seus olhos nos dela e conte até cinco. De seguida feche os olhos por alguns momentos. Abra os olhos e fixe o seu olhar no alto da cabeça dessa pessoa que está à sua frente. Conte novamente até cinco e faça uma pergunta interiormente: “Qual é a cor desta aura?). A resposta surgirá na sua mente instantaneamente. Conseguir descobrir a aura dos outros não deve servir para dominar os outros, mas sim para servir o próximo.
 
O que as cores da aura revelam
 
Aura vermelha
Esta é a cor que pode transmitir algumas ideias erradas. No caso do vermelho rodear, numa espécie de faixa vaporosa a cabeça, isso representa dinamismo. Já se está espalhado por todo o corpo em forma de nuvem quer dizer que a pessoa tem uma personalidade muito forte, mas com algumas alterações de humor, principalmente se o vermelho tiver um tom mais suave na zona do crânio. Também a ansiedade pode ser representada por esta cor, quando a aura revela centelhas de um vermelho muito intenso. Por outro lado, se essas centelhas se mostrarem mais fracas é um sinal de nervosismo no corpo humano.
Se o vermelho carmim se acentua quer dizer que a pessoa tem uma grande capacidade de liderança, mas um exagero desse vermelho na aura, poderá significar autoritarismo. Sentimentos como a cólera e raiva são revelados quando um vermelho muito escuro surge na zona da nuca e se a este quadro se junta um tom acinzentado quer dizer que existem nessa pessoa indícios de violência. Já a avareza e o egoísmo é representado pelo vermelho tijolo ou ferrugem em todo o corpo.
 
Aura prateada
O “dono” desta aura tem um dom curativo e utiliza a sua energia para efeitos de curandeiro natural. Será então o “meio de transporte” por onde a cura passa e consegue utilizar esta sua capacidade para limpar espiritualmente as mentes e as almas. Porém, nem todas as pessoas que possuem esta aura sabem utilizá-la positivamente. Portanto, um dos seus grandes desafios nesta vida é aprender a usá-la, mas ocultando-a com outras cores, para não chamar demasiado a atenção sobre si, mesmo que para isso seja necessário prejudicar o seu próprio campo energético. Contudo, se descobrir como usar os seus dons especiais corretamente, não precisará esconder-se dos outros.
Quem possui esta aura prateada tem bastante dificuldade em encarar a realidade tal como ela é e sonha com um mundo diferente, em que os sonhos sempre se concretizam. É muito possessivo com o seu espaço privado, onde só os amigos mais chegados e a família têm lugar.
 
Aura azul
O temperamento agradável e a honestidade é revelado pelo azul vivo que envolve o corpo de uma pessoa. Já quando esta cor se torna mais pálida significa que a pessoa que a carrega tem uma timidez exagerada, que a prejudica nas suas relações sociais. O azul metalizado representa alguma tendência para ser facilmente influenciado, enquanto que alguns pontos de luz azul simbolizam a indecisão.
A forte capacidade para a meditação transparece através do azul lavanda, mas o azul-escuro transmite pessoas voluntariosas. Azul misturado com vermelho carmim significa alguma teimosia.
 
Aura amarela
A grande espiritualidade da pessoa é revelada quando a sua aura é amarelo alaranjado, enquanto que o amarelo limão representa alguém que tem uma forte capacidade de racionalizar, já que esta própria cor transmite em si a capacidade cerebral.
Se o amarelo revelar algumas manchas avermelhadas, revela que a pessoa é de ideias fixas, mas se o amarelo for pálido significa que existe alguma hesitação na hora de tomar grandes decisões.
 
Aura verde
Um caminho interior que acaba por se abrir aos outros é revelado através do verde vivo. Já o verde maçã significa a capacidade que alguém tem de dar aos outros, sendo também a cor que denota a tendência para a cura e para a educação. Os curandeiros são rodeados pelo verde-esmeralda e por norma são pessoas ligadas à medicina e às terapias alternativas. A hipocrisia é denotada através do verde pálido.
 
Aura violeta
Entendida como a cor da espiritualidade, o violeta é das cores mais difíceis de encontrar atualmente num humano, pois quem a possuiu é considerado um ser iluminado.
Mesmo o violeta não surgindo no seu estado mais puro, ele vai aparecendo misturado com outras cores. Quando surge misturado com amarelo significa capacidade para meditação, mas se aparece envolvido com nuvens cinzentas significa falsa devoção, ou seja, pessoas que exploram em troca de dinheiro a fé dos outros.
 
Aura laranja
Unindo duas grandes potências, o amarelo e o vermelho, o laranja representa atividade. É o tom também da lealdade e um sinal de espiritualidade concreta no dia a dia.
 
Aura rosa
Normalmente encontrada em adolescentes e criança, a aura rosa representa a inocência, a imaturidade e a vontade de brincar. Porém os adultos também têm algumas nuances desta cor na sua aura, pois sentimentos como alegria e felicidade produzem tons rosa neste campo energético. Estes sentimentos nunca devem abandonar o nosso corpo.
 
Aura preta
É raro encontrarmos alguém com uma aura totalmente preta. Esta cor representa o caos total, o pensamento negativo e revelam pessoas com cargas energéticas destrutivas. É a cor dos doentes com problemas psíquicos e de quem tem tendências suicidas.
 
Os animais também têm aura?
Com características diferentes da aura do ser humano, também os animais possuem um campo energético à volta do seu corpo, sendo por norma menos complexo em relação à estrutura do que o das pessoas. A aura dos animais domésticos tem uma coloração mais suave e uma maior amplitude do que a aura dos animais selvagens. Há também uma tendência para que a aura dos animais de estimação assumirem as cores da aura dos seus donos.

https://consultoriodeastrologia.blogs.sapo.pt/a-cor-da-aura-como-visualiza-la-1173337

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O que são as luzes misteriosas vistas durante o sismo no México? 2/27
Vários utilizadores publicaram vídeos onde mostram as luzes vistas no céu

Quando a terra tremeu no México esta quinta-feira à noite, às 23:50 hora local (05:50 em Lisboa), várias pessoas viram o céu iluminar-se durante breves momentos. Vídeos do sismo de magnitude 8.1 partilhados nas redes sociais mostram estas luzes, enquanto cresce a especulação sobre o que serão.

A costa sul do país foi abalada esta madrugada pelo que será o sismo mais forte do século, segundo o presidente mexicano, Enrique Peña Nieto, e o fenómeno estendeu-se aos céus. As misteriosas luzes são conhecidas como "luzes de terramoto" ou ou EQL (do inglês "Earth Quake Ligh).

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Jorge Gregorio @galvezgregory0
Luces mientras temblaba en la CDMX #AlertaSismica #Temblor
06:00 - 8 de set de 2017
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Embora não exista consenso na comunidade científica sobre a origem destas luzes, os especialistas garantem que não são relâmpagos, e que não são geradas por extraterrestres nem por entidades sobrenaturais.

O serviço geológico norte-americano (USGS) diz tratar-se de um fenómeno luminoso associado a sismos, resultado de "algum processo físico associado à rutura sísmica ou propagação das ondas sísmicas".

As teorias sobre a origem das luzes giram sempre em volta da libertação de energia. "Um terramoto provoca a rutura de uma falha, ao acumular tensão tectónica na zona", explicou Emilio Carreño, diretor do Instituto Geográfico Nacional de Espanha ao El País. "A fricção das rochas pode gerar à superfície correntes elétricas devido ao fluxo de iões que é gerado".

"As luzes dos terramotos não ocorrem só durante o movimento da terra. Também há registo [das luzes] antes e depois do mesmo", continuou Carreño. Há registos históricos de luzes em tons de branco, azul e violeta.

O especialista refere que estas luzes podem indicar a iminência de um terramoto, já que há registos de casos de luzes de terramoto que surgem até quatro semanas antes do sismo.

Um artigo publicado na revista científica Seismological Research Letters em 2014 argumenta que, quando algumas rochas são colocadas sob stress, são ativadas cargas elétricas e as descargas rompem à superfície originado as chamadas "luzes de terramoto". Este estudo afirma que este fenómeno é raro e que as luzes surgem menos de 0,5% dos sismos registados em todo o mundo.

Além deste sismo, com epicentro a cerca de 70 quilómetros a SW da costa de Chiapas, em zona submersa, com uma profundidade de 70 km, o México foi abalado durante a noite por poderosas réplicas - a maior de magnitude 5,7 na escala aberta de Richter. Para já, há registo de 36 vítimas mortais.

https://www.msn.com/pt-pt/noticias/tecnologia/o-que-s%C3%A3o-as-luzes-misteriosas-vistas-durante-o-sismo-no-m%C3%A9xico/ar-AArvYfW?li=BBoPWjC

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Nordahl Lelandais, 34 anos e atualmente em preventiva por ser considerado o principal do rapto da lusodescendente Maëlys de Araújo, limpou a mala do carro com um poderoso produto químico, habitualmente usado para tirar manchas incrustadas nas jantes dos automóveis.




Mergulhadores da polícia francesa procuram Mayëlis de Araújo


Ver mais
Esta foi a descoberta que fez ontem a Polícia Científica francesa e que reforça as suspeitas de que o indivíduo raptou a menor, durante uma festa de casamento em que ambos estavam, na noite de 26 para 27 de agosto, em Pont-de-Beauvoisin.




O perfil do principal suspeito do rapto de menina lusodescendente



Ontem, as buscas para encontrar Maëlys, nove anos e filha de um emigrante português, concentraram-se no lago de Aiguebelette, a cerca de 12 quilómetros da casa de Nordahl Lelandais. Os investigadores apostaram em procurá-la naquela zona por ser um local muito frequentado pelo suspeito. Existe a hipótese do corpo ter sido escondido nas redondezas, que Nordahl conhece bem. Ontem à tarde, também foram despachados meios para outra zona com linhas de água.

Os investigadores também estão a tentar identificar locais com câmaras de videovigilâncias de comércios, privados e instituições, para conseguir reconstituir o percurso do Audi A3 do suspeito na noite do desaparecimento.


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 Hospital recebe voluntários para doar carinho a bebés que nasceram viciados em drogas

É do senso comum, para a maior parte das pessoas, que o uso de drogas na gravidez traz problemas graves.

Continua a não ser, infelizmente, tão óbvio para uma fatia larga da população nos Estados Unidos. Continuam a ser, ainda, muitos os bebes que nascem ‘viciados em drogas’ fruto dos maus hábitos das mães e das dificuldades que as mesmas enfrentam em lidarem com a abstinência.

Os principais problemas com que estes bebes se deparam passam por diarreia, tremuras, vómitos, choro incessante e dores intensas. Alguns deles, recebem, inclusivé, doses decrescentes de mofina nos primeiros dias de vida. O objetivo é permitir que o seu pequeno organismo se habitue, gradualmente, à falta de susbtâncias, como heroína ou analgésicos.

Muitos destes bebes ficam mais tranquilos ao serem pegados ao colo e ao receberem afeto, segundo confirmam as enfermeiras da maternidade da rede de hospitais Jefferson University Hospitals. Depois de relatarem este facto, foram vários os hospitais que adotaram programas de voluntariado com o objetivo de se ‘doar’ carinho aos pequenos bebés.

Estes são bebes que passam largos meses no hospital. Por um lado, porque precisam desse tempo para que as substâncias saiam na totalidade do seu organismo. Por outro, porque perderam os pais, por força da perda do direito de guarda por causa do uso de susbtâncias, ou por estarem em tratamento para conseguirem largar o uso de substâncias.

Por muito boa vontade que as enfermeiras tenham, não conseguem, contudo, ter mãos suficientes para doar carinho a todos estes bebes. Daí ter surgido, então, o referido programa de voluntariado.

Segundo relatam os médicos integrados no programa, depois destas ‘doações’ de carinho, estes bebes precisam de doses menores de medicação para controlarem os sistemas de abstinência. Referem, ainda, que o tempo médio de internação também diminui.

A conexão de um bebe com o cuidador (mãe, pai ou outro) é algo fundamental nos primeiros meses de vida de um bebe.

Vale a pena ver o vídeo, e partilhar esta ideia…



https://www.hiper.fm/voluntarios-doam-carinho-bebes-nasceram-viciados-drogas/

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Chat Geral & Off Topic / 9 habitos das pessoas fortes
« em: Outubro 10, 2018, 04:58:14  »


Em um mundo que não controlamos, a tolerância é obviamente um bem


Em 1914, o laboratório de Thomas Edison foi destruído num incêndio, e anos de trabalho foram perdidos. Isso poderia facilmente ser descrito como a pior coisa a ter acontecido a Edison, mas em vez disso o inventor decidiu encarar o incidente como uma oportunidade de reexaminar e reconstruir muito de seu trabalho. Edison teria afirmado na época: “Graças a Deus que todos os nossos erros foram queimados. Podemos começar de novo, do zero”.

“Em um mundo que não controlamos, a tolerância é obviamente um bem”, disse ao Huffington Post Ryan Holiday, autor de The Obstacle Is The Way (O obstáculo é o caminho, em tradução livre). “Mas a capacidade de encontrar energia e força naquilo que não controlamos é uma vantagem competitiva imensa.”

Ele está falando de força mental, um conceito psicológico difícil de definir e que inclui inteligência emocional, obstinação, resiliência, autocontrole, resistência mental e consciência. É algo que Edison tinha de sobra e a razão pela qual algumas pessoas são capazes de superar qualquer obstáculo, enquanto outras se esmigalham diante dos desafios e das frustrações do dia a dia.

A capacidade de lidar com emoções e situação difíceis é um indicador importante do nosso sucesso e da nossa felicidade. Os indivíduos mais capazes neste sentido transformam obstáculos em fontes de crescimento e oportunidade. E, apesar de muito se falar do que as pessoas mentalmente fortes evitam fazer -- tal como viver no passado, ressentir-se do sucesso alheio e sentir pena de si mesmas --, o que elas de fato fazem? Que táticas elas usam para superar as adversidades repetidas vezes?

“O que pensamos ser obstáculos na verdade são oportunidades de fazer algo”, diz Holiday. “De certa maneira, são recompensas inesperada, desde que lidemos e não fujamos desses obstáculos.”

Aqui estão nove hábitos essenciais e práticas das pessoas mentalmente fortes que podem ajudá-lo a atravessar qualquer desafio ou dificuldade.

Elas veem as coisas objetivamente


Existe uma máxima na antiga filosofia do estoicismo: “Não há mau nem bom, apenas a percepção”, que mais tarde foi ecoada num verso famoso de Shakespeare: “Não há nada bom ou nada mau, mas o pensamento o faz assim”.

A maneira como percebemos uma situação tem um poder tremendo de nos ajudar ou nos prejudicar. Muitas vezes reagimos emocionalmente e projetamos julgamentos negativos em uma situação, quando na realidade a chave para superar um obstáculo é ver as coisas objetivamente.

“Você pode ter o melhor plano do mundo, mas, se não vir a situação claramente, não adianta nada”, diz Holiday.

Holiday estudou inúmeros exemplos de indivíduos ao longo da história capazes de lidar com obstáculos que, para nós, parecem insuperáveis, desde ser falsamente acusado de um triplo homicídio a ser intensamente discriminado por motivos de raça ou sexo. Ele concluiu que a resistência mental depende de três coisas: percepção, ação e vontade.

“[A resistência mental depende de] algum tipo de estrutura filosófica que permita enxergar além das emoções ou das primeiras impressões causadas por determinada situação”, diz Holiday. “Então, os elementos disso são 1) sua percepção: você consegue enxergar as coisas claramente e com equilíbrio? 2) você tem soluções ou ações criativas? E, finalmente, que tipo de determinação ou vontade você tem para lidar com a situação?”

Elas não se acham “no direito”


Todos nós merecemos a felicidade, mas não merecemos uma vida livre de obstáculos ou adversidades. Agir como se esse fosse um direito – achar que devemos ter o que queremos a maior parte do tempo – dificulta a vida na hora de lidar com os desafios quando eles aparecem e nos pegam de surpresa. Esse é um obstáculo especialmente comum para a Geração Y, de acordo com o especialista Paul Harvey, professor-assistente de administração da Universidade de New Hampshire, que observou que a geração do milênio tem “expectativas irreais e uma forte resistência em aceitar comentários negativos”.

“Vendeu-se para a Geração Y um certo jeito de pensar sobre o mundo”, concorda Holiday. “Antigamente, as pessoas recebiam uma estrutura que não era só mais humilde, mas que também entendia como o mundo poderia ser imprevisível e inexplicável.”

Pessoas mentalmente fortes reconhecem que seus planos de vida, e a vida em si, podem sair dos trilhos a qualquer momento – e elas não perdem tempo se considerando vítimas do destino quando as coisas não acontecem como elas gostariam.

Elas mantêm a calma

Resistência mental não significa estar feliz o tempo todo. Talvez seja mais razoável pensar em algo como “manter a calma o tempo todo”, diz Holiday.

A estabilidade emocional e a capacidade de manter a cabeça fria é um bem importante na hora de lidar com situações desafiadoras. Felizmente, a estabilidade emocional tende a aumentar com a idade – e não é surpresa que fiquemos mais felizes como resultado disso.

Elas não aspiram à felicidade o tempo todo

Uma preocupação excessiva com a felicidade pode na verdade levar a uma atitude pouco saudável: emoções e experiências negativas. Pessoas mentalmente fortes não tentam evitar emoções negativas – em vez disso, elas aceitam as emoções positivas e negativas e permitem que os diferentes sentimentos coexistam, um componente-chave da resiliência.

“Nós damos tanto valor ao otimismo, à felicidade e a todos esses traços positivos, eles mesmos abstrações, que somos pegos de surpresa e não conseguimos lidar com seus opostos”, diz Holiday. “Se estivéssemos mais no meio do caminho as coisas seriam melhores. Tiraríamos vantagem do que acontece conosco porque haveria mais objetividade.”

O pesquisador australiano Hugh Mackay argumenta que nossa obsessão cultural com a felicidade pode ser perigosa e que, em vez de se preocupar em ser felizes, deveríamos na verdade nos preocupar em ser completos.
“A ideia de que tudo o que fazemos é buscar a felicidade me parece realmente perigosa e tem levado a uma doença contemporânea na sociedade ocidental, que é o medo da tristeza”, escreve Mackay em The Good Life. “Deveríamos buscar a completude, e a tristeza é parte dela, assim como o são os desapontamentos, as frustrações e os fracassos; tudo o que nos faz ser o que somos. Felicidade, vitórias e conquistas são coisinhas boas que acontecem em nossas vidas, mas elas não nos ensinam muito.”

Elas são otimistas realistas

As pessoas mentalmente fortes estão acostumadas a se levantar depois de uma queda. Em vez de ficarem aflitas e desesperadas, elas aproveitam a oportunidade para raciocinar e encontrar uma solução criativa para o problema. Essas pessoas tendem a ser otimistas realistas -- elas têm a esperança dos otimistas e a clareza dos pessimistas – o que lhes dá a motivação e o pensamento crítico exigido para obter as soluções criativas.
“Toda vez que [o otimista realista] está diante de uma questão, um desafio ou um problema, ele não vai dizer: “Não tenho escolha, esta é minha única opção”, diz a pesquisadora Sophia Chou ao LiveScience. “Eles são criativos e terão um plano A, um plano B e um plano C.”


Elas vivem no presente

Estar presente – em vez de viver no passado ou ter expectativas futuras – permite ver as coisas como elas realmente são. Mesmo que não meditem propriamente, as pessoas mentalmente fortes tendem a manter essa consciência e essa abordagem perante o mundo.
“Pode chamar como quiser, mas a ideia é que, se você se concentrar exclusivamente naquilo à sua frente, você não está trazendo nenhuma bagagem para a situação e está considerando só as variáveis que importam”, diz Holiday.
A ciência tem demonstrado que a meditação pode aumentar o poder do seu cérebro. Praticar essa “conscientização” já foi ligado à estabilidade emocional, menos estresse e ansiedade e mais clareza mental.

Elas são persistentes na busca de seus objetivos

Todos já ouvimos histórias inspiradoras de pessoas incrivelmente bem-sucedidas que superaram dificuldades e fracassos para chegar lá. Elas mostram uma das qualidades fundamentais das pessoas resilientes: perseverança ou, como coloca a psicóloga Angela Lee Duckworth, obstinação.
Em suas pesquisas com estudantes em diferentes ambientes educacionais, Duckworth descobriu que a obstinação é a principal razão do sucesso, mais que qualquer outra qualidade (QI, inteligência emocional, aparência, saúde física). Ela também estudou professores e trabalhadores e diversos ambientes profissionais para determinar as razões do sucesso.
“Em todos esses diferentes contextos, um fator emergiu como segredo do sucesso, e não era a inteligência social, a aparência, a saúde física ou o QI. Era a obstinação”, disse Duckworth numa palestra no TED. “A obstinação é paixão ou perseverança em nome de objetivos de longo prazo. Obstinação é ter resistência, é não abrir mão do futuro, dia após dia – não só por um dia ou por um mês, mas por anos – para transformar aquele futuro em realidade.”

Mas elas sabem quando é hora de abrir mão

Uma pessoa mentalmente forte pode dizer para si mesma: “Tentei de tudo e agora posso desistir”, diz Holiday. Reconhecer que você controla somente suas ações, e não o resultado delas, é tão importante quanto perseverar. Aceitar este fato nos permite abrir mão das coisas que estão além de nosso alcance.
Há uma ideia no estoicismo, explica Holiday, chamada a “arte da aquiescência”, que é abrir o caminho para as coisas que você não pode mudar, tentando tirar o melhor da situação em vez de se afligir ou frustrar. Precisamos de força, determinação e perseverança, mas nem sempre elas são a resposta que procuramos. As pessoas mentalmente fortes vivem de acordo com a Oração da Serenidade -- elas mudam o que podem controlar, aceitam o que não podem controlar e sabem a diferença entre as duas situações.
“Às vezes a solução do problema é aceitá-lo e ser flexível o suficiente para contorná-lo, em vez de bater de frente com ele até que você quebre”, diz Holiday.

Elas amam suas vidas

Amor fati é uma expressão em latim que pode ser traduzida como “amar o destino”, um conceito derivado dos antigos filósofos estoicos gregos e romanos que reapareceu mais tarde na obra de Nietzsche. Talvez esse seja o fator mais importante na força mental.
“A ideia é que você não tem apenas de tolerar as coisas que não pode controlar – elas podem ser uma benção”, diz Holiday. “Você pode encontrar a felicidade não apenas aceitando, mas abraçando as coisas que acontecem para você.”
Pessoas mentalmente fortes são gratas pelos obstáculos pelo simples fato que eles representam a própria vida. Pouco antes de morrer, a escritora Jane Lotter, de Seattle, deixou esse conselho para sua família, num obituário que ela mesma escreveu.
Como disse Lotter, “Que você se lembre sempre de que os obstáculos no caminho não são obstáculos, eles SÃO o caminho.”

https://www.huffpostbrasil.com/2014/04/14/pessoa-mentalmente-forte_n_5146161.html

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Chat Geral & Off Topic / Lágrimas: palavras da alma
« em: Outubro 10, 2018, 04:56:50  »


Lágrimas: palavras da alma

Muitas vezes, na vida, vivenciamos situações em que a emoção é tamanha que nos faltam palavras para expressar nossos sentimentos.

Podemos considerar as lágrimas como as palavras de nossa alma.

Através delas, somos capazes de demonstrar incontáveis sentimentos.

As lágrimas, na maioria das situações, escorrem de nossos olhos sem que tenhamos controle sobre elas.

Em alguns momentos, elas contam histórias de dores, mas também têm na sua essência, algo de belo.

Quando elevamos o pensamento, sintonizando com a Espiritualidade maior, seja com nosso anjo protetor, com o amado amigo Jesus ou com Deus, sentimos os olhos marejados.

Observando a natureza, temos a oportunidade de presenciar alguns espetáculos que ela nos oferece. Emocionamo-nos percebendo a grandeza e a perfeição Divina na presença de um pôr-do-sol, de uma queda d'água ou de um arco-íris.

Diante do nascimento de uma criança, somente as lágrimas são capazes de traduzir e qualificar a magnitude desse instante Divino.

Quando estamos sensíveis, por vezes carentes de alguma manifestação de afeto, um simples aperto de mão ou um afago carregado de amor é suficiente para provocar nossas lágrimas.

Quando deixamos que o som de uma música elevada alcance nosso coração, somos capazes de chorar de emoção, pois sentimos a alma tocada e acariciada por aquela doce e vibrante melodia.

Tanto a dor emocional quanto a dor física nos chegam sem pedir licença, ocupando espaço considerável em nossa alma e em nosso corpo.

Lágrimas são derramadas pela dor da partida de um ente querido, pela dor da ausência e da saudade, pela dor do erro cometido e do arrependimento.

Ao constatarmos a dor do próximo, lágrimas jorram de nossos olhos. Deparamo-nos com tantas carências, tantas necessidades não atendidas, enfermidades, privações e abandono.

*  *  *

Cada lágrima derramada tem seu significado. Seja ela vertida pela dor ou pela alegria, nos diz que somos seres movidos pela emoção, capazes de exteriorizar os nossos sentimentos.

Demonstra que nos sensibilizamos em momentos simples e efêmeros, indicando que estamos sintonizados com o que há de belo na vida.

E, quando as lágrimas derramadas forem de dor, façamos com que o motivo que nos comove seja também o mesmo motivo que nos move.

Que o movimento seja no sentido da modificação íntima. Que seja impulso para olhar a vida sobre um novo ângulo, para trabalhar em nós mesmos a resignação, a paciência, a esperança, a fé e a confiança em Deus.

https://www.momento.com.br/pt/ler_texto.php?id=3031&let=L&stat=0

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Nota explicativa: Caro leitor, para um melhor entendimento da TRE (Terapia Regressiva Evolutiva) – A Terapia do Mentor Espiritual, abordagem psicológica e espiritual breve criada por mim -, estou reeditando o artigo “Quando o discípulo está pronto, o mestre aparece”, já publicado anteriormente.

“Quando o discípulo está pronto, o mestre aparece” é um velho e conhecido ditado hindu que sempre utilizo ao explicar para os meus pacientes que não é por acaso a vinda deles ao meu consultório. Aliás, a palavra acaso, do ponto de vista metafísico, não existe, pois o prefixo “a” significa sem e “caso” vem de causa. Portanto, acaso significa sem causa, o que é uma inverdade, pois tudo na vida tem um nexo causal, isto é, tudo é regido pela Lei da causa e efeito. Assim, mesmo que não saibamos a causa que gerou um acontecimento em nossas vidas, existe certamente algo que ocasionou um efeito, acontecimento.

Mas, na vida, o que realmente importa é estarmos abertos, receptivos para a verdade. Por isso, o grande Mestre Jesus dizia: “A Verdade Vos Libertará”. Realmente, a verdade liberta, mas apenas para aqueles que estão prontos, maduros para entrar em contato com ela. Nesse sentido, a Terapia Regressiva Evolutiva(TRE) -– A Terapia do Mentor Espiritual (ser espiritual de elevada evolução, responsável diretamente pelo nosso crescimento) -, como instrumento de autoconhecimento e cura, propicia, através do mentor espiritual de cada paciente, revelações da causa e resolução de seus problemas. Mas, para isso, o discípulo (paciente) precisa estar aberto, receptivo para sintonizar-se com o seu Mestre (mentor espiritual), querer efetivamente passar por essa terapia.

A humildade é uma condição prévia para saber algo do passado, pois cada existência (encarnação) é acompanhada do esquecimento (barreira da memória que ocorre em forma de amnésia e não nos deixa recordar as vidas passadas).

Porém, este esquecimento é providencial, um presente Divino para facilitar as lições de vida, os aprendizados necessários, por conta dos resgates cármicos, isto é, de erros cometidos no passado.

Se para muitos é insuportável a lembrança de fatos acontecidos em sua infância – que são reprimidos e lançados no inconsciente (desvendados por Freud) – o que dizer de lembranças de atrocidades que todos cometemos em vidas passadas?

Por isso, é imprescindível que o paciente nessa terapia, a TRE, tenha um mínimo de humildade para admitir sua ignorância em relação à vida (vemos a vida por meio da fresta de uma fechadura) e, com isso, abrir-se para um aprendizado mais profundo. Caso contrário, o orgulho da mente racional do ego, que se manifesta através de dúvidas, incredulidade e ceticismo em relação à existência de seu mentor espiritual, irá impedi-lo de entrar em contato com o que o seu mestre espiritual teria a lhe dizer nas sessões de regressão em relação à causa e resolução de seu(s) problema(s).

É importante ressaltar, que na TRE, o paciente intui em pensamento – palavras, frases – o que o seu mentor espiritual lhe diz.
Portanto, nessa modalidade de terapia, é imprescindível que o paciente confie em sua intuição, no seu sexto sentido, que é o sentido de sua alma, do seu espírito.

Assim, em estado alterado de consciência (em alfa), onde o paciente não perde a consciência, através de seu espírito, de sua alma, ele vai conversar com o seu mentor espiritual.

Mas, para acessar a sua alma, é muito importante que ele não deixe que a mente racional de seu ego (dúvidas, incredulidade, medos, ceticismo) interfira, colocando em cheque a existência de seu mentor espiritual, achando que é tudo uma “fantasia”, produto de sua “imaginação fértil”.

Mesmo ao regredir em vidas passadas, alguns pacientes me perguntam se tudo o que trouxe nas sessões de regressão não foi fruto de sua imaginação (por conta do véu do esquecimento do passado, somos todos habitantes deste planeta, seres amnésicos, esquecidos, portanto, de que somos seres espirituais passando temporariamente por uma experiência terrena).

Como posso saber se o que falei para você na regressão não foi fruto de minha imaginação? – muitos me indagam. Portanto, quanto mais racional e cético for o paciente, mais tenderá a encontrar dificuldades em se entregar no processo regressivo.

Por conta disso, quero esclarecer que essa terapia é contra-indicada a pacientes muito céticos, incrédulos, que não acreditam nos fundamentos da espiritualidade (pluralidade da alma, ou seja, em vidas passadas, reencarnação, vida após a morte, mundo espiritual, lei do retorno ou carma, merecimento, etc.).

Infelizmente, a nossa cultura ocidental racional, cartesiana, tecnicista, reprime esta preciosa função – a intuição – que acaba sendo atrofiada em muitas pessoas, principalmente nos homens, por conta do processo educacional que valoriza mais o pensar do que o sentir, e que desconsidera a intuição.

Albert Einstein dizia que duas coisas são infinitas: O universo e a estupidez humana. Isto ajuda a explicar por que os grandes homens foram tão pouco compreendidos e tão estupidamente julgados, quando não crucificados. Ele dizia ainda que “não existe um caminho lógico para descobrir as leis universais; o único caminho é a intuição”.

Em verdade, na maioria dos casos, a vinda do paciente ao meu consultório teve influência de seu mentor espiritual. Ao lhe perguntar no final do tratamento o porquê de tê-lo influenciado a me procurar, muito mentores espirituais respondem que essa terapia, a TRE, foi à única forma que eles encontraram para se comunicar com o paciente e ajudá-lo.

https://osvaldoshimoda.com/2013/08/03/artigo-quando-o-discipulo-esta-pronto-o-mestre-aparece/

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Nunca assuma que os rabiscos de Leonardo da Vinci são insignificantes. Esta é a conclusão de um novo estudo da Universidade de Cambridge, que mostra que uma página de rascunhos de 1493 de da Vinci — previamente considerada irrelevante por historiadores — é na verdade a primeira demonstração escrita das leis de atrito.

O ambicioso plano de reconstruir o genoma de Leonardo da Vinci

É altamente reconhecido que da Vinci tinha uma excepcional compreensão da lei de atrito séculos antes do termo tribologia existir. Nestes rascunhos de máquinas complexas, o inventor renascentista incorporou o atrito no comportamento de rodas, estruturas e polias, reconhecendo seu papel em limitar a operação e a eficiência. Ainda não se sabe quando e como exatamente Leonardo da Vinci desenvolveu suas ideias sobre atrito.

Agora, uma detalhada cronologia organizada pelo professor de engenharia Ian Hutching, de Cambridge, mostra o momento eureka de da Vinci que estava em um pedaço de papel amarelado datado de 1493.

Mantido no Victoria and Albert Museum, de Londres, esta página de caderno foi tema de diversos debates acadêmicos há uns anos, por causa de um fraco rascunho de uma mulher velha na parte superior, seguida pela seguinte frase “cosa bella mortal passa e non dura”, que significa “uma beleza mortal passa e não dura”. No entanto, rascunhos abaixo dessas palavras ameaçadoras foram ignorados pelo diretor do museu na década de 20 e foram consideradas “notas irrelevantes e diagramas feitos em giz vermelho.”


rascunho-davinci-atrito

Como Hutchings explica em seu estudo, esses rascunhos em vermelho na verdade são um momento fundamental na história da tribologia. Elas mostram blocos sendo puxados pelo peso de uma polia — o mesmo tipo de experimento usado na introdução deste conceito que demostra como a lei do atrito funciona. O estudo ainda traça 20 anos de investigação de atrito feitos por da Vinci, de sua concepção inicial a demonstrações complexas.

“Os rascunhos e textos mostram que Leonardo entendeu os fundamentos do atrito em 1493”, disse Hutchings em um comunicado. “Ele sabia que a força do atrito agindo entre duas superfícies de deslizamento é proporcional às cargas de prensagem das superfícies juntas, e que o atrito é independente da área aparente de contato entre duas superfícies. Essas são as leis de atrito que nós usamos atualmente e creditamos ao cientista francês Guillaume Amontons, que descobriu isso 200 anos depois.”

Acho que a grande conclusão aqui é que nós deveríamos encorajar cientistas e engenheiros a se debruçaram sobre todas as notas antigas de Leonardo da Vinci. Quem sabe não são encontradas outras ideias incríveis?

Imagem do topo mostra escrito de Leonardo da Vinci. Crédito: V&A Museum, London

https://www.msn.com/pt-pt/noticias/tecnologia/engenheiros-descobriram-algo-incr%C3%ADvel-em-rabiscos-considerados-irrelevantes-de-da-vinci/ar-BBuKTfd#image=1

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É quase instantâneo as pessoas pensarem em psicopatia quando ouvem falar em transtornos de personalidade, não é mesmo? Aliás, esse é um assunto que está super em alta nos últimos tempos e intriga todo mundo, já que a mente dos psicopatas é algo intrigante. Nós, do Segredos do Mundo, até já postamos um teste (clique) que permite descobrir, em segundos, se você ou alguém que você conheça apresenta tendência a ser psicopata.
Mas, ao contrário do que as pessoas pensam, esse não é o único transtorno de personalidade que existe. Hoje, aliás, você vai conhecer alguns transtornos de personalidade que são muito comuns atualmente, mas que pouca gente conhece.


Além disso, você vai conhecer os sintomas desses estranhos transtornos de personalidade. Por meio dessas características comuns a cada um dos problemas, você vai poder analisar se está sendo vítima de alguém com esses problemas, seja no trabalho, na vida pessoal e assim por diante.
Como você vai ver na lista, dentre os transtornos mais comuns estão o de Borderline, o Esquizoide, o Narcisismo e até mesmo o TOC. Mas muitos nem parecem se tratar de doenças, como os transtornos dependente e o antissocial. Estranho né?
Todos os transtornos de personalidade que você está prestes a conhecer foram mencionados e descritos pela psiquiatra Katia Mecler, em seu livro Psicopatas do Cotidiano. Aliás, como a autora mesmo ressalta, conhecer esses problemas psíquicos é muito importante para a vida de quem sofre com eles e para a vida das pessoas que estão em volta, já que até 10% da população mundial, hoje em dia, apresenta algum tipo desses transtornos.
Então conheça, agora, alguns dos transtornos de personalidade mais comuns:

1. Obsessivo-compulsivo


Também conhecido como TOC (Transtorno Obsessivo-Compulsivo), esse é um dos transtornos de personalidade mais comuns hoje em dia e se caracteriza pelo excesso de cuidados com as regras, a organização e os horários. Conhece alguém assim?
Pessoas obsessivas-compulsivas são notoriamente teimosas e perfeccionistas, preferem o trabalho ao lazer, na maioria dos casos; são inflexíveis e escrupulosas em excesso quanto à moral e à ética. Além disso, tendem a ser acumuladoras, não conseguem delegar responsabilidades ou tarefas, por mais simples que sejam; e, não raro, são muito pão-duras.

2. Evitativo

O nome é estranho, mas, como você vai ver, esse é um dos transtornos de personalidade bem frequentes hoje em dia. Aliás, muitas vezes, o transtorno evitativo nem parece algo preocupante.
Isso porque pessoas evitativas resistem, ao máximo, contato interpessoal, mesmo na vida profissional; não costumam se envolver com os outros sem ter certeza de que será bem recebido; e são reservadas mesmo em relacionamentos íntimos, com medo do ridículo ou por pura vergonha mesmo.
Pessoas que sofrem com esse transtorno costumam também ser muito preocupadas com críticas e rejeições, não fazem novas amizades facilmente, até porque acreditam ser inferiores aos demais. Além disso, dificilmente, assumem riscos ou estão abertas a novas experiências, por mais simples que pareçam.

3. Dependente

Falando assim, nem parece ser um dos transtornos de personalidade de nossa lista, mas uma característica inocente, não é mesmo? Mas pessoas dependentes demais são, na verdade, doentes.
Aliás, quem tem esse transtorno costuma não ficar sozinho muito tempo, emendando um relacionamento no outro. Tem dificuldades para tomar decisões sozinho, terceiriza as responsabilidades sobre a própria vida e, raramente, manifesta sua verdadeira opinião, especialmente se for de desacordo, com medo de perder apoio dos que estão em volta.
Pessoas dependentes, além disso, dificilmente apresentam iniciativa própria, fazem coisas extremas para ganhar carinho, atenção ou amparo; não conseguem ficar sozinhas, mesmo em casa, por muito tempo e apresentam medo irreal de serem abandonadas.

4. Histriônico


Pessoas com transtorno histriônico não sabem lidar com a falta de atenção e precisam, sempre, ser o centro de todos os olhares. Para isso, elas costumam apresentar um comportamento sedutor exagerado, usam a aparência física para conseguir atenção e tendem a dramatizar as emoções.
Além disso, os histriônicos acreditam que as relações pessoais são mais íntimas que a verdade. Costumam ainda fazer discursos carentes e apresentar mudanças emocionais repentinas.

5. Narcisismo

Embora seja um conceito conhecido, poucas pessoas sabem que o narcisismo se trata de um problema e está entre os transtornos de personalidade mais comuns atualmente. Isso porque, pessoas que apresentam esse transtorno costumam ter fantasias de sucesso ilimitado na vida, acreditam ser únicas e especiais e precisam de atenção excessiva.
Os narcisistas também acreditam piamente que possuem direitos exclusivos, são arrogantes, insolentes, invejosos e, mesmo sem motivo, costumam se sentir alvos de inveja alheia. Sem contar que costumam ser exploradores em suas relações.

6. Borderline

Esse é um dos transtornos de personalidade mais estranhos da lista. Isso porque quem tem o problema costuma ter mudanças rápidas de humor, tem medo de ser abandonado e quer evitar, a qualquer custo, o abandono. Por isso mesmo, seus relacionamentos costumam ser instáveis e intensos demais. Essas pessoas também têm comportamento suicida recorrente e voltado a automutilação.
Além disso, pessoas com borderline costumam ter pensamentos paranoides em períodos de estresse e são compulsivas por alguma coisa, como compras, álcool ou drogas.

7. Antissocial

Pessoas antissociais, dependendo do nível, também podem ter problemas sérios relacionados a personalidade. Isso porque podem se mostrar falsas, incapazes de se adequarem às regras sociais, podem ficar agressivas ou irritadas quando expostas demais; sem contar que, na maioria das vezes, não conseguem planejar o futuro.
Os antissociais também podem ser irresponsáveis e podem não apresentar ou não demonstrar remorso pelo mau comportamento. Além disso, podem ser manipuladores e sedutores, na grande maioria das vezes.
8. Paranoide

Os sintomas de quem apresentam o transtorno paranoide costumam ser bem característicos, como o excesso de desconfiança sem qualquer motivo, relacionado a qualquer pessoa ou assunto. Sem contar com a preocupação injustificada com a lealdade dos amigos e a incapacidade de confiar, o mínimo possível, nas pessoas.
Além disso, os paranoides costumam guardar rancor muito facilmente, acreditam que sua reputação está sendo sempre atacada e, claro, têm dúvidas constantes sobre a fidelidade dos parceiros ao longo da vida.
9. Esquizotípico

Pessoas que sofrem com esse transtorno costumam ser extravagantes na aparência e no comportamento, sentem o tempo inteiro que são perceptivas além do normal e acham que conseguem prever as coisas. Costumam também ser muito ansiosas, sustentam crenças estranhas e superstições exageradas. Além disso, sofrem com desconfiança paranoide, não têm amigos íntimos e, por isso mesmo, costumam demonstrar afetos inadequados.
10. Esquizoide

Bom, a melhor forma de ilustrar esse transtorno de personalidade talvez seja citando o personagem Sheldom Cooper, de The Big Bang Theory. Assim como ele, pessoas que sofrem com o problema preferem atividades solitárias, não desfrutam de relações íntimas, têm pouco ou nenhum interesse por experiências sexuais, quase não sentem prazer, de forma geral; não têm amigos próximos, são frios emocionalmente são indiferentes a elogios ou críticas.
E aí, identificou alguém nesses transtornos de personalidade?



Fonte: https://segredosdomundo.r7.com/10-transtornos-de-personalidade-mais-comuns-atualmente/

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